Blog do Parque

Inaugurada a galeria de cintura da Marina da Glória

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Após sucessivos atrasos, finalmente, foi inaugurada a galeria de cintura da Marina da Glória. Projetada para captar os lançamentos clandestinos de esgoto nas quatro galerias de águas pluviais que deságuam na marina, a obra, inaugurada pela Cedae no dia 15/04, custou R$ 14 milhões e estava prometida desde 2011. A tecnologia aplicada na obra é de origem alemã. Um equipamento conhecido como “tatuzinho”, uma versão menor, porém, semelhante ao shield utilizado nas obras do metrô, perfurou o subsolo sem a necessidade de interrupções no trânsito. A partir de agora, o esgoto despejado em tempo seco na rede de águas pluviais da região, será captado e encaminhado para a elevatória da marina.

A galeria tem duas redes coletoras em uma extensão total de 630 metros e diâmetro de 300 e 600 milímetros. Com capacidade de bombear até 450 litros de efluentes por segundo, a elevatória envia o esgoto para o Interceptor Oceânico, de onde este segue para o Emissário Submarino de Ipanema. A conclusão da obra livrará a Baía de Guanabara, raia de competição esportiva e palco das provas de vela das Olimpíadas Rio 2016, de receber um considerável volume de esgoto não tratado, o que contribuirá sensivelmente para a queda do nível de poluição de suas águas.

Segundo matéria publicada na edição de 28/05 do jornal O Globo, o último boletim de balneabilidade divulgado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em medição realizada no dia 23/05, diz que a Praia do Flamengo está própria para o banho. A aferição foi realizada junto à foz do Rio Carioca e em frente à Rua Correa Dutra. Para o biólogo e ambientalista Mário Moscatelli, é possível que isso possa estar ocorrendo devido à inauguração da galeria de cintura da Marina da Glória. No ano passado a Praia do Flamengo ficou quase 100% do tempo imprópria para o banho.

Apesar dessa boa notícia, muitas das promessas de nossas autoridades em relação aos problemas causados pela poluição, não foram cumpridas. O tão alardeado legado que os jogos olímpicos deixariam para a despoluição da Baía de Guanabara, não vai ser entregue. A meta de tratamento de 80% do esgoto lançado em suas águas não saiu do papel. A praia de Botafogo continua a receber esgoto não tratado, proveniente do rio Berquó, que desagua em sua enseada. A mesma situação vivida pela praia da Urca, vítima de esgoto proveniente de ligações clandestinas na rede de águas pluviais. As lagoas da Barra da Tijuca morrem lentamente, asfixiadas pela poluição causada pelo esgoto e lixo provenientes dos rios da baixada de Jacarepaguá que nelas deságuam. Soma-se a tudo isso, a falta de saneamento e de coleta de lixo nos 15 Municípios que circundam a baía e nela despejam esses dejetos. Mais uma vez, as esperadas obras ambientais que solucionariam definitivamente esses problemas, ficaram pelo caminho. Eram somente, as tão conhecidas e tão normalmente descumpridas, promessas políticas.

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Novos restaurantes no Parque do Flamengo

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A área antes ocupada pelo Porção Rio’s já tem novo concessionário. Quem venceu a licitação para a exploração do local foi o empresário gaúcho Jair Coser, fundador junto com seu irmão Arri Coser, da rede de churrascarias Fogo de Chão, vendida em 2011 por 300 milhões de dólares, ao fundo americano de private equity GP Investiments, um tipo de fundo que compra participações em empresas. A concessão é válida pelo prazo de 20 (vinte) anos, improrrogável.

Conforme o estabelecido no Edital de Licitação, é expressamente vedada a terceiros a utilização da área concedida, assim como sua subconcessão. O concessionário fica obrigado a recompor o calçamento, em pedra portuguesa, de parte da área de estacionamento; demolir a área acrescida à edificação; restituir as varandas suprimidas e refazer jardineira, com o plantio das espécies indicadas; tudo isso de acordo com o projeto original “Jardins do Restaurante do Parque do Flamengo”, de autoria de Burle Marx, no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias, com a prévia apresentação e aprovação de projeto de recuperação integral da área alterada no IPHAN, que acompanhará sua execução.

Jair Coser, que atualmente é o sócio majoritário da rede de restaurantes especializada em carnes Corrientes 348, pretende transformar o local em um minipolo gastronômico, com três estabelecimentos de diferentes especialidades. O investimento previsto para a reforma é de cerca de R$ 15 milhões. Com isso o empresário terá quatro estabelecimentos funcionando no Parque do Flamengo, já que no mês passado inaugurou na Marina da Glória, uma filial do Corrientes 348.

Finalizadas as obras na área, o Parque do Flamengo voltará a ter em suas extremidades equipamentos revitalizados (Rio’s e Marina), que certamente atrairão enorme contingente de pessoas, tornando o local mais movimentado e, consequentemente, mais seguro para todos os frequentadores e visitantes. É tudo isso e muito mais que queremos para o nosso parque.

 

Inaugurada a Nova Marina da Glória.

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“Marinas são “a janela da cidade”, local para onde as pessoas se dirigem a fim de descontrair, contemplar, observar o mar, a atividade náutica e as pessoas. Não necessariamente para andar de barco. É fato notório que grande parte dos visitantes em marinas chegam ali por terra, e a maioria não possui barco. Não se limitam a ser meras garagens de barcos, são espaços multifuncionais que oferecem além de infraestrutura náutica, atrações culturais que as tornam parte vibrante de suas cidades. Estabelecem uma noção de identidade com a população local, melhoram a qualidade de vida e incrementam a cadeia de turismo, trazendo prosperidade econômica”.

Iniciadas em dezembro de 2014, as obras de revitalização da Marina da Glória e do seu entorno ainda não terminaram, mas o espaço foi oficialmente inaugurado na última quinta-feira, 07 de abril. Após dezesseis meses de obras o carioca recebe de volta uma área a qual não tinha pleno acesso desde 1984, época em que a marina foi gradeada e separada do Parque do Flamengo.

Onde antes havia um equipamento obsoleto e degradado, surge uma nova e moderna área dedicada não só ao esporte e infraestrutura náuticas. Utilizando os conceitos atualmente aplicados nas mais modernas marinas do mundo, a nova Marina da Glória oferece espaços multifuncionais onde você encontra lojas de produtos náuticos, cursos de vela, mergulho e de aptidão náutica; além de passeios turísticos, bares, restaurantes (inclusive um de comida a quilo) e área dedicada à realização de eventos culturais. Por estar inserida dentro do Parque do Flamengo, essa esplêndida área pública de lazer à beira mar, a nova marina ainda será um ponto de apoio aos frequentadores do parque, oferecendo estrutura de banheiros e bicicletários. Um território antes restrito aos donos de barcos, agora pode ser frequentado por todos, cariocas e turistas.

A partir de 13 de julho até 20 de setembro de 2016 o local será entregue à operação exclusiva do Comitê Organizador da Rio-2016. A marina sediará os eventos Olímpico e Paralímpico de Vela e, por essa razão, esse órgão passará a coordenar a circulação de pessoas dentro do espaço, seguindo as normas adotadas para todos os equipamentos olímpicos e sob o controle das forças de segurança locais.

Após o término das Olimpíadas e a devolução da área pelo Comitê Organizador, serão iniciadas as obras de urbanização da esplanada de 30 mil metros quadrados, antes usada para eventos. Um projeto do escritório Burle Marx dotará o espaço de ciclovia, mirante e árvores nativas, integrando-o novamente ao parque. De lá se poderá contemplar a Baía de Guanabara, Pão-de-Açúcar, Cristo Redentor e muito mais.

A pedido da BR Marinas, concessionária da marina, o arquiteto Haruyoshi Ono (Haru), sócio do escritório Burle Marx, desenvolveu um projeto para a revitalização da área do parque conhecida como “Bosque dos Piqueniques”, o qual foi doado à Prefeitura do Rio de Janeiro. Além disso, em acordo assinado entre o Ministério Público Federal (MPF) e a BR Marinas, esta se comprometeu a instalar a rampa pública para embarcações, em área próxima ao Aeroporto Santos Dumont, atualmente utilizada como estacionamento. Os dois espaços estão localizados fora dos limites de sua área de concessão.

Em discurso saudando a inauguração da marina, Washington Fajardo, Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) e do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural (CMPC), ressaltou a importância das mulheres envolvidas ao longo do tempo com o Parque do Flamengo. Citou Lotta de Macedo Soares, sem a qual o parque não existiria; as arquitetas  Laura Di Blasi e Aline Xavier,  do IRPH, envolvidas no processo de revitalização do Bosque de Piquenique; Jurema Machado e Mônica Costa, respectivamente, presidente e superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN); e  Gabriela Lobato Marins, presidente da BR Marinas, que em seu pronunciamento disse: “A cidade tem uma nova porta de entrada pelo mar, totalmente remodelada e inserida em um cartão postal da cidade. Estamos ao lado do Centro e da Zona Sul, dentro de um parque e vizinhos de equipamentos importantes para a cidade como o Aeroporto Santos Dumont e o MAM. Esperamos muitos visitantes, não apenas os amantes da náutica. A ideia do projeto é exatamente esta: trazer o carioca e os turistas para cá e fazer com que a cidade se reencontre com o mar”.  

Pegando carona nas palavras de Gabriela, o Movimento #OCUPAPARQUE, acredita que a Marina da Glória além de proporcionar o reencontro do carioca e dos turistas com o mar, promoverá o reencontro destes com o Parque do Flamengo.

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https://www.youtube.com/watch?v=Uhg6IXt-RPU

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Operação Aterro Presente – Balanço do 3º Mês

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Completados três meses da Operação Aterro Presente, não se pode negar a melhora da segurança no Parque do Flamengo. É real o ganho apresentado pelas estatísticas oficiais divulgadas, que aferem a redução do número de ocorrências registradas na área. Apesar dessa constatação, ainda paira uma sensação de insegurança nos frequentadores e nos moradores do entorno. O que é perfeitamente natural devido à ocorrência de vários episódios de violência e crime ali praticados.

Diminuir a sensação de insegurança é uma operação mais complexa, demanda tempo para ser consolidada. É preciso restaurar a confiança dos frequentadores e dos moradores do entorno do Parque do Flamengo quanto à aplicação dessa nova abordagem na manutenção da segurança na área. O restabelecimento dessa confiança está diretamente ligado à percepção de que esta não é mais uma ação pontual, e sim permanente. Mas não apenas isso, é necessário, também, que a Operação Aterro Presente cumpra exemplarmente as metas que nortearam a sua criação, ou seja, reduzir os índices de criminalidade, promover o reordenamento urbano e garantir o direito de ir e vir de moradores da área e frequentadores do Parque do Flamengo.

Essa não é uma tarefa fácil, requer o comprometimento e a dedicação de cada um dos envolvidos nessa operação, independente do nível hierárquico que ocupe. Todos devem estar cientes da importância do local onde estão atuando e do significado do trabalho que estão ali desempenhando. Cabe à população apoiar, incentivar e também fiscalizar e cobrar.

Entretanto, invertendo o sentido de uma antiga frase dita pelo General Junot ao invadir Portugal a mando de Napoleão, “nem tudo está como dantes no quartel do Abrantes”. É preocupante que já no terceiro mês de atuação da Operação Aterro Presente, indícios sinalizem que a eficácia e a qualidade do serviço, já não são mais as mesmas. O número de agentes agora atuando no Parque leva a crer que houve diminuição do efetivo e, não se vê mais, a ação dos funcionários da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social no acolhimento da população em situação de rua, um dos principais problemas do Parque e da cidade. Sabemos que essa não é uma empreitada de fácil solução, mas que parecia estar sendo resolvida nos primeiros momentos da operação. A presença dessas pessoas, em princípio, não representa um risco, desde que não sejam violentas. O problema é que se agregam a elas, ocasionalmente, marginais e criminosos, o que requer uma vigilância constante.

No tocante a atuação dos agentes da Operação Aterro Presente, estes têm deixado a desejar. Há algum tempo, vans e o automóvel Gol por eles conduzidos, vêm usando as passarelas para se deslocarem de um lado ao outro do Parque. Tal prática, além de afrontar a Lei e a Ordem, preceitos que norteiam o desempenho de suas funções, coloca em risco a segurança de todos, já que as passarelas foram projetadas para o trânsito de pessoas e não de veículos. A continuar esse inapropriado e proibido uso, danos estruturais com certeza nelas ocorrerão. Danos esses que podem por em risco a vida de pessoas e causar enormes prejuízos financeiros. Essa atitude pode servir de estímulo para que outros façam o mesmo, já que os obstáculos que impediam a passagem de veículos foram retirados para facilitar o livre trânsito das viaturas usadas no patrulhamento.

Os agentes da Operação Aterro Presente parecem desconhecer o fato de que o Parque do Flamengo é um bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e um Patrimônio Mundial como  Paisagem Cultural, título concedido  pela UNESCO. Agora ele não é só seu, meu, nosso, é um Patrimônio da Humanidade. Sua proteção é dever de todos, principalmente dos que ali estão para fiscalizarem a manutenção da Lei e da Ordem.

Por último fica aqui uma indagação que prefiro não seja verdadeira: será possível que a prática adotada pelos agentes de usar as vans e o Gol, está atrelada ao fato de ser mais confortável fazer o patrulhamento a bordo desses veículos refrigerados do que de moto, bicicleta ou a pé?

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Saiba mais sobre o assunto em:
Operação Aterro Presente
Balanço da Operação no 1º Mês

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Palmeira Jerivá

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Nativa da América do Sul, o Jerivá (Syagrus romanzoffiana), é uma palmeira elegante que alcança de 8 a 15 metros de altura, podendo chegar a 60 cm de diâmetro. As folhas são longas, com 2 a 4 metros de comprimento, arqueadas, pendentes, pinadas e com numerosos folíolos.

As inflorescências surgem o ano todo, em cacho pendente, grande, ramificado, com pequenas flores de cor amarelo creme. O fruto é do tipo drupa, de cor amarela ou alaranjada, de formato globoso a ovóide, com polpa fibrosa, suculenta e doce. Cada fruto contém uma única semente, como um minúsculo coco, de sabor amendoado. Tanto os frutos, como as sementes dos jerivás são comestíveis.

No paisagismo podem ser utilizados isolados, em grupos ou renques. Seu ar imponente e majestoso ajuda a criar projetos de jardins sofisticados a um custo não tão elevado, se comparado a outras palmeiras. Da mesma forma, seu jeitão tropical é perfeito para jardins descontraídos à beira-mar ou em sítios. O jerivá também é muito atrativo para a fauna silvestre. As inflorescências são visitadas por abelhas diversas e os frutos são avidamente devorados por maritacas, papagaios, caturritas e esquilos. No seu ambiente natural, atrai também cachorros-do-mato e raposas.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Quando jovem, esta palmeira aprecia o sombreamento parcial. Tolera bem o frio e o calor, adaptando-se a uma ampla variedade climática, no entanto, aprecia a umidade tropical. Resiste muito bem ao transplante, mesmo os indivíduos adultos. Multiplica-se por sementes postas a germinar em recipientes com substrato arenoso, mantido úmido. Semear na primavera e verão, logo após a colheita e despolpa dos frutos quase maduros. A germinação ocorre após 2 a 5 meses.

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Fonte: http://www.jardineiro.net/plantas/jeriva-syagrus-romanzoffiana.html

Lótus: Uma flor no Parque

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Lótus (Nelumbo nucifera), também chamada de Flor-de-lótus, Lótus-da-índia, Lótus-sagrado é uma planta nativa da Ásia e Oceania, habitante de cursos de água lentos ou lagoas de água doce, vivendo a pouca profundidade. É enraizada no fundo lodoso por um rizoma vigoroso, do qual partem grandes folhas arredondadas, sustentadas acima do espelho d’água por longos pecíolos. Multiplica-se pela divisão da planta e por suas sementes, famosas por sua longevidade, pois podem germinar após vários séculos.

Suas flores, formadas no verão, são muito belas, e podem ser brancas ou róseas. Produz frutos com sementes comestíveis e sua folhagem e flores desaparecem no inverno. Na Ásia, suas pétalas são empregadas como enfeites, enquanto suas largas folhas são utilizadas para embrulhar comida.

No oriente, a flor de lótus significa pureza espiritual. A água lodosa que acolhe a planta é associada ao apego e aos desejos carnais, e a flor imaculada que desabrocha sobre a água em busca de luz é a promessa de pureza e elevação espiritual.

No simbolismo budista representa a pureza do corpo e da mente e, por isso, são flores sagradas para os povos do oriente. Diz a lenda que quando o menino Buda deu os primeiros passos, em todos os lugares que pisou, flores de lótus desabrocharam. Por esse motivo a maior parte das divindades costuma surgir sentada sobre uma flor de lótus durante o ato de meditação.

Na literatura clássica de muitas culturas asiáticas, ela simboliza elegância, beleza, perfeição, pureza e graça, sendo frequentemente associada aos atributos femininos ideais.

Também é muito usada em tatuagens com diferentes significados associados a cada cor da flor. A de cor branca está relacionada com a perfeição do espírito e da mente, estado de pureza total e natureza imaculada. Normalmente é representada com oito pétalas. A cor de rosa é a mais importante e especial por estar associada a personagens divinos, como é o caso do Grande Buda.

No Japão ela é muitas vezes tatuada em conjunto com o peixe koi, significando individualidade e força. Na Yoga, a posição de Lótus (Padmásana) é a postura tradicional de meditação, em que a pessoa sentada entrelaça as pernas e pousa as mãos sobre os joelhos.

A flor de Lótus fechada ou em botão é um simbolismo das infinitas possibilidades do homem. Quando aberta representa a criação do Universo.

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O Amanhã

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A cigana leu o meu destino / Eu sonhei / Bola de cristal, jogo de búzios, cartomante / Eu sempre perguntei / O que será o Amanhã

O ano era 1978 e assim começava a letra do samba enredo da Escola de Samba União da Ilha do Governador, uma indagação sobre o Amanhã. Naquela época a letra do samba sugeria a bola de cristal, o jogo de búzios e a cartomante para obter-se a resposta que, dependendo do que se queria saber, poderia demorar três dias. Trinta e oito anos depois, em 2016, os tempos são outros. Estamos na era e na velocidade da informática, o amanhã é agora e basta uma ida ao Museu do Amanhã que você terá respostas não só sobre o amanhã, mas, também, sobre o agora, de onde viemos, quem somos, onde estamos, para onde vamos e como queremos ir, tudo em poucas horas e no mesmo dia.

Inaugurado em 19 de dezembro na Praça Mauá, o Museu do Amanhã foi desenhado pelo renomado arquiteto espanhol Santiago Calatrava. Com 338,3 metros de comprimento e 20,85 metros de altura, o museu branco neve tem 15 mil metros quadrados de área construída. Calatrava diz que se inspirou em uma bromélia que guarda semelhanças com a planta da espécie Tillandsia cyanea, nativa das Américas do Sul e Central.

Projetado para ser sustentável, a energia interna do museu é produzida por meio de placas que transformam a luz do sol em energia elétrica. Para captar a maior quantidade possível de luz solar, 5.492 painéis fotovoltaicos divididos em 24 módulos foram instalados na cobertura e se movimentam ao longo do dia, gerando 247,9 MWh por ano. A produção permite acender, por uma hora, aproximadamente quatro milhões de lâmpadas incandescentes de 60 w. Ainda na linha da sustentabilidade, no subsolo funciona o sistema de refrigeração que capta e filtra a água da Baía de Guanabara, a bombeia para formar o espelho d’água e depois a devolve, mais limpa, ao mar.

O museu conta com o chamado “Observatório do Amanhã” que funciona como um radar, recebendo e repercutindo informações de centros produtores de conhecimento em ciência, cultura e tecnologia do Brasil e do exterior. O espaço é também um legitimador dos conteúdos das exposições, ao mantê-las constantemente atualizadas com informações científicas. E tem, ainda, o papel de incentivar o debate de ideias e visões sobre os temas pertinentes ao museu.

Segundo seu diretor, o historiador da ciência Alfredo Tolmasquim, o Observatório tem a incessante missão de perguntar quais são as grandes oportunidades e ameaças para a sociedade nos próximos cinquenta anos. Essa tarefa é realizada de duas maneiras. Uma é feita pelo sistema Cérebro, um software que se conecta a instituições de referência em todo o mundo para garantir que os dados da exposição principal estejam atualizados. A outra é realizada por uma equipe que acompanha tendências e procura perceber questões que possam vir a ser incorporadas às experiências do museu. São temas “portadores de futuro”, como define o diretor.

O Observatório do Amanhã atua também como emissor de conhecimento e de debate. Atento aos temas mais urgentes e atuais da sociedade, o espaço tem o objetivo de promover reflexões e, constantemente, disseminar conhecimento em eventos, encontro de ideias e debates e palestras online, recebendo convidados e promovendo intercâmbios com uma rede de instituições parceiras, como a Academia Brasileira de Ciência e a International Union for Conservation of Nature (IUCN).

O Programa de Educação do Museu do Amanhã tem capacidade para receber 90 mil pessoas por ano, com o desafio de que cada uma das visitas seja um encontro para refletir juntos sobre os amanhãs possíveis. Conta com uma equipe interdisciplinar para a realização de visitas mediadas e escolares e propõe eixos temáticos para o debate dos professores com os alunos, trazendo as questões abordadas no museu, sua arquitetura, a Baía de Guanabara e a região histórica do entorno.

As atividades educativas foram concebidas para incluir e conectar pessoas de diferentes faixas etárias, formações, regiões geográficas e contextos socioeconômicos. Em “Minha avó também faz ciência”, crianças e idosos são convidados a participar de atividades conjuntas, unindo saberes de diferentes formações e épocas, mostrando que o aprendizado é um processo constante.

Já o fórum de debates “Manifestação” reúne jovens para refletir sobre o Amanhã, com encontros que podem culminar com uma festa na Praça Mauá, em frente ao prédio. No curso modular “Por dentro do Amanhã”, cada experiência do museu será aprofundada através de debates com os professores sobre temas como a relação do homem com o ambiente, consumo sustentável, superpopulação, desigualdade, multiculturalidade, saúde, novas tecnologias e mundo do trabalho. 

O programa de acessibilidade, por sua vez, utilizará audioguias, videoguias, visitas em libras e maquetes táteis. Também são objeto de estudo a área externa do edifício, a Baía de Guanabara e a região histórica onde o museu está localizado, a chamada Pequena África. O objetivo é incentivar o desenvolvimento do pensamento científico, sempre desmitificando a ciência e aproximando-a do cotidiano.

Pensando no impacto dos avanços tecnológicos e nas transformações que eles promovem na sociedade, o Museu do Amanhã desenvolveu uma área especialmente dedicada à inovação e à experimentação: o Laboratório de Atividades do Amanhã (LAA). A área tem dois focos principais de atuação: os efeitos e resultados das tecnologias exponenciais – como inteligência artificial, internet das coisas, robótica, genômica, impressão 3D, nano e biotecnologia – e o futuro de determinados temas, como trabalho, urbanização, fabricação e alimentação.

Para desenvolver esses tópicos, o espaço desdobra-se em quatro frentes de atuação: educação, atividades, programa de residência criativa e exposições. Na área de educação, os cursos são dirigidos a vários públicos, explorando desde a internet das coisas e os dispositivos vestíveis até introdução à robótica,  eletrônica e conexão digital para idosos.

Entre suas atividades, o LAA vai oferecer palestras, grupos de discussão e encontros, além de ações da chamada ‘ciência cidadã’, na qual pessoas sem formação científica trabalham em conjunto com especialistas para desenvolverem pesquisas sobre problemas locais e globais. Além disso, vai promover desafios, chamadas criativas e maratonas de programação de softwares. 

O programa de residência criativa do LAA vai selecionar inovadores de todo o mundo para que, durante um período de um a três meses, trabalhem em projetos emergentes em sua área de atuação. Os participantes serão escolhidos pela qualidade do trabalho, pela capacidade de promover impactos sociais ou ambientais e pela habilidade de desenvolver projetos em ambientes transdisciplinares. O laboratório também será uma plataforma para pesquisadores, startups, empresas e criativos compartilharem projetos e ideias.

O Museu do Amanhã é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro, concebido e realizado em conjunto com a Fundação Roberto Marinho, instituição ligada ao Grupo Globo, tendo o Banco Santander como Patrocinador Máster. O projeto conta ainda com a BG Brasil como mantenedora e o apoio do Governo do Estado, por meio de sua Secretaria do Ambiente, e do Governo Federal, por intermédio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

O museu funciona de terça a domingo, das 12h às 19h, com última entrada  para as exposições às 17h. A entrada custa R$ 10.

Menores de 21 anos, estudantes de escolas e universidades particulares, pessoas com deficiência, servidores públicos do município, moradores da cidade e clientes Santander pagam R$ 5.

Alunos e professores da rede pública, crianças menores de 5 anos, pessoas com mais de 60 anos, funcionários de museus ou associados do Icom, Guias de Turismo e moradores do entorno do museu têm entrada gratuita.

Obs: às terças-feiras a entrada é gratuita.

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Aterro Presente – 1º Mês – Balanço da Operação

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Após um mês de funcionamento da operação Aterro Presente já é visível a melhora na segurança do Parque do Flamengo. O efetivo de 164 agentes que trabalham de segunda a sábado, das 6h às 22h, e aos domingos e feriados, das 7h às 19h, com o apoio de 27 bicicletas, oito motocicletas, quatro viaturas e três vans, vem desempenhando de forma eficaz o patrulhamento na área entre o Aeroporto Santos Dumont e o Monumento a Estácio de Sá.

A maior parte das ocorrências registradas no primeiro mês de atuação do novo policiamento no Parque do Flamengo está relacionada à posse e consumo de drogas. Nos primeiros dias da operação 78 pessoas foram detidas por esse motivo. O porte de arma branca ocasionou a detenção de outras nove, todas encaminhadas para a 9ª DP (Catete) para averiguação. Alguns indivíduos foragidos da justiça e vários suspeitos, também foram detidos e encaminhados à delegacia.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social realizou diversas ações de acolhimento. O número de moradores de rua diminuiu sensivelmente. O Jardim Suspenso, área contígua ao MAM, antes totalmente tomada por essas pessoas, assim como por marginais que a elas se misturavam, agora já pode ser novamente frequentado e apreciado.

O Jardim Sinuoso, área localizada entre as pistas, compreendida entre a Praça do Russel e o início dos Campos de Pelada, onde estão localizadas as passarelas de acesso à Marina da Glória, local de grande vulnerabilidade, já pode ser atravessado sem sobressaltos.

O trecho entre o MAM e o Teatro de Arena, apelidado de área do medo, melhorou muito, mas precisa de atenção constante por ser um dos mais problemáticos do Parque. A reinauguração da Marina deve propiciar o aumento da circulação de pessoas na área, o que refletirá positivamente na segurança.

Para o capitão Leonardo Laureano, coordenador da operação, já houve queda no número de ocorrências. Fato que ele atribui à presença do policiamento na área. Até o presente momento a efetividade da operação Aterro Presente aumentou a segurança e, como consequência, diminuiu a sensação de insegurança que imperava no Parque do Flamengo. Esperamos que esse ganho permaneça.

Cabe agora aos moradores do entorno e aos frequentadores do Parque do Flamengo voltarem a circular na área como um todo. O abandono só beneficia àqueles que estão mal intencionados. Vamos ocupar o Parque, ele é nosso, é de quem o ama e não dos que dele só querem tirar proveito.

Colaborem com o policiamento denunciando irregularidades, dando sugestões, valorizando o trabalho dos agentes, mas também cobrando a permanência da qualidade na prestação do serviço.

Disque Aterro Presente: 98496-0114 /operaçã[email protected]

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Tataré, Jacaré, Angico-branco, Piteco, Jurema, Vinhático-de-espinho esses são os nomes populares do Pithecolobium tortum, árvore nativa da costa atlântica do Brasil. Seu tronco e galhos retorcidos e descamados conferem a esta árvore um aspecto diferente, que pode ser definido como uma escultura natural moldada pela relação do clima com a terra. Essa interação revela o processo extremamente rico e inventivo de criação da própria natureza.

Essa árvore espinhenta pode atingir de 7 a 12 metros. Sua casca é lisa, esbranquiçada e descamada, expondo uma madeira branca e de aparência marmorizada, visualmente semelhante ao Pau-ferro. Suas folhas compostas, de cor verde claro, possuem cerca de três pares de espinhos e se fecham à noite ou quando sofrem uma grande perda hídrica.

Suas flores, que nascem no verão, são brancas com tons amarelados, globosas (em forma de pompom), com muitos estames e de forte perfume. O fruto é um legume em formato helicoidal, popularmente conhecido como “orelha de macaco”. A maturação ocorre entre o final do inverno e início da primavera. As sementes são amareladas com cerca de 5mm e, embora numerosas, têm baixa capacidade de germinação.

O Tataré é uma árvore útil para a recomposição de áreas degradadas, pois suporta bem a insolação direta e não é particularmente exigente quanto às condições do solo. É, também, muito popular como bonsai, dada sua resistência e aparência distinta. Ela é muito adaptável e fácil de modelar, pois seu crescimento rápido e galhos estratificados na horizontal, permitem o treinamento mesmo sem aramação, utilizando apenas a poda.

O Pithecolobium tortum foi uma das muitas árvores nativas introduzidas pelo paisagista Roberto Burle Marx e o botânico Luiz Emygdio de Mello Filho no projeto paisagístico do Parque do Flamengo.

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