Blog do Parque

Recreio Infantil tem mais espaço para as Crianças. O Pátio Ensaibrado está voltando para a recreação.

publicado por: Fernando Nascimento em

Recreio Infantil tem mais espaço para as Crianças

Brincar com Segurança

A busca por SEGURANÇA aliada ao CONFORTO para todos os frequentadores do Recreio Infantil Lotta Macedo Soares (CIDADE DAS CRIANÇAS), sobretudo para o público infantil, norteou a determinação conjunta do Superintendente da Zona Sul Marcelo Maywald, do Inspetor Isnailde da 9ª Inspetoria da Guarda Municipal e do Comandante da Operação Aterro Presente Major Peres, na adoção de uma nova configuração para a ocupação interna do PÁTIO ENSAIBRADO, que desde ontem, sábado dia 10 de junho, passa a reservar inteiramente LIVRE DE CARROS, cerca de metade da sua área, agora dedicada a receber, com exclusividade, atividades culturais lúdicas de recreação.

Vencida a fase crítica da violência urbana nas áreas e arredores do Parque do Flamengo, pela ação sempre PRESENTE e diligente dos responsáveis pelo novo Sistema de Segurança de Proximidade, torna-se possível o retorno gradual à normalidade das atividades deste magnífico equipamento da Cidade do RIO.

Que o ESPIRITO alegre, festivo e receptivo possa, progressivamente, retornar à vida dos Cariocas.

Por Paulo Nascimento
Administração do Parque do Flamengo

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Recreio Infantil Lotta Macedo Soares

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Evento no Parque do Flamengo celebra os 452 anos da Cidade Maravilhosa. Parabéns Rio!

publicado por: Fernando Nascimento em

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Evento celebra os 452 anos da Cidade Maravilhosa

Feliz Aniversário Rio!

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A Secretaria Municipal de Cultura celebrou hoje a comemoração do 452º aniversário da cidade do Rio de Janeiro, em uma solenidade festiva no Monumento a Estácio de Sá.

O aniversário da Cidade Maravilhosa este ano caiu em uma quarta-feira de cinzas, mas nem por isso deixou de ter comemoração. A Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro preparou uma grande homenagem para marcar esses 452 anos. Um concerto reuniu a Banda da Guarda Municipal e o grupo vocal Uma Só Voz, hoje, dia 1º de março, às 10h, no Monumento a Estácio de Sá, no Parque do Flamengo. À noite, o Cristo Redentor se une à celebração, ganhando uma iluminação especial na cor azul.

O projeto “Uma só voz”, formado pela população de rua, é inspirado na iniciativa britânica “With one voice”, que se apresentou em 2012 na Royal Opera House, em Londres. Foi a primeira vez que a população de rua foi incluída na programação cultural em uma Olimpíada. Mais de 300 membros de ONGs locais prestigiaram a apresentação, que aconteceu em um dos mais importantes espaços culturais da Europa. Após três anos de intercâmbio e capacitação entre Brasil e Inglaterra, o projeto Uma Só Voz marcou presença na programação cultural dos Jogos Rio 2016, resgatando a dignidade e a autoestima da população de rua por meio da arte. No show dos 452 anos da cidade do Rio de Janeiro, o repertório do coral incluiu canções como “Cidade Maravilhosa”, “Samba do avião”, “Aquele abraço”, “Garota de Ipanema”, “Wave”, “Love me do”, “Freedom” e “This little light of mine”.

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Monumento a Estácio de Sá

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Aterro Presente – Abordagem

publicado por: Claudio Machado em

 

Réveillon Parque 243

Decorridos oito meses do início da Operação Aterro Presente, no Parque do Flamengo, em dezembro de 2015, é inegável a melhora da segurança na área. A atuação dos agentes da operação, que fazem constantes abordagens a indivíduos suspeitos, tem inibido a ocorrência de delitos.

Já havia presenciado diversas abordagens, mas não estava nos meus planos ser alvo de uma delas, o que aconteceu ontem 29/08 no canteiro central entre as pistas de alta velocidade, nas imediações da Praça Cuauhtémoc, a conhecida praça do índio. Por volta do meio dia fui abordado por dois agentes da operação, um deles de arma em punho. Como cidadão me senti constrangido e assustado por ter uma arma letal para mim apontada.

Devo ressaltar que, no meu entender, aquela forma de abordagem não tenha sido a apropriada, por ter sido desproporcional. Digo isso porque eu não representava uma iminente ameaça à integridade física dos dois agentes por estar, naquele momento, em desvantagem numérica e com ambas as mãos ocupadas, já que carregava em uma delas uma sacola e na outra minha máquina fotográfica, meu instrumento de trabalho no parque. Executaram a devida revista corporal, verificaram meus pertences e documento de identidade e, após esse ritual, me explicaram que tal procedimento estava relacionado a uma denúncia que haviam recebido sobre um indivíduo suspeito que estaria trajando roupas parecidas com as minhas. Apesar desse dissabor não posso deixar de registrar que os agentes, após todas as verificações, foram educados e se desculparam pela abordagem a qual fui exposto.

Penso que a situação por mim vivenciada não é a ideal, mas entendo que não vivemos num mundo ideal. Entendo que assim como a população civil sente-se ameaçada pela violência que a criminalidade lhe impõe diariamente, os agentes da lei a sentem ainda mais, pois eles são a linha de frente no seu enfrentamento. Entendo que em determinadas situações a análise dessa ameaça possa ser superestimada por esses agentes, dado o extremo estresse a que são submetidos, constantemente, no exercício de suas funções. Mas penso, também, que o discernimento deve ser aplicado a todo e qualquer momento para evitar, principalmente, acidentes e a exacerbação da violência por aqueles que a devem combater.

Procurei pela coordenação do Aterro Presente no parque para relatar o ocorrido. Mesmo achando inapropriada a forma de abordagem, minha intenção era parabenizar, passado o susto inicial, a dupla de agentes por sua efetividade.  Fui recebido atenciosamente pelo capitão André Ramos a quem apresentei meu questionamento quanto à situação por mim vivenciada. O oficial acatou minha ponderação sobre o sucedido e informou-me que os agentes aos quais dirigia minha felicitação eram o tenente Almir e o soldado Helbert. O capitão agradeceu-me pela iniciativa de procurá-lo para elogiar a atuação de seus agentes e, aproveitando a ocasião, reforcei o pedido para que os veículos da operação deixem de usar as passarelas de pedestres como atalho para encurtarem seus deslocamentos no interior do parque. 

Apesar das ressalvas supracitadas, não posso me furtar a reconhecer que o trabalho desempenhado no parque pela Operação Aterro Presente, em suas linhas gerais, está sendo bem executado, o que não o exime de passar por um continuado aperfeiçoamento. Para isso a participação da população é primordial, fazendo denúncias, oferecendo sugestões e criticando quando necessário, mas, também, elogiando quando merecido.  

Em tempo: a abordagem não foi filmada como ocorria quando da implantação da operação.

Disque Aterro Presente: 98496-0114/operaçãoaterropresente@segov.rj.gov.br

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“Nova” Iluminação do Parque do Flamengo

publicado por: Claudio Machado em

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Finalmente, começaram as obras para a implantação da nova iluminação baixa do Parque do Flamengo. Funcionários da RioLuz estão rasgando o parque em toda a extensão da ciclovia para a fixação de 402 postes com lâmpadas de 100 watts. A obra está sendo executada em regime de urgência, com o trabalho se estendendo pelo período noturno.

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Antiga reivindicação dos frequentadores, encampada pela vereadora Leila do Flamengo, que conseguiu junto à Prefeitura a verba para sua realização, a obra, apesar de já estar prevista desde 2014, não tem autorização nem do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), nem do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), órgãos responsáveis, respectivamente, pela elaboração do projeto e sua posterior aprovação e liberação. Falta de tempo não pode ser alegada. Portanto, uma obra não autorizada, que poderá será embargada pelo Ministério Público Federal a qualquer momento. Acrescente-se a isso, a inexistência da placa obrigatória constando as informações sobre a mesma: nome da obra, valor total, objeto, início e término, agentes participantes e outras informações pertinentes.

Tanto a Prefeitura quanto a vereadora sabem que o parque é tombado, e que toda e quaisquer alterações em seu projeto original devem ser submetidas à análise dos órgãos responsáveis por sua preservação. Projeto algum foi elaborado pelo IRPH para essa nova iluminação. Tudo indica que a RioLuz está executando o antigo projeto de iluminação baixa que foi rejeitado pelo IPHAN em 1999, ou seja, estão implantando, em 2016, uma solução elaborada há 17 anos, já ultrapassada diante do avanço tecnológico ocorrido desde então.

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Avanço tecnológico que já se faz presente no parque. A empresa General Electric (GE) doou e está testando, em um dos postes, um novo sistema de iluminação inteligente que faz uso de luminárias de LED, o mesmo instalado no Cristo Redentor. Elas podem ser associadas a câmeras e sensores e transmitir dados. Além de aumentar a sensação de segurança essa nova ferramenta facilitará a manutenção, pois checará o funcionamento das luminárias e avisará à RioLuz quando houver problemas. A nova tecnologia também permite ajustar a luz conforme o trânsito. De acordo com as normas de iluminação viária, quanto maior o tráfego ou a velocidade permitida, mais intensa deve ser a luz. Então, dependendo do fluxo e da velocidade, o sistema ajusta a luminosidade das luminárias à necessidade do momento. Essa modulação propiciará uma considerável diminuição no consumo de energia do parque que hoje é de 1.161 Kw e será reduzido para 237,6 Kw. Uma substancial economia para os cofres públicos. O IPHAN está analisando a adoção desse novo aparato tecnológico que, caso seja aprovado, será instalado pela General Electric em todo o Parque do Flamengo.  

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A Prefeitura e a vereadora têm ciência desses fatos e, ainda assim, estão gastando dinheiro público adotando um sistema de iluminação defasado em uma obra feita a toque de caixa. Eles não querem uma obra bem feita, eles querem a obra feita. Não sabemos quanto vai custar, contudo sabemos quando vai terminar: antes das eleições municipais de outubro deste ano. Afinal esse é o modus operandi de nossos políticos, inaugurarem obras às vésperas do pleito para angariarem votos.

Recentemente, vivenciamos os malefícios que essa persistente prática pode causar: o trágico acidente ocorrido na Ciclovia Tim Maia, que resultou na morte de duas pessoas e em prejuízo financeiro para os cofres públicos, leia-se, dinheiro do contribuinte. Tanto lá como cá a obra não passou pelo crivo dos órgãos competentes. A urgência para a entrega atropelou todos os parâmetros do bom senso no trato da coisa pública.

O Instituto Lotta não é contra a implantação de uma nova iluminação, mas defende que a mesma seja criteriosamente planejada, analisada, aprovada, liberada e executada. Dessa maneira, equívocos e gastos desnecessários são evitados durante a elaboração e realização do projeto. Existem áreas sombreadas no parque que realmente necessitam de iluminação baixa, mas não é preciso que de 20 em 20 metros haja um poste iluminado, como estão sendo colocados agora. Burle Marx já dizia, a respeito de uma das propostas de iluminação apresentadas à época, que se aquilo fosse aprovado, o parque iria ficar parecendo um “paliteiro”. E é isso que acontecerá, uma completa mutilação do projeto original se a obra, ora em andamento, for concluída.

Para evitar interferências desse tipo é que Lotta de Macedo Soares, a idealizadora do parque, lutou pela criação de uma fundação para a sua administração. Ela anteviu, que se o parque ficasse ao sabor dos interesses políticos, tanto sua manutenção quanto sua preservação estariam ameaçadas, ao dizer: “Se cada secretaria, cada departamento, cada político com a sua idéia particular, com a sua área de influência vier com proposições fora do espírito pelo qual o parque foi planejado, será a rápida destruição, ainda sem estar terminada, de uma obra única”. Para ela, somente uma administração profissional e responsável seria capaz de salvaguardar, em seu melhor sentido social e humano, uma área tão grande e complexa como o Parque do Flamengo.

O momento político e econômico adverso que o país e toda a sociedade brasileira agora experimentam, é o reflexo da falta de comprometimento de nossas autoridades no trato da coisa pública. A situação exige da classe dirigente uma postura mais respeitosa, cuidadosa  e transparente no uso do dinheiro do contribuinte. Ele não pode e não deve ser desperdiçado em obras que visam, eminentemente, a dividendos eleitorais. O Parque do Flamengo e a população não merecem e não aceitam isso!

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Saiba mais em: http://www.parquedoflamengo.com.br/sobre-o-parque/a-iluminacao/

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Inaugurada a galeria de cintura da Marina da Glória

publicado por: Claudio Machado em

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Após sucessivos atrasos, finalmente, foi inaugurada a galeria de cintura da Marina da Glória. Projetada para captar os lançamentos clandestinos de esgoto nas quatro galerias de águas pluviais que deságuam na marina, a obra, inaugurada pela Cedae no dia 15/04, custou R$ 14 milhões e estava prometida desde 2011. A tecnologia aplicada na obra é de origem alemã. Um equipamento conhecido como “tatuzinho”, uma versão menor, porém, semelhante ao shield utilizado nas obras do metrô, perfurou o subsolo sem a necessidade de interrupções no trânsito. A partir de agora, o esgoto despejado em tempo seco na rede de águas pluviais da região, será captado e encaminhado para a elevatória da marina.

A galeria tem duas redes coletoras em uma extensão total de 630 metros e diâmetro de 300 e 600 milímetros. Com capacidade de bombear até 450 litros de efluentes por segundo, a elevatória envia o esgoto para o Interceptor Oceânico, de onde este segue para o Emissário Submarino de Ipanema. A conclusão da obra livrará a Baía de Guanabara, raia de competição esportiva e palco das provas de vela das Olimpíadas Rio 2016, de receber um considerável volume de esgoto não tratado, o que contribuirá sensivelmente para a queda do nível de poluição de suas águas.

Segundo matéria publicada na edição de 28/05 do jornal O Globo, o último boletim de balneabilidade divulgado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em medição realizada no dia 23/05, diz que a Praia do Flamengo está própria para o banho. A aferição foi realizada junto à foz do Rio Carioca e em frente à Rua Correa Dutra. Para o biólogo e ambientalista Mário Moscatelli, é possível que isso possa estar ocorrendo devido à inauguração da galeria de cintura da Marina da Glória. No ano passado a Praia do Flamengo ficou quase 100% do tempo imprópria para o banho.

Apesar dessa boa notícia, muitas das promessas de nossas autoridades em relação aos problemas causados pela poluição, não foram cumpridas. O tão alardeado legado que os jogos olímpicos deixariam para a despoluição da Baía de Guanabara, não vai ser entregue. A meta de tratamento de 80% do esgoto lançado em suas águas não saiu do papel. A praia de Botafogo continua a receber esgoto não tratado, proveniente do rio Berquó, que desagua em sua enseada. A mesma situação vivida pela praia da Urca, vítima de esgoto proveniente de ligações clandestinas na rede de águas pluviais. As lagoas da Barra da Tijuca morrem lentamente, asfixiadas pela poluição causada pelo esgoto e lixo provenientes dos rios da baixada de Jacarepaguá que nelas deságuam. Soma-se a tudo isso, a falta de saneamento e de coleta de lixo nos 15 Municípios que circundam a baía e nela despejam esses dejetos. Mais uma vez, as esperadas obras ambientais que solucionariam definitivamente esses problemas, ficaram pelo caminho. Eram somente, as tão conhecidas e tão normalmente descumpridas, promessas políticas.

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Novos restaurantes no Parque do Flamengo

publicado por: Claudio Machado em

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A área antes ocupada pelo Porção Rio’s já tem novo concessionário. Quem venceu a licitação para a exploração do local foi o empresário gaúcho Jair Coser, fundador junto com seu irmão Arri Coser, da rede de churrascarias Fogo de Chão, vendida em 2011 por 300 milhões de dólares, ao fundo americano de private equity GP Investiments, um tipo de fundo que compra participações em empresas. A concessão é válida pelo prazo de 20 (vinte) anos, improrrogável.

Conforme o estabelecido no Edital de Licitação, é expressamente vedada a terceiros a utilização da área concedida, assim como sua subconcessão. O concessionário fica obrigado a recompor o calçamento, em pedra portuguesa, de parte da área de estacionamento; demolir a área acrescida à edificação; restituir as varandas suprimidas e refazer jardineira, com o plantio das espécies indicadas; tudo isso de acordo com o projeto original “Jardins do Restaurante do Parque do Flamengo”, de autoria de Burle Marx, no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias, com a prévia apresentação e aprovação de projeto de recuperação integral da área alterada no IPHAN, que acompanhará sua execução.

Jair Coser, que atualmente é o sócio majoritário da rede de restaurantes especializada em carnes Corrientes 348, pretende transformar o local em um minipolo gastronômico, com três estabelecimentos de diferentes especialidades. O investimento previsto para a reforma é de cerca de R$ 15 milhões. Com isso o empresário terá quatro estabelecimentos funcionando no Parque do Flamengo, já que no mês passado inaugurou na Marina da Glória, uma filial do Corrientes 348.

Finalizadas as obras na área, o Parque do Flamengo voltará a ter em suas extremidades equipamentos revitalizados (Rio’s e Marina), que certamente atrairão enorme contingente de pessoas, tornando o local mais movimentado e, consequentemente, mais seguro para todos os frequentadores e visitantes. É tudo isso e muito mais que queremos para o nosso parque.

 

Inaugurada a Nova Marina da Glória.

publicado por: Claudio Machado em

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“Marinas são “a janela da cidade”, local para onde as pessoas se dirigem a fim de descontrair, contemplar, observar o mar, a atividade náutica e as pessoas. Não necessariamente para andar de barco. É fato notório que grande parte dos visitantes em marinas chegam ali por terra, e a maioria não possui barco. Não se limitam a ser meras garagens de barcos, são espaços multifuncionais que oferecem além de infraestrutura náutica, atrações culturais que as tornam parte vibrante de suas cidades. Estabelecem uma noção de identidade com a população local, melhoram a qualidade de vida e incrementam a cadeia de turismo, trazendo prosperidade econômica”.

Iniciadas em dezembro de 2014, as obras de revitalização da Marina da Glória e do seu entorno ainda não terminaram, mas o espaço foi oficialmente inaugurado na última quinta-feira, 07 de abril. Após dezesseis meses de obras o carioca recebe de volta uma área a qual não tinha pleno acesso desde 1984, época em que a marina foi gradeada e separada do Parque do Flamengo.

Onde antes havia um equipamento obsoleto e degradado, surge uma nova e moderna área dedicada não só ao esporte e infraestrutura náuticas. Utilizando os conceitos atualmente aplicados nas mais modernas marinas do mundo, a nova Marina da Glória oferece espaços multifuncionais onde você encontra lojas de produtos náuticos, cursos de vela, mergulho e de aptidão náutica; além de passeios turísticos, bares, restaurantes (inclusive um de comida a quilo) e área dedicada à realização de eventos culturais. Por estar inserida dentro do Parque do Flamengo, essa esplêndida área pública de lazer à beira mar, a nova marina ainda será um ponto de apoio aos frequentadores do parque, oferecendo estrutura de banheiros e bicicletários. Um território antes restrito aos donos de barcos, agora pode ser frequentado por todos, cariocas e turistas.

A partir de 13 de julho até 20 de setembro de 2016 o local será entregue à operação exclusiva do Comitê Organizador da Rio-2016. A marina sediará os eventos Olímpico e Paralímpico de Vela e, por essa razão, esse órgão passará a coordenar a circulação de pessoas dentro do espaço, seguindo as normas adotadas para todos os equipamentos olímpicos e sob o controle das forças de segurança locais.

Após o término das Olimpíadas e a devolução da área pelo Comitê Organizador, serão iniciadas as obras de urbanização da esplanada de 30 mil metros quadrados, antes usada para eventos. Um projeto do escritório Burle Marx dotará o espaço de ciclovia, mirante e árvores nativas, integrando-o novamente ao parque. De lá se poderá contemplar a Baía de Guanabara, Pão-de-Açúcar, Cristo Redentor e muito mais.

A pedido da BR Marinas, concessionária da marina, o arquiteto Haruyoshi Ono (Haru), sócio do escritório Burle Marx, desenvolveu um projeto para a revitalização da área do parque conhecida como “Bosque dos Piqueniques”, o qual foi doado à Prefeitura do Rio de Janeiro. Além disso, em acordo assinado entre o Ministério Público Federal (MPF) e a BR Marinas, esta se comprometeu a instalar a rampa pública para embarcações, em área próxima ao Aeroporto Santos Dumont, atualmente utilizada como estacionamento. Os dois espaços estão localizados fora dos limites de sua área de concessão.

Em discurso saudando a inauguração da marina, Washington Fajardo, Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) e do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural (CMPC), ressaltou a importância das mulheres envolvidas ao longo do tempo com o Parque do Flamengo. Citou Lotta de Macedo Soares, sem a qual o parque não existiria; as arquitetas  Laura Di Blasi e Aline Xavier,  do IRPH, envolvidas no processo de revitalização do Bosque de Piquenique; Jurema Machado e Mônica Costa, respectivamente, presidente e superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN); e  Gabriela Lobato Marins, presidente da BR Marinas, que em seu pronunciamento disse: “A cidade tem uma nova porta de entrada pelo mar, totalmente remodelada e inserida em um cartão postal da cidade. Estamos ao lado do Centro e da Zona Sul, dentro de um parque e vizinhos de equipamentos importantes para a cidade como o Aeroporto Santos Dumont e o MAM. Esperamos muitos visitantes, não apenas os amantes da náutica. A ideia do projeto é exatamente esta: trazer o carioca e os turistas para cá e fazer com que a cidade se reencontre com o mar”.  

Pegando carona nas palavras de Gabriela, o Movimento #OCUPAPARQUE, acredita que a Marina da Glória além de proporcionar o reencontro do carioca e dos turistas com o mar, promoverá o reencontro destes com o Parque do Flamengo.

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Operação Aterro Presente – Balanço do 3º Mês

publicado por: Claudio Machado em

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Completados três meses da Operação Aterro Presente, não se pode negar a melhora da segurança no Parque do Flamengo. É real o ganho apresentado pelas estatísticas oficiais divulgadas, que aferem a redução do número de ocorrências registradas na área. Apesar dessa constatação, ainda paira uma sensação de insegurança nos frequentadores e nos moradores do entorno. O que é perfeitamente natural devido à ocorrência de vários episódios de violência e crime ali praticados.

Diminuir a sensação de insegurança é uma operação mais complexa, demanda tempo para ser consolidada. É preciso restaurar a confiança dos frequentadores e dos moradores do entorno do Parque do Flamengo quanto à aplicação dessa nova abordagem na manutenção da segurança na área. O restabelecimento dessa confiança está diretamente ligado à percepção de que esta não é mais uma ação pontual, e sim permanente. Mas não apenas isso, é necessário, também, que a Operação Aterro Presente cumpra exemplarmente as metas que nortearam a sua criação, ou seja, reduzir os índices de criminalidade, promover o reordenamento urbano e garantir o direito de ir e vir de moradores da área e frequentadores do Parque do Flamengo.

Essa não é uma tarefa fácil, requer o comprometimento e a dedicação de cada um dos envolvidos nessa operação, independente do nível hierárquico que ocupe. Todos devem estar cientes da importância do local onde estão atuando e do significado do trabalho que estão ali desempenhando. Cabe à população apoiar, incentivar e também fiscalizar e cobrar.

Entretanto, invertendo o sentido de uma antiga frase dita pelo General Junot ao invadir Portugal a mando de Napoleão, “nem tudo está como dantes no quartel do Abrantes”. É preocupante que já no terceiro mês de atuação da Operação Aterro Presente, indícios sinalizem que a eficácia e a qualidade do serviço, já não são mais as mesmas. O número de agentes agora atuando no Parque leva a crer que houve diminuição do efetivo e, não se vê mais, a ação dos funcionários da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social no acolhimento da população em situação de rua, um dos principais problemas do Parque e da cidade. Sabemos que essa não é uma empreitada de fácil solução, mas que parecia estar sendo resolvida nos primeiros momentos da operação. A presença dessas pessoas, em princípio, não representa um risco, desde que não sejam violentas. O problema é que se agregam a elas, ocasionalmente, marginais e criminosos, o que requer uma vigilância constante.

No tocante a atuação dos agentes da Operação Aterro Presente, estes têm deixado a desejar. Há algum tempo, vans e o automóvel Gol por eles conduzidos, vêm usando as passarelas para se deslocarem de um lado ao outro do Parque. Tal prática, além de afrontar a Lei e a Ordem, preceitos que norteiam o desempenho de suas funções, coloca em risco a segurança de todos, já que as passarelas foram projetadas para o trânsito de pessoas e não de veículos. A continuar esse inapropriado e proibido uso, danos estruturais com certeza nelas ocorrerão. Danos esses que podem por em risco a vida de pessoas e causar enormes prejuízos financeiros. Essa atitude pode servir de estímulo para que outros façam o mesmo, já que os obstáculos que impediam a passagem de veículos foram retirados para facilitar o livre trânsito das viaturas usadas no patrulhamento.

Os agentes da Operação Aterro Presente parecem desconhecer o fato de que o Parque do Flamengo é um bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e um Patrimônio Mundial como  Paisagem Cultural, título concedido  pela UNESCO. Agora ele não é só seu, meu, nosso, é um Patrimônio da Humanidade. Sua proteção é dever de todos, principalmente dos que ali estão para fiscalizarem a manutenção da Lei e da Ordem.

Por último fica aqui uma indagação que prefiro não seja verdadeira: será possível que a prática adotada pelos agentes de usar as vans e o Gol, está atrelada ao fato de ser mais confortável fazer o patrulhamento a bordo desses veículos refrigerados do que de moto, bicicleta ou a pé?

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Saiba mais sobre o assunto em:
Operação Aterro Presente
Balanço da Operação no 1º Mês

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Palmeira Jerivá

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Nativa da América do Sul, o Jerivá (Syagrus romanzoffiana), é uma palmeira elegante que alcança de 8 a 15 metros de altura, podendo chegar a 60 cm de diâmetro. As folhas são longas, com 2 a 4 metros de comprimento, arqueadas, pendentes, pinadas e com numerosos folíolos.

As inflorescências surgem o ano todo, em cacho pendente, grande, ramificado, com pequenas flores de cor amarelo creme. O fruto é do tipo drupa, de cor amarela ou alaranjada, de formato globoso a ovóide, com polpa fibrosa, suculenta e doce. Cada fruto contém uma única semente, como um minúsculo coco, de sabor amendoado. Tanto os frutos, como as sementes dos jerivás são comestíveis.

No paisagismo podem ser utilizados isolados, em grupos ou renques. Seu ar imponente e majestoso ajuda a criar projetos de jardins sofisticados a um custo não tão elevado, se comparado a outras palmeiras. Da mesma forma, seu jeitão tropical é perfeito para jardins descontraídos à beira-mar ou em sítios. O jerivá também é muito atrativo para a fauna silvestre. As inflorescências são visitadas por abelhas diversas e os frutos são avidamente devorados por maritacas, papagaios, caturritas e esquilos. No seu ambiente natural, atrai também cachorros-do-mato e raposas.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Quando jovem, esta palmeira aprecia o sombreamento parcial. Tolera bem o frio e o calor, adaptando-se a uma ampla variedade climática, no entanto, aprecia a umidade tropical. Resiste muito bem ao transplante, mesmo os indivíduos adultos. Multiplica-se por sementes postas a germinar em recipientes com substrato arenoso, mantido úmido. Semear na primavera e verão, logo após a colheita e despolpa dos frutos quase maduros. A germinação ocorre após 2 a 5 meses.

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Fonte: http://www.jardineiro.net/plantas/jeriva-syagrus-romanzoffiana.html