Blog do Parque

AUTORIZAÇÃO PARA PRODUÇÃO DE CONTEÚDO AUDIOVISUAL

O que é?

A Autorização para Produção de Conteúdo Audiovisual é o documento expedido pelo poder público municipal, que permite a realização de filmagens, gravações e sessões fotográficas em locais públicos. Entende-se como produção de conteúdo audiovisual “qualquer atividade cujo produto principal se dê exclusivamente pela fixação ou transmissão de imagens, acompanhadas ou não de sons, que tenham a finalidade de criar a impressão de movimento, independentemente dos processos de captação, do suporte utilizado inicial ou posteriormente para fixá-las ou transmiti-las, ou dos meios utilizados para sua veiculação, reprodução, transmissão ou difusão” (Decreto nº 43.219/2017, Artigo 3º).

Será que eu preciso de autorização?

A realização de sessões fotográficas ou filmagens momentâneas e de pequena escala em logradouros públicos, para fins não comerciais ou de caráter jornalístico, não exige a obtenção da Autorização, desde que a) não prejudique a normalidade das vias de trânsito de veículos e de circulação de pedestres; b) não utilize área pública para estacionar veículos nem instalar camarins, aparatos e equipamentos em geral, ainda que destinados a simples apoio, seja próximo, seja a distância; c) não utilize estruturas ou assentos para a acomodação de espectadores selecionados.

Quem deve solicitar?

Produtores audiovisuais – pessoas físicas ou jurídicas – que pretendam realizar suas atividades em áreas públicas do município do Rio de Janeiro.

Como solicitar?

O requerimento para obter a Autorização de Produção de Conteúdo Audiovisual inicia-se pelo preenchimento de Consulta Prévia, em que serão inseridas todas as informações relevantes para a apreciação do pedido.

Aprovada a Consulta Prévia, o requerente tomará ciência dos documentos exigidos e das declarações relativas às condições de exercício da atividade.

A Autorização para Produção de Conteúdo Audiovisual será emitida e disponibilizada pelo Sistema RIAMFE – Rio Ainda Mais Fácil Eventos, conforme cada caso.

Decretos e Resoluções

Decreto 43.219/2017 – Institui o Rio Ainda Mais Fácil Eventos

Resolução CVL nº 58/2017 – Aprova o Regulamento do RIAMFE e dá outras providências.

Dúvidas?

Consulte a Coordenadoria de Apoio a Produções Audiovisuais da Distribuidora de Filmes S/A – RioFilme:

info.rfc.riofilme@gmail.com

+55 21 2225-7082

Junte-se a nós!

Divulgue!

Sua participação é essencial.

Divertir Educando, Educar Divertindo.

ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO TRANSITÓRIA PARA EVENTOS

RIO AINDA MAIS FÁCIL: EVENTOS – RIAMFE

O que é?

O Alvará de Autorização Transitória é o documento expedido pelo poder público municipal que permite a realização de eventos festivos, culturais,  artísticos, musicais, esportivos, recreativos, expositivos, promocionais, científicos e similares, bem como de espetáculos, encontros e aglomerações de qualquer natureza com objetivos econômicos ou corporativos.

Quem deve solicitar?

Promotores de eventos que pretendam realizar suas atividades em áreas públicas e espaços privados (cuja licença não contemple a atividade desejada). No caso de representante legal, a empresa responsável pela realização do evento deverá cadastrar seu procurador junto aos órgãos públicos.

Como solicitar?

O requerimento para autorização de evento inicia-se pelo preenchimento de Consulta Prévia de Evento na qual serão inseridas todas as informações relevantes para a apreciação do pedido.

Aprovada a Consulta Prévia de Evento, o requerente tomará ciência dos documentos exigidos e das declarações relativas às condições de exercício da atividade quando, então, poderá decidir por iniciar o processo administrativo de Alvará de Autorização Transitória para o evento consultado.

O deferimento do pedido será efetuado mediante o cumprimento das exigências formuladas na  Consulta Prévia de Evento e ensejará a emissão da TLE (Taxa de Licença Para Estabelecimento) ou da TUAP (Taxa de Uso de Área Pública).

O Alvará de Autorização Transitória será emitido e disponibilizado pelo sistema de eventos para impressão pela internet, após o pagamento da taxa devida, conforme cada caso.

Decretos e Resoluções:

Decreto 43.219/2017 – Institui o Rio Ainda Mais Fácil Eventos

Resolução CVL nº 58/2017 – Aprova o Regulamento do RIAMFE e dá outras providências.


Junte-se a nós!

Divulgue!

Sua participação é essencial.

Divertir Educando, Educar Divertindo.

Novas REGRAS para autorização de “SETTING FOTOGRÁFICO para Turmas de Formandos”.

Setting Fotográficos de Turmas de Formandos

Nova Regulamentação


Estabelecidas novas regras para Autorizações de “Setting Fotográficos de Turmas de Formandos” emitidas pela Administração do Parque do Flamengo. As novas regras resultam de entendimentos conjuntos com a RIOFILME, que também analisa pedidos desta natureza, e visam ordenar as condições de uso de espaço público sem que hajam prejuízos significativos aos demais usuários do PARQUE. Dessa forma esperamos evitar os danos e transtornos que tais atividades vem causando, quando ocupam áreas, indiscriminadamente, e impedindo e obstruindo o acesso e a fruição dos demais equipamentos do PARQUE, tais como o Monumento Estácio de Sá, o Restaurante ASSADOR RIO’s e na outra extremidade o Monumento aos Pracinhas e o MAM.

As novas normas passarão a valer a partir da próxima 2ª feira, dia 12 de novembro, quando passarão a serem emitidas as Autorizações Oficiais, em caráter experimental, na forma a seguir:

1- Considerando, prioritariamente, o direito à livre fruição dos diversos ambientes e espaços públicos do Parque do Flamengo, Sitio destacado que compõe o acervo municipal da Paisagem Natural e Cultural – RIO PATRIMÔNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE / UNESCO – esta autorização tem caráter precário e transitório, no que tange à obstrução excepcional das áreas a serem alocadas para o posicionamento e montagem dos equipamentos e estruturas auxiliares da produção fotográfica em pauta, que por este motivo deverá cumprir o seguinte cronograma para a descarga, montagens, posicionamento das turmas, registros fotográficos, desmontagens e completa remoção do PARQUE, a seguir:

  • Descarga no Parque – 1 hora
  • Montagem – 2 horas
  • Realização da Sessão Fotográfica – 3 horas
  • Desmontagem – 2 horas
  • Remoção do PARQUE – 1 hora

2- Todo e qualquer equipamento envolvido na Produção do Evento Fotográfico, mesmo que auxiliar, deverá estar descrito detalhadamente na Consulta Prévia de Evento, formulário integrante do Sistema Rio Ainda Mais Fácil inclusive os dados fiscais (Razão Social, CPF ou CNPJ, endereço, telefone e e-mail de contato dos prestadores subcontratados, os quais responderão solidariamente com o responsável titular da presente autorização;

3- As áreas do PARQUE, designadas para o posicionamento das estruturas, tais como tendas leves e praticáveis, cujo perímetro envoltório máximo é de 5,00m x 5,00m, deverão estar posicionadas como definidas nas plantas do PARQUE, em anexo;

4- As Instalações Sanitárias do Parque deverão ser complementadas por no mínimo 2 Sanitários Químicos, destinado, com exclusividade, ao público do evento, a ser providenciado previamente pelo Titular Solicitante, instalado em local próximo a ser indicado por esta Administração;

5- Não será permitido o acesso de Veículos ao Interior do PARQUE, Ciclovias ou Vias de Pedestres, estando estas destinadas, unicamente, à utilização de Veículos Identificados de Serviços dos Órgãos e Concessionárias de Públicos e Viaturas Policiais a Serviço da OPERAÇÃO ATERRO PRESENTE;

6- Os locais deverão ser mantidos limpos durante todo o período do SETTING, inclusive ao término, com a remoção dos eventuais detritos para os conteiners apropriados da COMLURB;

7- Não é permitido a utilização de Churrasqueira, nem de qualquer outro equipamento elétrico ligados a rede do PARQUE;

8- É vedada a fixação de cordas, arames ou demais objetos às árvores, cuja integridade é essencial ao PARQUE, sendo a desobediência falta grave;

9- A não observância a quaisquer dos itens acima poderá resultar no cancelamento da presente autorização com a imediata interrupção do Evento, a critério exclusivo da Administração do PARQUE que, dependendo dos danos causados ao seu funcionamento habitual e regulamentar, o Titular poderá ser vedado à obtenção de futuras autorizações;

10- A utilização de equipamentos portáteis de amplificação de som à bateria deverá observar os limites de volume sonoro de modo a não criar incômodos aos demais usuários das áreas adjacentes. Em caso de reclamação, a fiscalização poderá vedar a sua utilização no PARQUE;

11- O requerente, durante a realização da sessão fotográfica, deverá portar as autorizações pertinentes, a saber, da Superintendência da área, da ADM DO PARQUE e da Distribuidora de Filmes S/A – RioFilme, e quaisquer outra entidade cabível;

12- Não será tolerada a permanência de quaisquer equipamentos ou estruturas auxiliares no PARQUE, após a conclusão do EVENTO EM PAUTA, estando os mesmos passíveis de serem apreendidos pela ADM DO PARQUE, com vistas à defesa superveniente da Paisagem do RIO;

13- O horário regulamentar para a realização das atividades, aqui consideradas como sendo meramente funcionais ao registro da conclusão e diplomação acadêmica, portanto sem fins lucrativos, envolvendo pequenos grupos de no máximo 150 formandos, é das 07:00 às 17:00 h.

ADM DO PARQUE DO FLAMENGO
LEILA DO FLAMENGO
PAULO NASCIMENTO

Serão designadas mais áreas em MAPAS a serem publicados na próxima semana, a saber:

1- Orla entre o Restaurante do Parque e a Estação Fitness, próxima à que conta do atual MAPA;

2- Escadaria do Monumento dos Pracinhas (Exame conjunto com e a expressa Autorização da Direção do Monumento a ser contactada diretamente pelos interessados);

3- Escadaria junto aos Jardins Suspensos, entre o Monumento aos Pracinhas e o MAM;

4- Orla junto ao Bosque das Palmeiras Imperiais.

OBS.: Nas áreas externas de Domínio do MAM as Autorizações deverão ser, obrigatoriamente, dadas pela ADMINISTRAÇÃO DO MAM, tendo em vista que o MUSEU mantém agenda própria de Exposições e Instalações sob o Pilotis Coberto ou nas áreas livres e descobertas de entorno, mas que são do Uso Exclusivo do MAM.

branco_50x50

Saiba mais sobre o espaço
Parque do Flamengo

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

Poste suas fotos nas redes sociais usando a hashtag #OCUPAPARQUE
e no Facebook faça check-in em Parque do Flamengo

branco_50x50

Ninho de Livros: reproduzindo conhecimentos no Parque do Flamengo.

Ninho de Livros

ler faz bem


Agora o Parque do Flamengo também tem os seus Ninhos de Livros. Eles foram instalados no Recreio Infantil Lotta Macedo Soares (Parque das Crianças) e no Recreio Infantil do Morro da Viúva (Carmem Miranda).

O Ninho de Livro é um projeto de incentivo a leitura e ocupação de espaços de nossa cidade.

Para isso são instaladas casinhas, como as de passarinho, por postes, praças, parques e escolas. O objetivo desses espaços é que o público possa trocar livros de maneira simples e rápida. Funciona mais ou menos assim:

1. Você abre a casinha
2. Escolhe o livro
3. Coloca outro livro
4. Boa leitura.

Simples, rápido e colaborativo 🙂

O Ninho de livro é uma iniciativa da Satrápia, uma agência de benfeitorias para cidades.

Boa leitura!

branco_50x50

Saiba mais sobre o espaço
Recreio Infantil Lotta Macedo Soares

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

Poste as fotos desse evento nas redes sociais usando a hashtag #OCUPAPARQUE
e no Facebook faça check-in em Parque do Flamengo

branco_50x50

Normas para o uso do Parque do Flamengo. Respeite!

Parque do Flamengo

normas para o uso


A Lei Municipal nº 4.237, de 17 de novembro de 2005, estabelece as normas para o uso do Parque do Flamengo. De autoria da vereadora Leila do Flamengo, a lei relaciona em seu artigo 2º as seguintes proibições de uso no interior do Parque:

I – arrancar ou danificar plantas, ou parte delas, ou qualquer placa de sinalização e/ou
identificação;
II – escrever, gravar, pintar palavras ou figuras de qualquer natureza nas árvores, arbustos, mobiliários e monumentos no interior do Parque;
III – subir em árvores, arbustos, cercas e monumentos;
IV – tomar banho e lavar roupas e louças nas bicas de água;
V – capturar, matar ou maltratar qualquer animal silvestre ou exótico encontrado no interior do Parque;
VI – fazer fogo com materiais de qualquer espécie;
VII – fazer churrasco na areia da praia e no interior do Parque, nas áreas que não forem demarcadas;
VIII – lançar resíduos sólidos fora dos coletores existentes para tal;
IX – colocar velas acesas para oferendas no interior do Parque;
X – jogar futebol na grama e frescobol nas áreas não demarcadas;
XI – andar de bicicleta na pista junto à praia;
XII – entrar e permanecer com cães sem uso de coleira e guia, conforme o disposto na Lei Municipal nº 2.574, de 30 de setembro de 1997;
XIII – adestrar animais domésticos, ou não, no interior do Parque, salvo com autorização da Prefeitura;
XIV – o acesso portando fogos de artifício e/ou armas de fogo;
XV – trânsito de veículos sem a prévia autorização escrita da Prefeitura afixada no para-brisa.

Após 1645 dias de tramitação na Câmara Municipal, o Projeto Lei 235-A/2001, foi promulgado pelo Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, § 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990.

branco_50x50

Saiba mais sobre o Parque do Flamengo
Tombo Paisagístico

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

Poste suas fotos nas redes sociais usando a hashtag #OCUPAPARQUE
e no Facebook faça check-in em Parque do Flamengo

branco_50x50

Recreio Infantil tem mais espaço para as Crianças. O Pátio Ensaibrado está voltando para a recreação.

Recreio Infantil tem mais espaço para as Crianças

Brincar com Segurança

 

A busca por SEGURANÇA aliada ao CONFORTO para todos os frequentadores do Recreio Infantil Lotta Macedo Soares (CIDADE DAS CRIANÇAS), sobretudo para o público infantil, norteou a determinação conjunta do Superintendente da Zona Sul Marcelo Maywald, do Inspetor Isnailde da 9ª Inspetoria da Guarda Municipal e do Comandante da Operação Aterro Presente Major Peres, na adoção de uma nova configuração para a ocupação interna do PÁTIO ENSAIBRADO, que desde ontem, sábado dia 10 de junho, passa a reservar inteiramente LIVRE DE CARROS, cerca de metade da sua área, agora dedicada a receber, com exclusividade, atividades culturais lúdicas de recreação.

Vencida a fase crítica da violência urbana nas áreas e arredores do Parque do Flamengo, pela ação sempre PRESENTE e diligente dos responsáveis pelo novo Sistema de Segurança de Proximidade, torna-se possível o retorno gradual à normalidade das atividades deste magnífico equipamento da Cidade do RIO.

Que o ESPIRITO alegre, festivo e receptivo possa, progressivamente, retornar à vida dos Cariocas.

Por Paulo Nascimento
Administração do Parque do Flamengo

branco_50x50

Saiba mais sobre o Elemento Arquitetônico
Recreio Infantil Lotta Macedo Soares

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

Evento no Parque do Flamengo celebra os 452 anos da Cidade Maravilhosa. Parabéns Rio!

branco_50x50

branco_50x50

Evento celebra os 452 anos da Cidade Maravilhosa

Feliz Aniversário Rio!

branco_50x50

A Secretaria Municipal de Cultura celebrou hoje a comemoração do 452º aniversário da cidade do Rio de Janeiro, em uma solenidade festiva no Monumento a Estácio de Sá.

O aniversário da Cidade Maravilhosa este ano caiu em uma quarta-feira de cinzas, mas nem por isso deixou de ter comemoração. A Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro preparou uma grande homenagem para marcar esses 452 anos. Um concerto reuniu a Banda da Guarda Municipal e o grupo vocal Uma Só Voz, hoje, dia 1º de março, às 10h, no Monumento a Estácio de Sá, no Parque do Flamengo. À noite, o Cristo Redentor se une à celebração, ganhando uma iluminação especial na cor azul.

O projeto “Uma só voz”, formado pela população de rua, é inspirado na iniciativa britânica “With one voice”, que se apresentou em 2012 na Royal Opera House, em Londres. Foi a primeira vez que a população de rua foi incluída na programação cultural em uma Olimpíada. Mais de 300 membros de ONGs locais prestigiaram a apresentação, que aconteceu em um dos mais importantes espaços culturais da Europa. Após três anos de intercâmbio e capacitação entre Brasil e Inglaterra, o projeto Uma Só Voz marcou presença na programação cultural dos Jogos Rio 2016, resgatando a dignidade e a autoestima da população de rua por meio da arte. No show dos 452 anos da cidade do Rio de Janeiro, o repertório do coral incluiu canções como “Cidade Maravilhosa”, “Samba do avião”, “Aquele abraço”, “Garota de Ipanema”, “Wave”, “Love me do”, “Freedom” e “This little light of mine”.

branco_50x50

Saiba mais sobre o Elemento Arquitetônico
Monumento a Estácio de Sá

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

 

Aterro Presente – Abordagem

 

Réveillon Parque 243

Decorridos oito meses do início da Operação Aterro Presente, no Parque do Flamengo, em dezembro de 2015, é inegável a melhora da segurança na área. A atuação dos agentes da operação, que fazem constantes abordagens a indivíduos suspeitos, tem inibido a ocorrência de delitos.

Já havia presenciado diversas abordagens, mas não estava nos meus planos ser alvo de uma delas, o que aconteceu ontem 29/08 no canteiro central entre as pistas de alta velocidade, nas imediações da Praça Cuauhtémoc, a conhecida praça do índio. Por volta do meio dia fui abordado por dois agentes da operação, um deles de arma em punho. Como cidadão me senti constrangido e assustado por ter uma arma letal para mim apontada.

Devo ressaltar que, no meu entender, aquela forma de abordagem não tenha sido a apropriada, por ter sido desproporcional. Digo isso porque eu não representava uma iminente ameaça à integridade física dos dois agentes por estar, naquele momento, em desvantagem numérica e com ambas as mãos ocupadas, já que carregava em uma delas uma sacola e na outra minha máquina fotográfica, meu instrumento de trabalho no parque. Executaram a devida revista corporal, verificaram meus pertences e documento de identidade e, após esse ritual, me explicaram que tal procedimento estava relacionado a uma denúncia que haviam recebido sobre um indivíduo suspeito que estaria trajando roupas parecidas com as minhas. Apesar desse dissabor não posso deixar de registrar que os agentes, após todas as verificações, foram educados e se desculparam pela abordagem a qual fui exposto.

Penso que a situação por mim vivenciada não é a ideal, mas entendo que não vivemos num mundo ideal. Entendo que assim como a população civil sente-se ameaçada pela violência que a criminalidade lhe impõe diariamente, os agentes da lei a sentem ainda mais, pois eles são a linha de frente no seu enfrentamento. Entendo que em determinadas situações a análise dessa ameaça possa ser superestimada por esses agentes, dado o extremo estresse a que são submetidos, constantemente, no exercício de suas funções. Mas penso, também, que o discernimento deve ser aplicado a todo e qualquer momento para evitar, principalmente, acidentes e a exacerbação da violência por aqueles que a devem combater.

Procurei pela coordenação do Aterro Presente no parque para relatar o ocorrido. Mesmo achando inapropriada a forma de abordagem, minha intenção era parabenizar, passado o susto inicial, a dupla de agentes por sua efetividade.  Fui recebido atenciosamente pelo capitão André Ramos a quem apresentei meu questionamento quanto à situação por mim vivenciada. O oficial acatou minha ponderação sobre o sucedido e informou-me que os agentes aos quais dirigia minha felicitação eram o tenente Almir e o soldado Helbert. O capitão agradeceu-me pela iniciativa de procurá-lo para elogiar a atuação de seus agentes e, aproveitando a ocasião, reforcei o pedido para que os veículos da operação deixem de usar as passarelas de pedestres como atalho para encurtarem seus deslocamentos no interior do parque. 

Apesar das ressalvas supracitadas, não posso me furtar a reconhecer que o trabalho desempenhado no parque pela Operação Aterro Presente, em suas linhas gerais, está sendo bem executado, o que não o exime de passar por um continuado aperfeiçoamento. Para isso a participação da população é primordial, fazendo denúncias, oferecendo sugestões e criticando quando necessário, mas, também, elogiando quando merecido.  

Em tempo: a abordagem não foi filmada como ocorria quando da implantação da operação.

Disque Aterro Presente: 98496-0114/operaçãoaterropresente@segov.rj.gov.br

 Sementes VII 109

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

“Nova” Iluminação do Parque do Flamengo

branco_50x50

Finalmente, começaram as obras para a implantação da nova iluminação baixa do Parque do Flamengo. Funcionários da RioLuz estão rasgando o parque em toda a extensão da ciclovia para a fixação de 402 postes com lâmpadas de 100 watts. A obra está sendo executada em regime de urgência, com o trabalho se estendendo pelo período noturno.

branco_50x50

Galeria

branco_50x50

Antiga reivindicação dos frequentadores, encampada pela vereadora Leila do Flamengo, que conseguiu junto à Prefeitura a verba para sua realização, a obra, apesar de já estar prevista desde 2014, não tem autorização nem do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), nem do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), órgãos responsáveis, respectivamente, pela elaboração do projeto e sua posterior aprovação e liberação. Falta de tempo não pode ser alegada. Portanto, uma obra não autorizada, que poderá será embargada pelo Ministério Público Federal a qualquer momento. Acrescente-se a isso, a inexistência da placa obrigatória constando as informações sobre a mesma: nome da obra, valor total, objeto, início e término, agentes participantes e outras informações pertinentes.

Tanto a Prefeitura quanto a vereadora sabem que o parque é tombado, e que toda e quaisquer alterações em seu projeto original devem ser submetidas à análise dos órgãos responsáveis por sua preservação. Projeto algum foi elaborado pelo IRPH para essa nova iluminação. Tudo indica que a RioLuz está executando o antigo projeto de iluminação baixa que foi rejeitado pelo IPHAN em 1999, ou seja, estão implantando, em 2016, uma solução elaborada há 17 anos, já ultrapassada diante do avanço tecnológico ocorrido desde então.

branco_50x50

Galeria1

branco_50x50

Avanço tecnológico que já se faz presente no parque. A empresa General Electric (GE) doou e está testando, em um dos postes, um novo sistema de iluminação inteligente que faz uso de luminárias de LED, o mesmo instalado no Cristo Redentor. Elas podem ser associadas a câmeras e sensores e transmitir dados. Além de aumentar a sensação de segurança essa nova ferramenta facilitará a manutenção, pois checará o funcionamento das luminárias e avisará à RioLuz quando houver problemas. A nova tecnologia também permite ajustar a luz conforme o trânsito. De acordo com as normas de iluminação viária, quanto maior o tráfego ou a velocidade permitida, mais intensa deve ser a luz. Então, dependendo do fluxo e da velocidade, o sistema ajusta a luminosidade das luminárias à necessidade do momento. Essa modulação propiciará uma considerável diminuição no consumo de energia do parque que hoje é de 1.161 Kw e será reduzido para 237,6 Kw. Uma substancial economia para os cofres públicos. O IPHAN está analisando a adoção desse novo aparato tecnológico que, caso seja aprovado, será instalado pela General Electric em todo o Parque do Flamengo.  

branco_50x50

Galeria2

branco_50x50

A Prefeitura e a vereadora têm ciência desses fatos e, ainda assim, estão gastando dinheiro público adotando um sistema de iluminação defasado em uma obra feita a toque de caixa. Eles não querem uma obra bem feita, eles querem a obra feita. Não sabemos quanto vai custar, contudo sabemos quando vai terminar: antes das eleições municipais de outubro deste ano. Afinal esse é o modus operandi de nossos políticos, inaugurarem obras às vésperas do pleito para angariarem votos.

Recentemente, vivenciamos os malefícios que essa persistente prática pode causar: o trágico acidente ocorrido na Ciclovia Tim Maia, que resultou na morte de duas pessoas e em prejuízo financeiro para os cofres públicos, leia-se, dinheiro do contribuinte. Tanto lá como cá a obra não passou pelo crivo dos órgãos competentes. A urgência para a entrega atropelou todos os parâmetros do bom senso no trato da coisa pública.

O Instituto Lotta não é contra a implantação de uma nova iluminação, mas defende que a mesma seja criteriosamente planejada, analisada, aprovada, liberada e executada. Dessa maneira, equívocos e gastos desnecessários são evitados durante a elaboração e realização do projeto. Existem áreas sombreadas no parque que realmente necessitam de iluminação baixa, mas não é preciso que de 20 em 20 metros haja um poste iluminado, como estão sendo colocados agora. Burle Marx já dizia, a respeito de uma das propostas de iluminação apresentadas à época, que se aquilo fosse aprovado, o parque iria ficar parecendo um “paliteiro”. E é isso que acontecerá, uma completa mutilação do projeto original se a obra, ora em andamento, for concluída.

Para evitar interferências desse tipo é que Lotta de Macedo Soares, a idealizadora do parque, lutou pela criação de uma fundação para a sua administração. Ela anteviu, que se o parque ficasse ao sabor dos interesses políticos, tanto sua manutenção quanto sua preservação estariam ameaçadas, ao dizer: “Se cada secretaria, cada departamento, cada político com a sua idéia particular, com a sua área de influência vier com proposições fora do espírito pelo qual o parque foi planejado, será a rápida destruição, ainda sem estar terminada, de uma obra única”. Para ela, somente uma administração profissional e responsável seria capaz de salvaguardar, em seu melhor sentido social e humano, uma área tão grande e complexa como o Parque do Flamengo.

O momento político e econômico adverso que o país e toda a sociedade brasileira agora experimentam, é o reflexo da falta de comprometimento de nossas autoridades no trato da coisa pública. A situação exige da classe dirigente uma postura mais respeitosa, cuidadosa  e transparente no uso do dinheiro do contribuinte. Ele não pode e não deve ser desperdiçado em obras que visam, eminentemente, a dividendos eleitorais. O Parque do Flamengo e a população não merecem e não aceitam isso!

branco_50x50

Saiba mais em: http://www.parquedoflamengo.com.br/sobre-o-parque/a-iluminacao/

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

Inaugurada a galeria de cintura da Marina da Glória

branco_50x50

Sementes II 089

branco_50x50

Após sucessivos atrasos, finalmente, foi inaugurada a galeria de cintura da Marina da Glória. Projetada para captar os lançamentos clandestinos de esgoto nas quatro galerias de águas pluviais que deságuam na marina, a obra, inaugurada pela Cedae no dia 15/04, custou R$ 14 milhões e estava prometida desde 2011. A tecnologia aplicada na obra é de origem alemã. Um equipamento conhecido como “tatuzinho”, uma versão menor, porém, semelhante ao shield utilizado nas obras do metrô, perfurou o subsolo sem a necessidade de interrupções no trânsito. A partir de agora, o esgoto despejado em tempo seco na rede de águas pluviais da região, será captado e encaminhado para a elevatória da marina.

A galeria tem duas redes coletoras em uma extensão total de 630 metros e diâmetro de 300 e 600 milímetros. Com capacidade de bombear até 450 litros de efluentes por segundo, a elevatória envia o esgoto para o Interceptor Oceânico, de onde este segue para o Emissário Submarino de Ipanema. A conclusão da obra livrará a Baía de Guanabara, raia de competição esportiva e palco das provas de vela das Olimpíadas Rio 2016, de receber um considerável volume de esgoto não tratado, o que contribuirá sensivelmente para a queda do nível de poluição de suas águas.

Segundo matéria publicada na edição de 28/05 do jornal O Globo, o último boletim de balneabilidade divulgado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em medição realizada no dia 23/05, diz que a Praia do Flamengo está própria para o banho. A aferição foi realizada junto à foz do Rio Carioca e em frente à Rua Correa Dutra. Para o biólogo e ambientalista Mário Moscatelli, é possível que isso possa estar ocorrendo devido à inauguração da galeria de cintura da Marina da Glória. No ano passado a Praia do Flamengo ficou quase 100% do tempo imprópria para o banho.

Apesar dessa boa notícia, muitas das promessas de nossas autoridades em relação aos problemas causados pela poluição, não foram cumpridas. O tão alardeado legado que os jogos olímpicos deixariam para a despoluição da Baía de Guanabara, não vai ser entregue. A meta de tratamento de 80% do esgoto lançado em suas águas não saiu do papel. A praia de Botafogo continua a receber esgoto não tratado, proveniente do rio Berquó, que desagua em sua enseada. A mesma situação vivida pela praia da Urca, vítima de esgoto proveniente de ligações clandestinas na rede de águas pluviais. As lagoas da Barra da Tijuca morrem lentamente, asfixiadas pela poluição causada pelo esgoto e lixo provenientes dos rios da baixada de Jacarepaguá que nelas deságuam. Soma-se a tudo isso, a falta de saneamento e de coleta de lixo nos 15 Municípios que circundam a baía e nela despejam esses dejetos. Mais uma vez, as esperadas obras ambientais que solucionariam definitivamente esses problemas, ficaram pelo caminho. Eram somente, as tão conhecidas e tão normalmente descumpridas, promessas políticas.

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

 WP_20160525_12_56_24_Pro

 

Novos restaurantes no Parque do Flamengo

1-PHLota 072

 

A área antes ocupada pelo Porção Rio’s já tem novo concessionário. Quem venceu a licitação para a exploração do local foi o empresário gaúcho Jair Coser, fundador junto com seu irmão Arri Coser, da rede de churrascarias Fogo de Chão, vendida em 2011 por 300 milhões de dólares, ao fundo americano de private equity GP Investiments, um tipo de fundo que compra participações em empresas. A concessão é válida pelo prazo de 20 (vinte) anos, improrrogável.

Conforme o estabelecido no Edital de Licitação, é expressamente vedada a terceiros a utilização da área concedida, assim como sua subconcessão. O concessionário fica obrigado a recompor o calçamento, em pedra portuguesa, de parte da área de estacionamento; demolir a área acrescida à edificação; restituir as varandas suprimidas e refazer jardineira, com o plantio das espécies indicadas; tudo isso de acordo com o projeto original “Jardins do Restaurante do Parque do Flamengo”, de autoria de Burle Marx, no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias, com a prévia apresentação e aprovação de projeto de recuperação integral da área alterada no IPHAN, que acompanhará sua execução.

Jair Coser, que atualmente é o sócio majoritário da rede de restaurantes especializada em carnes Corrientes 348, pretende transformar o local em um minipolo gastronômico, com três estabelecimentos de diferentes especialidades. O investimento previsto para a reforma é de cerca de R$ 15 milhões. Com isso o empresário terá quatro estabelecimentos funcionando no Parque do Flamengo, já que no mês passado inaugurou na Marina da Glória, uma filial do Corrientes 348.

Finalizadas as obras na área, o Parque do Flamengo voltará a ter em suas extremidades equipamentos revitalizados (Rio’s e Marina), que certamente atrairão enorme contingente de pessoas, tornando o local mais movimentado e, consequentemente, mais seguro para todos os frequentadores e visitantes. É tudo isso e muito mais que queremos para o nosso parque.

 

Inaugurada a Nova Marina da Glória.

branco_50x50

InauMarina 002

branco_50x50

“Marinas são “a janela da cidade”, local para onde as pessoas se dirigem a fim de descontrair, contemplar, observar o mar, a atividade náutica e as pessoas. Não necessariamente para andar de barco. É fato notório que grande parte dos visitantes em marinas chegam ali por terra, e a maioria não possui barco. Não se limitam a ser meras garagens de barcos, são espaços multifuncionais que oferecem além de infraestrutura náutica, atrações culturais que as tornam parte vibrante de suas cidades. Estabelecem uma noção de identidade com a população local, melhoram a qualidade de vida e incrementam a cadeia de turismo, trazendo prosperidade econômica”.

Iniciadas em dezembro de 2014, as obras de revitalização da Marina da Glória e do seu entorno ainda não terminaram, mas o espaço foi oficialmente inaugurado na última quinta-feira, 07 de abril. Após dezesseis meses de obras o carioca recebe de volta uma área a qual não tinha pleno acesso desde 1984, época em que a marina foi gradeada e separada do Parque do Flamengo.

Onde antes havia um equipamento obsoleto e degradado, surge uma nova e moderna área dedicada não só ao esporte e infraestrutura náuticas. Utilizando os conceitos atualmente aplicados nas mais modernas marinas do mundo, a nova Marina da Glória oferece espaços multifuncionais onde você encontra lojas de produtos náuticos, cursos de vela, mergulho e de aptidão náutica; além de passeios turísticos, bares, restaurantes (inclusive um de comida a quilo) e área dedicada à realização de eventos culturais. Por estar inserida dentro do Parque do Flamengo, essa esplêndida área pública de lazer à beira mar, a nova marina ainda será um ponto de apoio aos frequentadores do parque, oferecendo estrutura de banheiros e bicicletários. Um território antes restrito aos donos de barcos, agora pode ser frequentado por todos, cariocas e turistas.

A partir de 13 de julho até 20 de setembro de 2016 o local será entregue à operação exclusiva do Comitê Organizador da Rio-2016. A marina sediará os eventos Olímpico e Paralímpico de Vela e, por essa razão, esse órgão passará a coordenar a circulação de pessoas dentro do espaço, seguindo as normas adotadas para todos os equipamentos olímpicos e sob o controle das forças de segurança locais.

Após o término das Olimpíadas e a devolução da área pelo Comitê Organizador, serão iniciadas as obras de urbanização da esplanada de 30 mil metros quadrados, antes usada para eventos. Um projeto do escritório Burle Marx dotará o espaço de ciclovia, mirante e árvores nativas, integrando-o novamente ao parque. De lá se poderá contemplar a Baía de Guanabara, Pão-de-Açúcar, Cristo Redentor e muito mais.

A pedido da BR Marinas, concessionária da marina, o arquiteto Haruyoshi Ono (Haru), sócio do escritório Burle Marx, desenvolveu um projeto para a revitalização da área do parque conhecida como “Bosque dos Piqueniques”, o qual foi doado à Prefeitura do Rio de Janeiro. Além disso, em acordo assinado entre o Ministério Público Federal (MPF) e a BR Marinas, esta se comprometeu a instalar a rampa pública para embarcações, em área próxima ao Aeroporto Santos Dumont, atualmente utilizada como estacionamento. Os dois espaços estão localizados fora dos limites de sua área de concessão.

Em discurso saudando a inauguração da marina, Washington Fajardo, Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) e do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural (CMPC), ressaltou a importância das mulheres envolvidas ao longo do tempo com o Parque do Flamengo. Citou Lotta de Macedo Soares, sem a qual o parque não existiria; as arquitetas  Laura Di Blasi e Aline Xavier,  do IRPH, envolvidas no processo de revitalização do Bosque de Piquenique; Jurema Machado e Mônica Costa, respectivamente, presidente e superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN); e  Gabriela Lobato Marins, presidente da BR Marinas, que em seu pronunciamento disse: “A cidade tem uma nova porta de entrada pelo mar, totalmente remodelada e inserida em um cartão postal da cidade. Estamos ao lado do Centro e da Zona Sul, dentro de um parque e vizinhos de equipamentos importantes para a cidade como o Aeroporto Santos Dumont e o MAM. Esperamos muitos visitantes, não apenas os amantes da náutica. A ideia do projeto é exatamente esta: trazer o carioca e os turistas para cá e fazer com que a cidade se reencontre com o mar”.  

Pegando carona nas palavras de Gabriela, o Movimento #OCUPAPARQUE, acredita que a Marina da Glória além de proporcionar o reencontro do carioca e dos turistas com o mar, promoverá o reencontro destes com o Parque do Flamengo.

branco_50x50

InauMarina 062

InauMarina 090

InauMarina 122

Col9

Col10

Col11

Col16

Col13

Col15

Col12

marinadagloria_inauguracao_1

branco_50x50


branco_50x50

branco_50x50branco_50x50

https://www.youtube.com/watch?v=Uhg6IXt-RPU

branco_50x50


branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

Operação Aterro Presente – Balanço do 3º Mês

branco_50x50

Aterro Presente-001

branco_50x50

Completados três meses da Operação Aterro Presente, não se pode negar a melhora da segurança no Parque do Flamengo. É real o ganho apresentado pelas estatísticas oficiais divulgadas, que aferem a redução do número de ocorrências registradas na área. Apesar dessa constatação, ainda paira uma sensação de insegurança nos frequentadores e nos moradores do entorno. O que é perfeitamente natural devido à ocorrência de vários episódios de violência e crime ali praticados.

Diminuir a sensação de insegurança é uma operação mais complexa, demanda tempo para ser consolidada. É preciso restaurar a confiança dos frequentadores e dos moradores do entorno do Parque do Flamengo quanto à aplicação dessa nova abordagem na manutenção da segurança na área. O restabelecimento dessa confiança está diretamente ligado à percepção de que esta não é mais uma ação pontual, e sim permanente. Mas não apenas isso, é necessário, também, que a Operação Aterro Presente cumpra exemplarmente as metas que nortearam a sua criação, ou seja, reduzir os índices de criminalidade, promover o reordenamento urbano e garantir o direito de ir e vir de moradores da área e frequentadores do Parque do Flamengo.

Essa não é uma tarefa fácil, requer o comprometimento e a dedicação de cada um dos envolvidos nessa operação, independente do nível hierárquico que ocupe. Todos devem estar cientes da importância do local onde estão atuando e do significado do trabalho que estão ali desempenhando. Cabe à população apoiar, incentivar e também fiscalizar e cobrar.

Entretanto, invertendo o sentido de uma antiga frase dita pelo General Junot ao invadir Portugal a mando de Napoleão, “nem tudo está como dantes no quartel do Abrantes”. É preocupante que já no terceiro mês de atuação da Operação Aterro Presente, indícios sinalizem que a eficácia e a qualidade do serviço, já não são mais as mesmas. O número de agentes agora atuando no Parque leva a crer que houve diminuição do efetivo e, não se vê mais, a ação dos funcionários da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social no acolhimento da população em situação de rua, um dos principais problemas do Parque e da cidade. Sabemos que essa não é uma empreitada de fácil solução, mas que parecia estar sendo resolvida nos primeiros momentos da operação. A presença dessas pessoas, em princípio, não representa um risco, desde que não sejam violentas. O problema é que se agregam a elas, ocasionalmente, marginais e criminosos, o que requer uma vigilância constante.

No tocante a atuação dos agentes da Operação Aterro Presente, estes têm deixado a desejar. Há algum tempo, vans e o automóvel Gol por eles conduzidos, vêm usando as passarelas para se deslocarem de um lado ao outro do Parque. Tal prática, além de afrontar a Lei e a Ordem, preceitos que norteiam o desempenho de suas funções, coloca em risco a segurança de todos, já que as passarelas foram projetadas para o trânsito de pessoas e não de veículos. A continuar esse inapropriado e proibido uso, danos estruturais com certeza nelas ocorrerão. Danos esses que podem por em risco a vida de pessoas e causar enormes prejuízos financeiros. Essa atitude pode servir de estímulo para que outros façam o mesmo, já que os obstáculos que impediam a passagem de veículos foram retirados para facilitar o livre trânsito das viaturas usadas no patrulhamento.

Os agentes da Operação Aterro Presente parecem desconhecer o fato de que o Parque do Flamengo é um bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e um Patrimônio Mundial como  Paisagem Cultural, título concedido  pela UNESCO. Agora ele não é só seu, meu, nosso, é um Patrimônio da Humanidade. Sua proteção é dever de todos, principalmente dos que ali estão para fiscalizarem a manutenção da Lei e da Ordem.

Por último fica aqui uma indagação que prefiro não seja verdadeira: será possível que a prática adotada pelos agentes de usar as vans e o Gol, está atrelada ao fato de ser mais confortável fazer o patrulhamento a bordo desses veículos refrigerados do que de moto, bicicleta ou a pé?

branco_50x50

Saiba mais sobre o assunto em:
Operação Aterro Presente
Balanço da Operação no 1º Mês

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

Palmeira Jerivá

branco_50x50

Jerivá 059

branco_50x50

Nativa da América do Sul, o Jerivá (Syagrus romanzoffiana), é uma palmeira elegante que alcança de 8 a 15 metros de altura, podendo chegar a 60 cm de diâmetro. As folhas são longas, com 2 a 4 metros de comprimento, arqueadas, pendentes, pinadas e com numerosos folíolos.

As inflorescências surgem o ano todo, em cacho pendente, grande, ramificado, com pequenas flores de cor amarelo creme. O fruto é do tipo drupa, de cor amarela ou alaranjada, de formato globoso a ovóide, com polpa fibrosa, suculenta e doce. Cada fruto contém uma única semente, como um minúsculo coco, de sabor amendoado. Tanto os frutos, como as sementes dos jerivás são comestíveis.

No paisagismo podem ser utilizados isolados, em grupos ou renques. Seu ar imponente e majestoso ajuda a criar projetos de jardins sofisticados a um custo não tão elevado, se comparado a outras palmeiras. Da mesma forma, seu jeitão tropical é perfeito para jardins descontraídos à beira-mar ou em sítios. O jerivá também é muito atrativo para a fauna silvestre. As inflorescências são visitadas por abelhas diversas e os frutos são avidamente devorados por maritacas, papagaios, caturritas e esquilos. No seu ambiente natural, atrai também cachorros-do-mato e raposas.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Quando jovem, esta palmeira aprecia o sombreamento parcial. Tolera bem o frio e o calor, adaptando-se a uma ampla variedade climática, no entanto, aprecia a umidade tropical. Resiste muito bem ao transplante, mesmo os indivíduos adultos. Multiplica-se por sementes postas a germinar em recipientes com substrato arenoso, mantido úmido. Semear na primavera e verão, logo após a colheita e despolpa dos frutos quase maduros. A germinação ocorre após 2 a 5 meses.

Col

Col4

Col5

Col2

Col3

Fonte: http://www.jardineiro.net/plantas/jeriva-syagrus-romanzoffiana.html

Lótus: Uma flor no Parque

branco_50x50

Museu do Amanhã 106

branco_50x50

Lótus (Nelumbo nucifera), também chamada de Flor-de-lótus, Lótus-da-índia, Lótus-sagrado é uma planta nativa da Ásia e Oceania, habitante de cursos de água lentos ou lagoas de água doce, vivendo a pouca profundidade. É enraizada no fundo lodoso por um rizoma vigoroso, do qual partem grandes folhas arredondadas, sustentadas acima do espelho d’água por longos pecíolos. Multiplica-se pela divisão da planta e por suas sementes, famosas por sua longevidade, pois podem germinar após vários séculos.

Suas flores, formadas no verão, são muito belas, e podem ser brancas ou róseas. Produz frutos com sementes comestíveis e sua folhagem e flores desaparecem no inverno. Na Ásia, suas pétalas são empregadas como enfeites, enquanto suas largas folhas são utilizadas para embrulhar comida.

No oriente, a flor de lótus significa pureza espiritual. A água lodosa que acolhe a planta é associada ao apego e aos desejos carnais, e a flor imaculada que desabrocha sobre a água em busca de luz é a promessa de pureza e elevação espiritual.

No simbolismo budista representa a pureza do corpo e da mente e, por isso, são flores sagradas para os povos do oriente. Diz a lenda que quando o menino Buda deu os primeiros passos, em todos os lugares que pisou, flores de lótus desabrocharam. Por esse motivo a maior parte das divindades costuma surgir sentada sobre uma flor de lótus durante o ato de meditação.

Na literatura clássica de muitas culturas asiáticas, ela simboliza elegância, beleza, perfeição, pureza e graça, sendo frequentemente associada aos atributos femininos ideais.

Também é muito usada em tatuagens com diferentes significados associados a cada cor da flor. A de cor branca está relacionada com a perfeição do espírito e da mente, estado de pureza total e natureza imaculada. Normalmente é representada com oito pétalas. A cor de rosa é a mais importante e especial por estar associada a personagens divinos, como é o caso do Grande Buda.

No Japão ela é muitas vezes tatuada em conjunto com o peixe koi, significando individualidade e força. Na Yoga, a posição de Lótus (Padmásana) é a postura tradicional de meditação, em que a pessoa sentada entrelaça as pernas e pousa as mãos sobre os joelhos.

A flor de Lótus fechada ou em botão é um simbolismo das infinitas possibilidades do homem. Quando aberta representa a criação do Universo.

branco_50x50

Réveillon Parque 105

Réveillon Parque 135

Réveillon Parque 110

Réveillon Parque 051

Réveillon Parque 059

Museu do Amanhã 102

Museu do Amanhã 117

Réveillon Parque 050

Museu do Amanhã 122

Museu do Amanhã 113

O Amanhã

branco_50x50

Museu do Amanhã 043

branco_50x50

A cigana leu o meu destino / Eu sonhei / Bola de cristal, jogo de búzios, cartomante / Eu sempre perguntei / O que será o Amanhã

O ano era 1978 e assim começava a letra do samba enredo da Escola de Samba União da Ilha do Governador, uma indagação sobre o Amanhã. Naquela época a letra do samba sugeria a bola de cristal, o jogo de búzios e a cartomante para obter-se a resposta que, dependendo do que se queria saber, poderia demorar três dias. Trinta e oito anos depois, em 2016, os tempos são outros. Estamos na era e na velocidade da informática, o amanhã é agora e basta uma ida ao Museu do Amanhã que você terá respostas não só sobre o amanhã, mas, também, sobre o agora, de onde viemos, quem somos, onde estamos, para onde vamos e como queremos ir, tudo em poucas horas e no mesmo dia.

Inaugurado em 19 de dezembro na Praça Mauá, o Museu do Amanhã foi desenhado pelo renomado arquiteto espanhol Santiago Calatrava. Com 338,3 metros de comprimento e 20,85 metros de altura, o museu branco neve tem 15 mil metros quadrados de área construída. Calatrava diz que se inspirou em uma bromélia que guarda semelhanças com a planta da espécie Tillandsia cyanea, nativa das Américas do Sul e Central.

Projetado para ser sustentável, a energia interna do museu é produzida por meio de placas que transformam a luz do sol em energia elétrica. Para captar a maior quantidade possível de luz solar, 5.492 painéis fotovoltaicos divididos em 24 módulos foram instalados na cobertura e se movimentam ao longo do dia, gerando 247,9 MWh por ano. A produção permite acender, por uma hora, aproximadamente quatro milhões de lâmpadas incandescentes de 60 w. Ainda na linha da sustentabilidade, no subsolo funciona o sistema de refrigeração que capta e filtra a água da Baía de Guanabara, a bombeia para formar o espelho d’água e depois a devolve, mais limpa, ao mar.

O museu conta com o chamado “Observatório do Amanhã” que funciona como um radar, recebendo e repercutindo informações de centros produtores de conhecimento em ciência, cultura e tecnologia do Brasil e do exterior. O espaço é também um legitimador dos conteúdos das exposições, ao mantê-las constantemente atualizadas com informações científicas. E tem, ainda, o papel de incentivar o debate de ideias e visões sobre os temas pertinentes ao museu.

Segundo seu diretor, o historiador da ciência Alfredo Tolmasquim, o Observatório tem a incessante missão de perguntar quais são as grandes oportunidades e ameaças para a sociedade nos próximos cinquenta anos. Essa tarefa é realizada de duas maneiras. Uma é feita pelo sistema Cérebro, um software que se conecta a instituições de referência em todo o mundo para garantir que os dados da exposição principal estejam atualizados. A outra é realizada por uma equipe que acompanha tendências e procura perceber questões que possam vir a ser incorporadas às experiências do museu. São temas “portadores de futuro”, como define o diretor.

O Observatório do Amanhã atua também como emissor de conhecimento e de debate. Atento aos temas mais urgentes e atuais da sociedade, o espaço tem o objetivo de promover reflexões e, constantemente, disseminar conhecimento em eventos, encontro de ideias e debates e palestras online, recebendo convidados e promovendo intercâmbios com uma rede de instituições parceiras, como a Academia Brasileira de Ciência e a International Union for Conservation of Nature (IUCN).

O Programa de Educação do Museu do Amanhã tem capacidade para receber 90 mil pessoas por ano, com o desafio de que cada uma das visitas seja um encontro para refletir juntos sobre os amanhãs possíveis. Conta com uma equipe interdisciplinar para a realização de visitas mediadas e escolares e propõe eixos temáticos para o debate dos professores com os alunos, trazendo as questões abordadas no museu, sua arquitetura, a Baía de Guanabara e a região histórica do entorno.

As atividades educativas foram concebidas para incluir e conectar pessoas de diferentes faixas etárias, formações, regiões geográficas e contextos socioeconômicos. Em “Minha avó também faz ciência”, crianças e idosos são convidados a participar de atividades conjuntas, unindo saberes de diferentes formações e épocas, mostrando que o aprendizado é um processo constante.

Já o fórum de debates “Manifestação” reúne jovens para refletir sobre o Amanhã, com encontros que podem culminar com uma festa na Praça Mauá, em frente ao prédio. No curso modular “Por dentro do Amanhã”, cada experiência do museu será aprofundada através de debates com os professores sobre temas como a relação do homem com o ambiente, consumo sustentável, superpopulação, desigualdade, multiculturalidade, saúde, novas tecnologias e mundo do trabalho. 

O programa de acessibilidade, por sua vez, utilizará audioguias, videoguias, visitas em libras e maquetes táteis. Também são objeto de estudo a área externa do edifício, a Baía de Guanabara e a região histórica onde o museu está localizado, a chamada Pequena África. O objetivo é incentivar o desenvolvimento do pensamento científico, sempre desmitificando a ciência e aproximando-a do cotidiano.

Pensando no impacto dos avanços tecnológicos e nas transformações que eles promovem na sociedade, o Museu do Amanhã desenvolveu uma área especialmente dedicada à inovação e à experimentação: o Laboratório de Atividades do Amanhã (LAA). A área tem dois focos principais de atuação: os efeitos e resultados das tecnologias exponenciais – como inteligência artificial, internet das coisas, robótica, genômica, impressão 3D, nano e biotecnologia – e o futuro de determinados temas, como trabalho, urbanização, fabricação e alimentação.

Para desenvolver esses tópicos, o espaço desdobra-se em quatro frentes de atuação: educação, atividades, programa de residência criativa e exposições. Na área de educação, os cursos são dirigidos a vários públicos, explorando desde a internet das coisas e os dispositivos vestíveis até introdução à robótica,  eletrônica e conexão digital para idosos.

Entre suas atividades, o LAA vai oferecer palestras, grupos de discussão e encontros, além de ações da chamada ‘ciência cidadã’, na qual pessoas sem formação científica trabalham em conjunto com especialistas para desenvolverem pesquisas sobre problemas locais e globais. Além disso, vai promover desafios, chamadas criativas e maratonas de programação de softwares. 

O programa de residência criativa do LAA vai selecionar inovadores de todo o mundo para que, durante um período de um a três meses, trabalhem em projetos emergentes em sua área de atuação. Os participantes serão escolhidos pela qualidade do trabalho, pela capacidade de promover impactos sociais ou ambientais e pela habilidade de desenvolver projetos em ambientes transdisciplinares. O laboratório também será uma plataforma para pesquisadores, startups, empresas e criativos compartilharem projetos e ideias.

O Museu do Amanhã é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido e realizado em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo, tendo o Banco Santander como Patrocinador Máster. O projeto conta ainda com a BG Brasil como mantenedora e o apoio do Governo do Estado, por meio de sua Secretaria do Ambiente, e do Governo Federal, por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

O museu funciona de terça a domingo, das 12h às 19h, com última entrada  para as exposições às 17h. A entrada custa R$ 10.

Menores de 21 anos, estudantes de escolas e universidades particulares, pessoas com deficiência, servidores públicos do município, moradores da cidade e clientes Santander pagam R$ 5.

Alunos e professores da rede pública, crianças menores de 5 anos, pessoas com mais de 60 anos, funcionários de museus ou associados do Icom, Guias de Turismo e moradores do entorno do museu têm entrada gratuita.

Obs: às terças-feiras a entrada é gratuita.

branco_50x50

Museu do Amanhã 384

Museu do Amanhã 391

Museu do Amanhã 395

Museu do Amanhã 417

Museu do Amanhã 407

Museu do Amanhã 402

Museu do Amanhã 041

Museu do Amanhã 047

Museu do Amanhã 018 Museu do Amanhã 029 Museu do Amanhã 025

Museu do Amanhã 017

Museu do Amanhã 060 Museu do Amanhã 050 Museu do Amanhã 062 Museu do Amanhã 427 Museu do Amanhã 430

Aterro Presente – 1º Mês – Balanço da Operação

branco_50x50

Réveillon Parque 243

branco_50x50

Após um mês de funcionamento da operação Aterro Presente já é visível a melhora na segurança do Parque do Flamengo. O efetivo de 164 agentes que trabalham de segunda a sábado, das 6h às 22h, e aos domingos e feriados, das 7h às 19h, com o apoio de 27 bicicletas, oito motocicletas, quatro viaturas e três vans, vem desempenhando de forma eficaz o patrulhamento na área entre o Aeroporto Santos Dumont e o Monumento a Estácio de Sá.

A maior parte das ocorrências registradas no primeiro mês de atuação do novo policiamento no Parque do Flamengo está relacionada à posse e consumo de drogas. Nos primeiros dias da operação 78 pessoas foram detidas por esse motivo. O porte de arma branca ocasionou a detenção de outras nove, todas encaminhadas para a 9ª DP (Catete) para averiguação. Alguns indivíduos foragidos da justiça e vários suspeitos, também foram detidos e encaminhados à delegacia.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social realizou diversas ações de acolhimento. O número de moradores de rua diminuiu sensivelmente. O Jardim Suspenso, área contígua ao MAM, antes totalmente tomada por essas pessoas, assim como por marginais que a elas se misturavam, agora já pode ser novamente frequentado e apreciado.

O Jardim Sinuoso, área localizada entre as pistas, compreendida entre a Praça do Russel e o início dos Campos de Pelada, onde estão localizadas as passarelas de acesso à Marina da Glória, local de grande vulnerabilidade, já pode ser atravessado sem sobressaltos.

O trecho entre o MAM e o Teatro de Arena, apelidado de área do medo, melhorou muito, mas precisa de atenção constante por ser um dos mais problemáticos do Parque. A reinauguração da Marina deve propiciar o aumento da circulação de pessoas na área, o que refletirá positivamente na segurança.

Para o capitão Leonardo Laureano, coordenador da operação, já houve queda no número de ocorrências. Fato que ele atribui à presença do policiamento na área. Até o presente momento a efetividade da operação Aterro Presente aumentou a segurança e, como consequência, diminuiu a sensação de insegurança que imperava no Parque do Flamengo. Esperamos que esse ganho permaneça.

Cabe agora aos moradores do entorno e aos frequentadores do Parque do Flamengo voltarem a circular na área como um todo. O abandono só beneficia àqueles que estão mal intencionados. Vamos ocupar o Parque, ele é nosso, é de quem o ama e não dos que dele só querem tirar proveito.

Colaborem com o policiamento denunciando irregularidades, dando sugestões, valorizando o trabalho dos agentes, mas também cobrando a permanência da qualidade na prestação do serviço.

Disque Aterro Presente: 98496-0114 /operaçãoaterropresente@segov.rj.gov.br

branco_50x50

Tarde no Parque 066

Tarde no Parque 093-001

Parque Abil 306

Natal 2015 088

Tarde no Parque 038

Pataca 276

Réveillon Parque 208

Réveillon Parque 443

Pataca 213

Árvore e/ou Escultura

branco_50x50

 Pataca 234

branco_50x50

Tataré, Jacaré, Angico-branco, Piteco, Jurema, Vinhático-de-espinho esses são os nomes populares do Pithecolobium tortum, árvore nativa da costa atlântica do Brasil. Seu tronco e galhos retorcidos e descamados conferem a esta árvore um aspecto diferente, que pode ser definido como uma escultura natural moldada pela relação do clima com a terra. Essa interação revela o processo extremamente rico e inventivo de criação da própria natureza.

Essa árvore espinhenta pode atingir de 7 a 12 metros. Sua casca é lisa, esbranquiçada e descamada, expondo uma madeira branca e de aparência marmorizada, visualmente semelhante ao Pau-ferro. Suas folhas compostas, de cor verde claro, possuem cerca de três pares de espinhos e se fecham à noite ou quando sofrem uma grande perda hídrica.

Suas flores, que nascem no verão, são brancas com tons amarelados, globosas (em forma de pompom), com muitos estames e de forte perfume. O fruto é um legume em formato helicoidal, popularmente conhecido como “orelha de macaco”. A maturação ocorre entre o final do inverno e início da primavera. As sementes são amareladas com cerca de 5mm e, embora numerosas, têm baixa capacidade de germinação.

O Tataré é uma árvore útil para a recomposição de áreas degradadas, pois suporta bem a insolação direta e não é particularmente exigente quanto às condições do solo. É, também, muito popular como bonsai, dada sua resistência e aparência distinta. Ela é muito adaptável e fácil de modelar, pois seu crescimento rápido e galhos estratificados na horizontal, permitem o treinamento mesmo sem aramação, utilizando apenas a poda.

O Pithecolobium tortum foi uma das muitas árvores nativas introduzidas pelo paisagista Roberto Burle Marx e o botânico Luiz Emygdio de Mello Filho no projeto paisagístico do Parque do Flamengo.

branco_50x50

Pataca 227

Pataca 228

2011_0802Escola0151

Pataca 230

Réveillon Parque 255

Réveillon Parque 256

Réveillon Parque 258

Réveillon Parque 260

Réveillon Parque 263

Réveillon Parque 264

   Réveillon Parque 266

Réveillon Parque 267

Réveillon Parque 271

Réveillon Parque 270

Réveillon Parque 265

Tanque de Nautimodelismo – Esclarecimento

branco_50x50

nautimodelismo_vela_30branco_50x50

Sem utilização desde os anos 2000 e relegado pelo descaso ao esquecimento, o Tanque de Nautimodelismo do Parque do Flamengo foi reativado e reinaugurado, após pedido do Movimento #OCUPAPARQUE à Gerência de Monumentos e Chafarizes da Secretaria de Conservação e ao empenho de sua gerente, Vera Dias. A razão apresentada para que tal providência ainda não tivesse sido tomada, até àquele momento, era a de que depois de tanto tempo sem utilização e manutenção, o equipamento não teria condições de ser reativado sem uma grande reforma para a qual não havia verba disponível.

Para surpresa de todos bastou a abertura de um registro pela equipe de manutenção da Gerência de Monumentos e Chafarizes para que a água jorrase normalmente no tanque até seu pleno enchimento, o que provou a excelente qualidade da obra executada há cinquenta anos. Parabéns a Lotta, ao Grupo de Trabalho e a SURSAN. Após tal constatação o tanque foi esvaziado e a Comlurb realizou uma extensa limpeza para a retirada da camada de lodo e, ato contínuo, novamente enchido.

Uma das preocupações do #OCUPAPARQUE era, justamente, quanto à possibilidade de o tanque se tornar um criadouro de mosquitos Aedes Aegypti, o temido transmissor dos vírus causadores da Dengue, Chicungunha e Zika. Tal possibilidade foi descartada por Vera Dias ao garantir que sua equipe cuidaria da manutenção periódica do equipamento, o que vinha ocorrendo normalmente.

Tal empenho na reativação do tanque era para que ele fosse reinaugurado na festa de comemoração dos cinquenta anos do Parque. No dia 17 de outubro do corrente ano, o Tanque de Nautimodelismo foi reinaugurado com uma regata de barcos à vela, um dos vários eventos realizados ao longo desse dia por todo o Parque. Com a reinauguração os praticantes que a muito reivindicavam a volta da utilização do tanque, puderam voltar a praticar o esporte que tanto amam e para o qual o tanque foi projetado e construído.

É perfeitamente normal que moradores do entorno e pessoas que frequentam o Parque, mas desconhecem que o tanque tenha sido reinaugurado e que é regularmente monitorado por funcionários da prefeitura, manifestem preocupação quanto a tal volume de água parada. Como havia chovido muito no final de semana anterior, imaginaram que a água do tanque fosse proveniente dessa chuva e, por isso, fizeram a denúncia à mídia. Isso demonstra preocupação com a sua segurança e a de todos os outros. É uma atitude louvável e que deve ser replicada em qualquer situação de dúvida.

O repórter do Bom Dia Rio, Diego Haidar, que foi ao local apurar a denúncia procedeu corretamente ao procurar esclarecimentos junto à Secretaria Municipal de Saúde. Na resposta a secretaria que desconhecia, também, o fato de o tanque ter sido reinaugurado, informa que além do monitoramento que é feito regularmente, mandaria funcionários fazerem uma verificação no local. Esclarece, ainda, que mesmo que a água fosse proveniente da chuva, o que não era o caso, a grande insolação ali ocorrida elimina o risco de reprodução do mosquito.

Pelo que acreditamos ter sido um lapso de memória, coisa perfeitamente normal, a Vereadora Leila do Flamengo que teve participação ativa na festa de comemoração do cinquentenário do Parque e estava ciente dos esforços feitos pelo #OCUPAPARQUE e pela Gerência de Monumentos e Chafarizes da Secretaria de Conservação, para que o tanque voltasse a ser utilizado e do monitoramento por esta realizado, solicitou, através de ofício ao Secretário de Conservação, como publicado em seu facebook, o esvaziamento temporário do Tanque de Nautimodelismo para prevenir a proliferação de mosquitos que causam Dengue, Zika e outras doenças. 

Como entendemos que no afã de dar uma resposta imediata a uma pertinente preocupação de seus eleitores a vereadora tenha agido de maneira precipitada, já que deveria ter primeiramente consultado a Secretaria Municipal de Saúde antes de solicitar qualquer providência, como o fez corretamente o repórter Diego Haidar, entendemos, também, que diante da resposta da secretaria, tranquilizando a população quanto ao fato denunciado a vereadora envidará, com toda celeridade anteriormente empregada, os esforços necessários para que a situação que agora se apresenta, qual seja, o esvaziamento do tanque, seja revertida.

Como admiradora do trabalho de Lotta e defensora do seu legado, assim como nós, sabemos do amor que Leila do Flamengo devota ao Parque e por isso contamos com a sua importante colaboração para que, além do nautimodelismo, todos os outros equipamentos que dele fazem parte operem em sua plenitude, proporcionando a toda a população horas de lazer em recreação viva, alegre e construtiva, o grande desejo de Lotta de Macedo Soares.

branco_50x50

Parque Abil 350

branco_50x50

nautimodelismo_vela_16

branco_50x50

nautimodelismo_502

branco_50x50

NiverPark 048

branco_50x50

Parque Abil 385

branco_50x50

NiverPark 074

branco_50x50

nautimodelismo_204

branco_50x50

Parque Abil 377

branco_50x50

nautimodelismo_vela_30

branco_50x50

Parque Abil 407

branco_50x50

nautimodelismo_vela_23

branco_50x50

nautimodelismo_vela_14

branco_50x50

nautimodelismo_501

branco_50x50

nautimodelismo_vela_24

branco_50x50

Saiba mais sobre o Elemento Arquitetônico
e a prática desse esporte acessando

Tanque de Modelismo Naval

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

Secretário de Esportes e Lazer visita o Parque do Flamengo

branco_50x50

111

branco_50x50

Em uma iniciativa do Movimento #OCUPAPARQUE, o Secretário Municipal de Esportes e Lazer, Marcos Braz, visitou o Parque do Flamengo no último sábado, 28 de novembro de 2015.

Ciceroneado por Fernando Nascimento, do Instituto Lotta, Marcos Braz percorreu todo o parque. A intenção era mostrar ao secretário todos os equipamentos disponíveis, e incitá-lo a promover na área algumas das diversas atividades de esporte e lazer desenvolvidas por sua secretaria nos espaços públicos da cidade.

Marcos Braz se mostrou surpreso com o número de equipamentos para a prática de esportes que o parque possui, e lamentou não ter conhecido anteriormente a área que, segundo ele, pode ser amplamente utilizada por sua secretaria.

Aproveitando a oportunidade foram apresentados ao secretário os projetos de criação de uma Pista de Automodelismo, no playground do Morro da Viúva e de uma Escolinha de Remo, em área ainda a ser definida. Marcos Braz pediu que os projetos fossem encaminhados à sua secretaria para análise e prometeu empenhar-se na aprovação de ambos.

Fernando Nascimento chamou a atenção do Secretário para os diversos eventos esportivos que acontecem no parque, principalmente as corridas, organizadas por grandes empresas, mas que não deixam nenhuma contrapartida para o parque. O Secretário se comprometeu a conversar com essas empresas a fim de encontrar uma forma de o Parque do Flamengo ser beneficiado pela realização de tais eventos.

Marcos Braz e Bernardo Monteiro, seu assessor, ainda saborearam um caprichado prato feito no quiosque Zeronove, o famoso quiosque do Uthan, localizado entre as Quadras Poliesportivas, próximo ao Tanque de Nautimodelismo.

branco_50x50

119

Internacional: Antes Clube Náutico, agora Estacionamento.

FAB 010

branco_50x50

Em matéria de nosso Blog, publicada em 15/07/2015, com o título “A Candidata Duas Folhas”, criticávamos a atitude de pessoas que se autoproclamam defensoras do Parque do Flamengo, mas que verdadeiramente estão interessadas na promoção de seus projetos pessoais e fazem uso dele como plataforma para alcançarem seus objetivos.

Na ocasião chamávamos a atenção para as várias irregularidades que aconteciam no parque, sendo uma delas a demolição que ocorria nas dependências de um dos Clubes Náuticos, item nº 1 da relação anexa ao Processo n° 748-T-64 de Tombamento do Parque, mais precisamente do Clube Internacional de Regatas.

O tempo passou e nada aconteceu, nenhuma providência foi tomada para que tal demolição fosse interrompida. O resultado é que, hoje, um equipamento que foi tombado como clube náutico e que somente isso pode ser, foi transformado em um dos negócios mais lucrativos da cidade, um estacionamento. O empreendimento é de propriedade da empresa AS3 Park Estacionamento e Locação de Veículos Eirelli-EPP, CNPJ nº 21394190/0001-49, fundada em 12/11/2014, e que tem como logradouro o endereço do próprio clube na rua Jardel Jércolis nº 432-Glória, ou seja, onde deveria funcionar um clube náutico, hoje está instalada a sede de uma empresa privada que explora irregularmente o espaço como estacionamento. 

branco_50x50

clubes_nauticos_1

Clube Internacional de Regatas

Clube Internacional de Regatas

Clube Internacional de Regatas

Clube Internacional de Regatas

Clube Internacional de Regatas

Clube Internacional de Regatas

Clube Internacional de Regatas

Operação Aterro Presente. Implantado novo modelo de policiamento no Parque do Flamengo.

branco_50x50

Aterro Presente 026

branco_50x50

Em cerimônia realizada na manhã de ontem (01/12), no Monumento a Estácio de Sá, o governador Luiz Antonio Pezão acompanhou o primeiro dia da Operação Aterro Presente, novo tipo de policiamento implantado no Parque do Flamengo. A ação, uma parceria entre o Governo do Estado e o Sistema Fecomércio-RJ, terá a duração de dois anos.

A iniciativa, inspirada no êxito da Operação Lapa Presente, lançada em janeiro de 2014, contará com um contingente de 164 agentes, que farão o policiamento da área de segunda a sábado, das 6h às 22h, e aos domingos e feriados, das 7h às 19h. Com o apoio de 27 bicicletas, oito motocicletas, quatro viaturas e três vans, as equipes trabalharão em dois turnos de oito horas usando, para melhor identificação, coletes na cor verde. Todas as abordagens serão filmadas, as equipes monitoradas por GPS e balões identificarão a presença da operação. Esses agentes se somarão aos policiais do 2º Batalhão da Polícia Militar que já fazem a segurança da área.

O Aterro Presente tem como meta reduzir os índices de criminalidade, promover o reordenamento urbano e garantir o direito de ir e vir de moradores da área e frequentadores do Parque do Flamengo. Para isso conta com o apoio da Guarda Municipal, das secretarias municipais de Transportes, de Ordem Pública, de Conservação e de Desenvolvimento Social, bem como da Comlurb.

Já no primeiro dia de operação cinco pessoas foram presas por posse e uso de entorpecentes, duas facas e material de caça foram apreendidos, um telefone celular roubado foi recuperado e 59 suspeitos foram conduzidos para a delegacia para averiguações. É esse tipo de atitude proativa que desejamos ver mantida, por parte desses novos agentes, durante todo o tempo de patrulhamento da área.

Sabemos que a presença do policial inibe a ação dos criminosos, mas não adianta contar com um expressivo número de agentes atuando no policiamento, se esses profissionais não estiverem imbuídos do real sentido de sua missão, policiar. Continuamente presenciamos policiais em atitude de total displicência, num animado bate-papo, muitas vezes ao celular. Parece que estão a passear pelo parque, como se naquele período não estivessem em serviço, fossem frequentadores desfrutando de um momento de lazer. Tal comportamento é observado pelas pessoas que, apesar da presença dos agentes da lei, têm a sensação de não estarem sendo devidamente protegidas. Tão importante quanto a quantidade, deve ser a qualidade do policiamento. É isso que o parque e a cidade precisam e merecem ter urgentemente.

Nós cariocas, amantes e frequentadores do parque, devemos colaborar com os policiais fornecendo informações sobre as áreas de maior insegurança, denunciando irregularidades, apresentando sugestões e valorizando seu trabalho mas, também, cobrando deles um maior comprometimento com a prestação de um serviço de qualidade. Aproveitemos a oportunidade e tenhamos igualmente uma atitude proativa. O ganho será de todos.

Disque Aterro Presente: 98496-0114 / operacaoaterropresente@segov.rj.gov.br

branco_50x50

 Aterro Presente 034 Aterro Presente 038

Aterro Presente 015

Aterro Presente 022

Aterro Presente 039

Aterro Presente 050

Aterro Presente 114

Aterro Presente 116

Aterro Presente 143

Aterro Presente 144

“Grande Brinquedo ao Ar Livre”, a roda-gigante de Lotta.

branco_50x50

rio_view_logo

O Parque do Flamengo completou 50 anos no dia 17 de outubro de 2015 com muitos motivos para se orgulhar, pois apesar de não receber a atenção, o cuidado e o carinho que merece, continua lindo e cumprindo o papel para o qual foi planejado. Entretanto, um fato que a maioria das pessoas desconhece é que, apesar de cinquentão, ele é um parque inacabado. Alguns dos equipamentos constantes da planta tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) não saíram do papel, isto é, foram projetados, mas até hoje não foram construídos. Um deles é o “Grande Brinquedo ao Ar Livre”, item nº 36 da relação anexa ao processo nº 748-T-64, que norteou o tombamento do parque.

O Grande Brinquedo ao Ar Livre é, em verdade, uma roda-gigante. Em viagem a Viena, na Áustria, Lotta se encantou com a Wiener Riesenrad, a roda-gigante mais antiga do mundo, inaugurada em 1897. Localizada em um grande parque chamado Prater, ela faz parte da paisagem da cidade há mais de 100 anos. “Você só pode dizer que conhece Viena se a tiver visto do alto da roda-gigante”, diz uma placa de boas-vindas na entrada.  

A construção suscitou muita polêmica à época. Quando o empresário vienense Gabor Steiner apresentou o projeto às autoridades municipais, um funcionário olhou para as plantas, balançou a cabeça e disse: “acha mesmo que vai encontrar alguém que lhe dê a licença para construir essa monstruosidade e assuma a responsabilidade por ela?” Apesar disso Steiner não se deixou abater, continuou tentando e finalmente recebeu permissão para construir.

Até hoje, mais de um século depois, a roda-gigante de Viena está de pé com seus vagões vermelhos, e permanece como testemunha da história da cidade e como um de seus símbolos. Se algum dia visitar Viena, sem dúvida você vai dar uma volta na roda-gigante. E quem sabe, quando estiver lá, você veja um senhor idoso contando ao netinho, no alto da roda-gigante, como ele tentou acalmar o coração que batia forte quando pediu a vovó em casamento e ela aceitou.

A experiência de andar na roda-gigante de Viena foi tão impactante para Lotta, que ela decidiu que o Parque do Flamengo deveria ter um equipamento como esse. Queria que os seus frequentadores pudessem experimentar a mesma emoção que sentira. Segundo Maria Hanna Siedlikowski, arquiteta do Grupo de Trabalho, uma grande euforia e discussão tomaram conta do barracão, quando Lotta anunciou a ideia do Grande Brinquedo ao Ar Livre, ao qual reservou um local específico para sua instalação, na planta tombada pelo IPHAN. Ela morreu e não viu seu desejo concretizado. A área escolhida para o seu brinquedo está, até hoje, vazia a espera dele.

Passados cinquenta anos, essa possibilidade novamente se apresenta com a Rio View, provocando a mesma euforia e discussão de outrora. De autoria dos arquitetos ingleses David Marks e Julia Barfield, mesmos criadores da roda de Londres, a London Eye, o projeto da roda-gigante do Parque do Flamengo é um resgate da planta original tombada, e mais um passo na concretização do grande sonho de Lotta que era ver o parque concluído para que a população o aproveitasse em sua plenitude.

Construída no distrito de Lambeth, na margem sul do famoso Tâmisa, uma área não muito valorizada da cidade, mesmo tendo o Big Ben do outro lado do rio, a Millennium Wheel (Roda do Milênio), como também é conhecida a London Eye, foi inaugurada pelo Primeiro Ministro Tony Blair nos últimos minutos de 1999, não sem antes causar polêmica.  Questionava-se a necessidade de se ter uma estrutura enorme bem no meio de Londres e se era preciso criar um novo ponto turístico em uma cidade já repleta deles. Essas contestações deixaram de existir tão logo a roda-gigante foi inaugurada. Seu enorme sucesso rapidamente a tornou um dos mais procurados pontos turísticos de Londres. Os imóveis do entorno tiveram uma grande e veloz valorização e o distrito passou a ser um dos pontos de referência da cidade.

Londres, novamente, saiu-se vitoriosa. Apesar de seus mais de dois mil anos de existência, e da tradição de valorizar e preservar seu passado, a cidade entende que nem por isso pode descartar o novo, pelo contrário, deve dialogar com ele. É uma cidade que usa a sabedoria que só os anos trazem para continuar atrativa e conservar seu charme.  Que compreende que o segredo para isso é se reinventar, não rejeitar a modernidade. Por tudo isso e muito mais, Londres é considerada uma das cidades mais modernas do planeta e continua a lançar tendências copiadas mundo afora.

Quando Lotta, nos anos 60, concebeu o parque, também suscitou variadas discussões. O projeto era diferente de tudo o que já havia sido proposto para a área. Apresentava uma modernidade ímpar para a época. Uma modernidade que muitos não entenderam e por isso a rejeitaram.  Lotta, uma mulher à frente de seu tempo, não só não desistiu como insistiu, persistiu e o tempo mostrou que estava certa. Dá para imaginar a cidade hoje sem o Parque do Flamengo?

A Rio View, assim como as de Londres, Singapura, Nanchang e Las Vegas, é uma roda-gigante de observação panorâmica, diferente das convencionais. Ao invés de gôndolas, suas grandes cabines dotadas de amplas janelas de vidro se movimentam de acordo com a rotação, sempre deixando o visitante numa posição ereta. Permitem, ainda, uma visão espetacular da cidade, com um alcance de até 40km.

O empreendimento, de capital inteiramente privado, da empresa inglesa Marks Barfield, segue o modelo já consagrado da London Eye e foi desenvolvido com base em uma série de estudos e pesquisas envolvendo os principais equipamentos turísticos do Rio de Janeiro. Números e fatos sobre o turismo carioca foram reunidos e analisados, confirmando uma demanda interminável e o incrível potencial de expansão. E potencial é o que não falta ao Parque do Flamengo, Patrimônio Mundial da Humanidade na categoria “Paisagem Cultural Urbana” e maior parque urbano do mundo à beira mar. Uma área de extrema beleza, com variada flora e fauna e que, apesar de tudo isso, é simplesmente ignorado pelo trade turístico da cidade. A construção e operação da roda-gigante vai gerar empregos, proporcionar ao parque a visibilidade merecida e a oportunidade de mostrar toda a sua potencialidade como equipamento de recreação, lazer e turismo, aumentando o fluxo de visitantes da cidade. Além disso, através de Outorga Onerosa do Direito de Construir (OODC), o parque receberá recursos que serão aplicados em manutenção, revitalização e segurança.

Novidades causam dúvidas, estranheza e temeridade, e não vai ser diferente com a roda-gigante proposta para o Parque do Flamengo. O Instituto Lotta valida todos esses sentimentos. Acredita que o melhor instrumento para sanar essa apreensão é o acesso à informação clara e precisa. Norteado por essa crença, conclama a todos os agentes envolvidos na análise do projeto Rio View que “a priori” não o rejeitem. Que o conheçam, o estudem e o discutam, pois essa é a maneira correta de se chegar a uma conclusão livre de pré-conceitos, uma conclusão que nos leve a escolher o melhor para o parque, para a cidade e para todos nós. Viena tem a Riesenrad; Londres, a London Eye; Singapura, a Singapore Flyer; Nanchang, a Star of Nanchang; e Las Vegas, a High Roller; por que não o Rio de Janeiro ter a sua Rio View?

branco_50x50

branco_50x50

rioview_13

rioview_10

rioview_12

rioview_11

Local do Grande Brinquedo ao Ar Livre

Processo IPHAN n° 748-T-64 – Tombamento do Parque
Item nº 36, Grande Brinquedo ao Ar Livre
Item nº 37, Pequeno Pavilhão para o Livro Eterno

 

Novo modelo de policiamento no Parque do Flamengo

branco_50x50

O Parque do Flamengo vai ganhar, a partir de dezembro, um novo modelo de policiamento em parceria com a iniciativa privada. Através de um convênio com o governo do estado, o sistema Fecomércio (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro e o Serviço Social do Comércio), vai financiar por dois anos, um projeto para reforçar o policiamento dessa e de outras regiões da cidade. Durante a semana, de segunda a sábado, das 6h às 22h; e nos domingos e feriados, das 7h às 18, o parque contará com policiamento de proximidade.

O modelo inspirado no programa Lapa Presente, contará com um efetivo de 140 policiais militares da reserva e agentes civis. Estes civis serão jovens que acabaram de deixar as Forças Armadas. Ambos patrulharão o parque a pé, de carro, bicicleta ou moto, desde o Aeroporto Santos Dumont até o Monumento a Estácio de Sá. Os policiais, ao invés de usarem o uniforme tradicional, trabalharão com coletes do projeto e uma tarja para identificá-los. Portarão, preferencialmente, armas de baixa letalidade (spray de pimenta e pistola de choque), e as abordagens dos suspeitos serão filmadas.

As equipes serão distribuídas levando-se em conta não apenas os locais de maior concentração de pedestres, mas também aqueles onde é maior a ocorrência de pequenos delitos. Seis equipes farão o policiamento a pé, e contarão com 02 PMs da reserva e 01 civil; nove equipes de bicicleta formadas por 02 PMs da reserva e 01 civil; três viaturas cada uma com 01 PM da reserva e 01 civil; e quatro motos com 01 agente civil levando uma câmera no capacete. Trabalharão em turnos de oito horas e todos os agentes serão monitorados por GPS. A ideia é que o novo modelo atue em conjunto com os policiais militares da ativa, uniformizados.

O governo do estado fornecerá as armas e os veículos e a Fecomércio arcará com os salários e os uniformes das equipes. O investimento total será de R$ 44 milhões ao longo do projeto (R$ 22 milhões por ano). A prefeitura colaborará através da participação da Guarda Municipal, da Secretaria de Desenvolvimento Social e da Comlurb. Agentes desses três órgãos vão circular pela área, atuando na abordagem de ambulantes sem licença, menores em situação de risco ou retirando lixo acumulado.

Segundo Orlando Diniz, presidente da Fecomércio, o objetivo é colaborar para aumentar a sensação de segurança do cidadão. Para ele as entidades e os empresários devem fazer parte das soluções e não apenas apontarem os problemas.

Maria Thereza Sombra, presidente da Associação de Condomínios do Morro da Viúva, elogiou o plano de segurança da Fecomércio. Segundo ela a insegurança não combina com uma área tão importante da cidade que acaba de completar 50 anos. Todos aqueles que amam o parque e estão preocupados com sua preservação partilham da mesma opinião.

branco_50x50

 novopoliciamento_11

Entrega da Medalha Chiquinha Gonzaga

branco_50x50

Em cerimônia realizada na Cinemateca do MAM, no dia 17 de outubro de 2015, parte dos eventos em comemoração aos 50 anos do Parque do Flamengo, a presidente do Instituto Lotta, Monica Stearns Morse, filha adotiva de Mary Morse, Elizabeth Bishop e de Carlota de Macedo Soares, recebeu a Medalha Chiquinha Gonzaga, in memoriam, a Lotta de Macedo Soares, das mãos da Vereadora Leila do Flamengo, autora do requerimento à Câmara Municipal.

A Medalha de reconhecimento Chiquinha Gonzaga foi criada pelo Projeto de Resolução 14/1999, da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e é conferida à personalidades femininas que, reconhecidamente, tenham se destacado em prol das causas democráticas, humanitárias, artísticas e culturais, no âmbito da União, Estados e Municípios.

Prestigiaram à cerimônia Ethel Bauzer Medeiros, responsável pelo projeto de recreação do parque e integrante do Grupo de Trabalho comandado por Lotta, o engenheiro Walter Pinto Costa, superintendente da SURSAN e construtor da Praia de Botafogo e Fernando Murta, presidente da Associação de Amigos do Parque do Flamengo, além do público de amantes e frequentadores do parque.

branco_50x50

NiverPark 285

NiverPark 230

NiverPark 257

NiverPark 276

NiverPark 264

NiverPark 282

NiverPark 283

NiverPark 250

Aniversário do Parque – Bastidores

branco_50x50

O Movimento #OCUPAPARQUE promoveu nessa quarta-feira (23/09), no Núcleo de Educação e Arte do Museu de Arte Moderna – MAM, reunião para discussão da agenda de atividades culturais e esportivas a serem realizadas no dia 17 de outubro de 2015, parte dos festejos de comemoração dos 50 anos do Parque do Flamengo.

Na ocasião foram acertados os detalhes para a recepção às crianças e adolescentes vindas das UPPs Santa Marta e Cerro-Corá, trazidas pelo 2º Batalhão da Polícia Militar, localizado em Botafogo, e as crianças, adolescentes, adultos e idosos atendidos pelo Projeto Circulando, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Estiveram presentes à reunião Luiz Pizzaro, coordenador do Núcleo de Educação e Arte do MAM; o Ten. Cel. Carlos Henrique e as Soldados Suelen e Priscila Crespo, representantes do 2º Batalhão da Polícia Militar; Márcia Barros, Raíssa Rocha e Ana Gavinho, representantes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social; Claudio Machado, da Associação Caminhos do Rio; e Fernando Nascimento,  Polyana Albergaria e Naira Motta, do Instituto Lotta.  

branco_50x50

Saiba mais sobre o Parque do Flamengo

parquedoflamengo_2015_0 

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o
Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

1-Reunião MAM 055

1-Reunião MAM 057

1-Reunião MAM 0541-Reunião MAM 060

Aniversário do Parque do Flamengo – 17 de outubro – Conheça a História.

branco_50x50

Polêmico desde sua concepção, o Parque do Flamengo completa 50 anos em outubro de 2015, ainda, sendo objeto de disputas e cobiças, como antevisto por sua visionária idealizadora Lotta de Macedo Soares.

Oficialmente, o parque não foi inaugurado por não estar concluído. Até os dias atuais, alguns equipamentos que constam de seu projeto original, continuam apenas no papel. O que aconteceu, como noticiado em jornais da época, é que em comemoração ao encerramento da Semana da Criança, a Secretaria de Turismo do Estado da Guanabara, promoveu uma série de eventos no parque, que culminaram com a inauguração da Cidade em Miniatura e do Teatro de Fantoches e Marionetes, às 15 horas do dia 17 de outubro de 1965.

Os jornais Última Hora e Jornal do Brasil, de 18 de outubro de 1965, segunda-feira, noticiaram que milhares de crianças ocuparam o parque durante todo o dia de domingo, para uma das maiores festas infantis já realizadas na Guanabara, transformando o Parque do Flamengo num imenso playground.

O programa completo ofereceu show do Carequinha e seu grupo circense. No Teatro de Fantoches e Marionetes foram encenadas quatro peças. Nas pistas de rolamento, interditadas, bonecos de Walt Disney saíram em passeata e diversos campeonatos como os infanto-juvenil de futebol, de corrida de bicicleta, de patinete, de velocípede e de carrinho de pedal para meninos e meninas de até 10 anos, e campeonato de pipa para menores de 15 anos, foram disputados ao longo do dia.

Na pista de aeromodelismo, um show aéreo e no tanque de nautimodelismo, uma regata de pequenas embarcações. Houve o lançamento de mais de duas mil bolas coloridas, a realização de um espetáculo pirotécnico de fumaça colorida e a distribuição gratuita de sanduíches, algodão doce, pipoca e refrigerantes à criançada.

Em suma, uma festa completa em um parque vivo, tudo aquilo que Lotta imaginou e lutou para que acontecesse. Por isso que, extraoficialmente, o aniversário do Parque do Flamengo é comemorado no dia 17 de outubro.

Foi um domingo para ficar na história e que o Movimento #OCUPAPARQUE almeja replicar, num breve futuro, não apenas aos domingos, mas durante toda a semana, ocupando o parque com diversas atividades.

branco_50x50

Saiba mais sobre o

parquedoflamengo_2015_0

 Parque do Flamengo 

branco_50x50

Aproveite melhor as suas horas de lazer,
vivencie o
Parque do Flamengo.

logoocupaparque

Por um parque pra chamar de seu…
Participe!

branco_50x50

Embiriçu Vermelho

branco_50x50

O Embiriçu Vermelho (Pseudobombax ellipticum), é uma espécie da famíia Malvaceae originária das áreas úmidas subtropicais e que floresce bem em regiões litorâneas. Atinge até 12 m de altura e, quando novas, suas folhas são arroxeadas.

Sua floração exuberante apresenta flores localizadas no ápice dos ramos, e que sempre surgem no inverno quando a árvore está sem as folhas. Seu odor é fortemente adocicado e desagradável, indicando uma síndrome de polinização por morcegos.

Os frutos, capsulares e alongados, possuem paina em seu interior, o que ajuda a levar as sementes extremamente leves para longe. Quando caem sobre a água podem boiar por um longo trecho, para que as corredeiras e o vento as dispersem. Os frutos são bastante atacados por psitacídeos, como periquitos e tirivas.

Também conhecida como Pincel de Barba, Coquito, Cabellos-de-ángel, Cocuche, Mocoque, Guietiqui e Itatayata, essa espécie originária da América Central e México apresenta rápido crescimento e é adequada para a recuperação de áreas degradadas. Sua  madeira serve para a fabricação de celulose e pode ser usada como lenha.

Essa árvore de belíssima floração pode ser encontrada no parque em frente ao Museu de Arte Moderna, e próximo à Marina da Glória. 

branco_50x50

1-Vela Final 025

1-Vela Final 027895

1-Vela Final 017

1-Vela Final 016

1-Vela Final 031

1-Vela Final 028

1-Vela Final 014

Um Domingo Mágico no replantio das palmeiras Talipot.

Os setenta anos da UNESCO foram comemorados domingo (30/08), no Parque do Flamengo, dentro do evento “Talipot como Mensagem de Amor”, parte integrante da Marcha Mundial dos Bonecos pela Paz, coordenada pela UNIMA, com uma apresentação exuberante da Companhia Folclórica do Rio (UFRJ), no Teatro de Fantoches e Marionetes Carlos Werneck. O grupo apresentou um espetáculo divertido e colorido, explorando a riqueza e a diversidade do folclore brasileiro.

Do imenso público que lotou o Teatro, faziam parte dois grupos de crianças das UPPs do Cerro-Corá e Santa Marta, trazidas pelo Cel. Marcio Rocha, comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, e sua equipe. Ao fim do espetáculo o público, em um cortejo capitaneado pela Companhia Folclórica do Rio, caminhou pelo Parque até o local estabelecido para o plantio de mudas da palmeira Corypha umbraculifera (Talipot). Um total de oito mudas foram plantadas pelas crianças que ficaram com a expectativa de poder vê-las florescer, o que acontece uma única vez, daqui a mais ou menos cinquenta anos, período de vida dessa espécie de palmeira, nativa do sul da Índia e do Sri Lanka.

Estiveram presentes à solenidade, além do Cel. Rocha e equipe; a Vereadora Leila do Flamengo e equipe; o Administrador da IV Região Administrativa, Marcelo Maywald e equipe; e o Presidente da FLAMA – Associação de Moradores e Amigos do Flamengo, Leandro Alecrim.

1-Canoagem 149

1-Canoagem 183

1-Canoagem 174

1-Canoagem 162

1-Canoagem 235

1-Canoagem 216

1-Canoagem 164

1-Canoagem 230

1-Canoagem 224

1-Canoagem 238

1-Canoagem 223

1-Canoagem 246

1-Canoagem 249

1-Canoagem 254

1-Canoagem 255

1-Canoagem 260

1-Canoagem 270

1-Canoagem 275

1-Canoagem 286

1-Canoagem 264

1-Canoagem 292

1-Canoagem 295

1-Canoagem 301

1-Canoagem 304

1-Canoagem 297

1-Canoagem 313

1-Canoagem 319

talipotcomomensagemdeamor_12

Velejar não é só para rico

A origem do barco a vela para competições remonta ao século 17, quando surgiu, na Holanda, um tipo de embarcação chamado “jaghtstchip”. Por ser uma embarcação prática e de fácil condução, o jaghtstchip atraiu a atenção do rei Carlos II, da Inglaterra, que, à época, encontrava-se exilado na Holanda. Quando finalmente pôde retornar a seu reino, Carlos II, após realizar melhorias no jaghtstchip, ajudou a elaborar outros tipos de barcos, tendo sido um dos grandes incentivadores do iatismo na Inglaterra, além de promover as primeiras regatas em águas britânicas.

O primeiro clube de vela conhecido, porém, não é inglês. O Royal Cork Yatch Club nasceu em 1720, na Irlanda. Somente 50 anos depois é que nasceu, em Londres, o Royal Thames Yatch Club. A primeira regata internacional foi disputada em 1851, próximo à Ilha de Wight, e recebeu o nome de Hundred Guineas Cup.

A chegada da vela aos Estados Unidos e a fundação, em 1844, do New York Yatch Club impulsionaram o desenvolvimento da modalidade ao redor do mundo. Em 1907, nasceu a União Internacional de Corridas de Iates (IYUR), depois rebatizada de Federação Internacional de Vela (ISAF), que hoje administra o esporte em nível mundial.

No Brasil, a vela desembarcou no fim do século 19, trazida por descendentes de europeus. Em 1906, foi fundado o Iate Clube Brasileiro, primeiro clube dedicado ao esporte, no Rio de Janeiro. A primeira prova nacional foi disputada em 1935 e recebeu o nome de Troféu Marcílio Dias. Em 1941, foi fundada a Federação Brasileira de Vela e Motor (CBVM), que controlou o esporte em nível nacional até 2007, quando, devido ao acúmulo de dívidas, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) interveio na entidade. Em 2013, foi criada a Confederação Brasileira de Vela (CBVela), nova administradora  da modalidade no país.

Veleiros são as embarcações de recreio com maior autonomia e por isso são escolhidos para grandes percursos, onde uma embarcação a motor teria de reabastecer seu combustível. Os barcos a vela podem ser divididos em barcos de cruzeiro e de competição. A diferença está basicamente no conforto, manobrabilidade melhor com menos tripulação e menor calado nos veleiros de cruzeiro, contra o arranjo interno mais espartano, na quilha mais competitiva possível e no velame de alto desempenho dos barcos de competição.

Na vela de competição existem diversas classes como Finn, 470, 49er, Yngling Tornado, RS:X, Star, Laser, Nacra 17 e outras. Nas regatas ao longo da competição os atletas podem descartar os piores resultados. Quanto melhor a colocação na regata, menos pontos são acumulados. Vence o velejador que, ao fim do campeonato, tiver menos pontos.

Dentre as várias regras que regulam as regatas as ultrapassagens devem obedecer os seguintes quesitos: se os barcos estiverem recebendo o vento por lados diferentes, que está à esquerda deve dar passagem ao que está à direita; se os barcos estiverem recebendo o vento do mesmo lado, um ao lado do outro, o que recebe o vento primeiro deve liberar a passagem para o que recebe depois; se os barcos estiverem recebendo o vento do mesmo lado, mas sem estar lado-a-lado, o que está mais atrás deverá dar passagem ao que está à frente.

A linguagem também é bem específica: bombordo (lado esquerdo da embarcação), quando se olha em direção à proa; estibordo (lado direito da embarcação quando se olha em direção à Proa; Popa (parte de trás da embarcação); Proa (parte da frente da embarcação); Barlavento (posição onde o vento chega primeiro) e Sotavento (posição onde o vento chega depois).

A cidade do Rio de Janeiro, com sua costa exuberante e, mas precisamente, a Baía de Guanabara, oferece uma grande oportunidade para velejar. O importante é facilitar o acesso ao mar e, informar aos interessados, que para velejar não tem que ser milionário. Já é possível lançar-se ao mar, mesmo sem possuir um barco.

Diversos clubes náuticos oferecem cursos, mas você tem que ser associado e os títulos não são nada baratos. Mas, na Marina da Glória, único píer público do Rio, a CL Velas forma velejadores desde 1990. Lá você encontra cursos de Optimist para crianças; Laser, Dingue e Oceano para adolescentes e adultos, além dos cursos de Arrais, Mestre e Capitão Amador, habilitações importantes para quem quer ter seu próprio barco, ou alugar um para navegar.

Para os interessados em praticar a vela, a CL Velas dispõe de barcos da classe Laser, Dingue e Oceano para aluguel, por hora ou dia. Na Loja da escolinha, localizada na Marina, você encontra diversos produtos náuticos à venda. O que está esperando para lançar-se ao mar e desfrutar inesquecíveis momentos de aventura e lazer?

1-Vela Final2

1-2015-08-16 Vela2


WhatsApp WhatsApp