Blog do Parque

Tanque de Nautimodelismo – Esclarecimento

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Sem utilização desde os anos 2000 e relegado pelo descaso ao esquecimento, o Tanque de Nautimodelismo do Parque do Flamengo foi reativado e reinaugurado, após pedido do Movimento #OCUPAPARQUE à Gerência de Monumentos e Chafarizes da Secretaria de Conservação e ao empenho de sua gerente, Vera Dias. A razão apresentada para que tal providência ainda não tivesse sido tomada, até àquele momento, era a de que depois de tanto tempo sem utilização e manutenção, o equipamento não teria condições de ser reativado sem uma grande reforma para a qual não havia verba disponível.

Para surpresa de todos bastou a abertura de um registro pela equipe de manutenção da Gerência de Monumentos e Chafarizes para que a água jorrase normalmente no tanque até seu pleno enchimento, o que provou a excelente qualidade da obra executada há cinquenta anos. Parabéns a Lotta, ao Grupo de Trabalho e a SURSAN. Após tal constatação o tanque foi esvaziado e a Comlurb realizou uma extensa limpeza para a retirada da camada de lodo e, ato contínuo, novamente enchido.

Uma das preocupações do #OCUPAPARQUE era, justamente, quanto à possibilidade de o tanque se tornar um criadouro de mosquitos Aedes Aegypti, o temido transmissor dos vírus causadores da Dengue, Chicungunha e Zika. Tal possibilidade foi descartada por Vera Dias ao garantir que sua equipe cuidaria da manutenção periódica do equipamento, o que vinha ocorrendo normalmente.

Tal empenho na reativação do tanque era para que ele fosse reinaugurado na festa de comemoração dos cinquenta anos do Parque. No dia 17 de outubro do corrente ano, o Tanque de Nautimodelismo foi reinaugurado com uma regata de barcos à vela, um dos vários eventos realizados ao longo desse dia por todo o Parque. Com a reinauguração os praticantes que a muito reivindicavam a volta da utilização do tanque, puderam voltar a praticar o esporte que tanto amam e para o qual o tanque foi projetado e construído.

É perfeitamente normal que moradores do entorno e pessoas que frequentam o Parque, mas desconhecem que o tanque tenha sido reinaugurado e que é regularmente monitorado por funcionários da prefeitura, manifestem preocupação quanto a tal volume de água parada. Como havia chovido muito no final de semana anterior, imaginaram que a água do tanque fosse proveniente dessa chuva e, por isso, fizeram a denúncia à mídia. Isso demonstra preocupação com a sua segurança e a de todos os outros. É uma atitude louvável e que deve ser replicada em qualquer situação de dúvida.

O repórter do Bom Dia Rio, Diego Haidar, que foi ao local apurar a denúncia procedeu corretamente ao procurar esclarecimentos junto à Secretaria Municipal de Saúde. Na resposta a secretaria que desconhecia, também, o fato de o tanque ter sido reinaugurado, informa que além do monitoramento que é feito regularmente, mandaria funcionários fazerem uma verificação no local. Esclarece, ainda, que mesmo que a água fosse proveniente da chuva, o que não era o caso, a grande insolação ali ocorrida elimina o risco de reprodução do mosquito.

Pelo que acreditamos ter sido um lapso de memória, coisa perfeitamente normal, a Vereadora Leila do Flamengo que teve participação ativa na festa de comemoração do cinquentenário do Parque e estava ciente dos esforços feitos pelo #OCUPAPARQUE e pela Gerência de Monumentos e Chafarizes da Secretaria de Conservação, para que o tanque voltasse a ser utilizado e do monitoramento por esta realizado, solicitou, através de ofício ao Secretário de Conservação, como publicado em seu facebook, o esvaziamento temporário do Tanque de Nautimodelismo para prevenir a proliferação de mosquitos que causam Dengue, Zika e outras doenças. 

Como entendemos que no afã de dar uma resposta imediata a uma pertinente preocupação de seus eleitores a vereadora tenha agido de maneira precipitada, já que deveria ter primeiramente consultado a Secretaria Municipal de Saúde antes de solicitar qualquer providência, como o fez corretamente o repórter Diego Haidar, entendemos, também, que diante da resposta da secretaria, tranquilizando a população quanto ao fato denunciado a vereadora envidará, com toda celeridade anteriormente empregada, os esforços necessários para que a situação que agora se apresenta, qual seja, o esvaziamento do tanque, seja revertida.

Como admiradora do trabalho de Lotta e defensora do seu legado, assim como nós, sabemos do amor que Leila do Flamengo devota ao Parque e por isso contamos com a sua importante colaboração para que, além do nautimodelismo, todos os outros equipamentos que dele fazem parte operem em sua plenitude, proporcionando a toda a população horas de lazer em recreação viva, alegre e construtiva, o grande desejo de Lotta de Macedo Soares.

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Saiba mais sobre o Elemento Arquitetônico
e a prática desse esporte acessando

Tanque de Modelismo Naval

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Secretário de Esportes e Lazer visita o Parque do Flamengo

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Em uma iniciativa do Movimento #OCUPAPARQUE, o Secretário Municipal de Esportes e Lazer, Marcos Braz, visitou o Parque do Flamengo no último sábado, 28 de novembro de 2015.

Ciceroneado por Fernando Nascimento, do Instituto Lotta, Marcos Braz percorreu todo o parque. A intenção era mostrar ao secretário todos os equipamentos disponíveis, e incitá-lo a promover na área algumas das diversas atividades de esporte e lazer desenvolvidas por sua secretaria nos espaços públicos da cidade.

Marcos Braz se mostrou surpreso com o número de equipamentos para a prática de esportes que o parque possui, e lamentou não ter conhecido anteriormente a área que, segundo ele, pode ser amplamente utilizada por sua secretaria.

Aproveitando a oportunidade foram apresentados ao secretário os projetos de criação de uma Pista de Automodelismo, no playground do Morro da Viúva e de uma Escolinha de Remo, em área ainda a ser definida. Marcos Braz pediu que os projetos fossem encaminhados à sua secretaria para análise e prometeu empenhar-se na aprovação de ambos.

Fernando Nascimento chamou a atenção do Secretário para os diversos eventos esportivos que acontecem no parque, principalmente as corridas, organizadas por grandes empresas, mas que não deixam nenhuma contrapartida para o parque. O Secretário se comprometeu a conversar com essas empresas a fim de encontrar uma forma de o Parque do Flamengo ser beneficiado pela realização de tais eventos.

Marcos Braz e Bernardo Monteiro, seu assessor, ainda saborearam um caprichado prato feito no quiosque Zeronove, o famoso quiosque do Uthan, localizado entre as Quadras Poliesportivas, próximo ao Tanque de Nautimodelismo.

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Internacional: Antes Clube Náutico, agora Estacionamento.

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Em matéria de nosso Blog, publicada em 15/07/2015, com o título “A Candidata Duas Folhas”, criticávamos a atitude de pessoas que se autoproclamam defensoras do Parque do Flamengo, mas que verdadeiramente estão interessadas na promoção de seus projetos pessoais e fazem uso dele como plataforma para alcançarem seus objetivos.

Na ocasião chamávamos a atenção para as várias irregularidades que aconteciam no parque, sendo uma delas a demolição que ocorria nas dependências de um dos Clubes Náuticos, item nº 1 da relação anexa ao Processo n° 748-T-64 de Tombamento do Parque, mais precisamente do Clube Internacional de Regatas.

O tempo passou e nada aconteceu, nenhuma providência foi tomada para que tal demolição fosse interrompida. O resultado é que, hoje, um equipamento que foi tombado como clube náutico e que somente isso pode ser, foi transformado em um dos negócios mais lucrativos da cidade, um estacionamento. O empreendimento é de propriedade da empresa AS3 Park Estacionamento e Locação de Veículos Eirelli-EPP, CNPJ nº 21394190/0001-49, fundada em 12/11/2014, e que tem como logradouro o endereço do próprio clube na rua Jardel Jércolis nº 432-Glória, ou seja, onde deveria funcionar um clube náutico, hoje está instalada a sede de uma empresa privada que explora irregularmente o espaço como estacionamento. 

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Clube Internacional de Regatas

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Operação Aterro Presente. Implantado novo modelo de policiamento no Parque do Flamengo.

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Em cerimônia realizada na manhã de ontem (01/12), no Monumento a Estácio de Sá, o governador Luiz Antonio Pezão acompanhou o primeiro dia da Operação Aterro Presente, novo tipo de policiamento implantado no Parque do Flamengo. A ação, uma parceria entre o Governo do Estado e o Sistema Fecomércio-RJ, terá a duração de dois anos.

A iniciativa, inspirada no êxito da Operação Lapa Presente, lançada em janeiro de 2014, contará com um contingente de 164 agentes, que farão o policiamento da área de segunda a sábado, das 6h às 22h, e aos domingos e feriados, das 7h às 19h. Com o apoio de 27 bicicletas, oito motocicletas, quatro viaturas e três vans, as equipes trabalharão em dois turnos de oito horas usando, para melhor identificação, coletes na cor verde. Todas as abordagens serão filmadas, as equipes monitoradas por GPS e balões identificarão a presença da operação. Esses agentes se somarão aos policiais do 2º Batalhão da Polícia Militar que já fazem a segurança da área.

O Aterro Presente tem como meta reduzir os índices de criminalidade, promover o reordenamento urbano e garantir o direito de ir e vir de moradores da área e frequentadores do Parque do Flamengo. Para isso conta com o apoio da Guarda Municipal, das secretarias municipais de Transportes, de Ordem Pública, de Conservação e de Desenvolvimento Social, bem como da Comlurb.

Já no primeiro dia de operação cinco pessoas foram presas por posse e uso de entorpecentes, duas facas e material de caça foram apreendidos, um telefone celular roubado foi recuperado e 59 suspeitos foram conduzidos para a delegacia para averiguações. É esse tipo de atitude proativa que desejamos ver mantida, por parte desses novos agentes, durante todo o tempo de patrulhamento da área.

Sabemos que a presença do policial inibe a ação dos criminosos, mas não adianta contar com um expressivo número de agentes atuando no policiamento, se esses profissionais não estiverem imbuídos do real sentido de sua missão, policiar. Continuamente presenciamos policiais em atitude de total displicência, num animado bate-papo, muitas vezes ao celular. Parece que estão a passear pelo parque, como se naquele período não estivessem em serviço, fossem frequentadores desfrutando de um momento de lazer. Tal comportamento é observado pelas pessoas que, apesar da presença dos agentes da lei, têm a sensação de não estarem sendo devidamente protegidas. Tão importante quanto a quantidade, deve ser a qualidade do policiamento. É isso que o parque e a cidade precisam e merecem ter urgentemente.

Nós cariocas, amantes e frequentadores do parque, devemos colaborar com os policiais fornecendo informações sobre as áreas de maior insegurança, denunciando irregularidades, apresentando sugestões e valorizando seu trabalho mas, também, cobrando deles um maior comprometimento com a prestação de um serviço de qualidade. Aproveitemos a oportunidade e tenhamos igualmente uma atitude proativa. O ganho será de todos.

Disque Aterro Presente: 98496-0114 / [email protected]

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“Grande Brinquedo ao Ar Livre”, a roda-gigante de Lotta.

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O Parque do Flamengo completou 50 anos no dia 17 de outubro de 2015 com muitos motivos para se orgulhar, pois apesar de não receber a atenção, o cuidado e o carinho que merece, continua lindo e cumprindo o papel para o qual foi planejado. Entretanto, um fato que a maioria das pessoas desconhece é que, apesar de cinquentão, ele é um parque inacabado. Alguns dos equipamentos constantes da planta tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) não saíram do papel, isto é, foram projetados, mas até hoje não foram construídos. Um deles é o “Grande Brinquedo ao Ar Livre”, item nº 36 da relação anexa ao processo nº 748-T-64, que norteou o tombamento do parque.

O Grande Brinquedo ao Ar Livre é, em verdade, uma roda-gigante. Em viagem a Viena, na Áustria, Lotta se encantou com a Wiener Riesenrad, a roda-gigante mais antiga do mundo, inaugurada em 1897. Localizada em um grande parque chamado Prater, ela faz parte da paisagem da cidade há mais de 100 anos. “Você só pode dizer que conhece Viena se a tiver visto do alto da roda-gigante”, diz uma placa de boas-vindas na entrada.  

A construção suscitou muita polêmica à época. Quando o empresário vienense Gabor Steiner apresentou o projeto às autoridades municipais, um funcionário olhou para as plantas, balançou a cabeça e disse: “acha mesmo que vai encontrar alguém que lhe dê a licença para construir essa monstruosidade e assuma a responsabilidade por ela?” Apesar disso Steiner não se deixou abater, continuou tentando e finalmente recebeu permissão para construir.

Até hoje, mais de um século depois, a roda-gigante de Viena está de pé com seus vagões vermelhos, e permanece como testemunha da história da cidade e como um de seus símbolos. Se algum dia visitar Viena, sem dúvida você vai dar uma volta na roda-gigante. E quem sabe, quando estiver lá, você veja um senhor idoso contando ao netinho, no alto da roda-gigante, como ele tentou acalmar o coração que batia forte quando pediu a vovó em casamento e ela aceitou.

A experiência de andar na roda-gigante de Viena foi tão impactante para Lotta, que ela decidiu que o Parque do Flamengo deveria ter um equipamento como esse. Queria que os seus frequentadores pudessem experimentar a mesma emoção que sentira. Segundo Maria Hanna Siedlikowski, arquiteta do Grupo de Trabalho, uma grande euforia e discussão tomaram conta do barracão, quando Lotta anunciou a ideia do Grande Brinquedo ao Ar Livre, ao qual reservou um local específico para sua instalação, na planta tombada pelo IPHAN. Ela morreu e não viu seu desejo concretizado. A área escolhida para o seu brinquedo está, até hoje, vazia a espera dele.

Passados cinquenta anos, essa possibilidade novamente se apresenta com a Rio View, provocando a mesma euforia e discussão de outrora. De autoria dos arquitetos ingleses David Marks e Julia Barfield, mesmos criadores da roda de Londres, a London Eye, o projeto da roda-gigante do Parque do Flamengo é um resgate da planta original tombada, e mais um passo na concretização do grande sonho de Lotta que era ver o parque concluído para que a população o aproveitasse em sua plenitude.

Construída no distrito de Lambeth, na margem sul do famoso Tâmisa, uma área não muito valorizada da cidade, mesmo tendo o Big Ben do outro lado do rio, a Millennium Wheel (Roda do Milênio), como também é conhecida a London Eye, foi inaugurada pelo Primeiro Ministro Tony Blair nos últimos minutos de 1999, não sem antes causar polêmica.  Questionava-se a necessidade de se ter uma estrutura enorme bem no meio de Londres e se era preciso criar um novo ponto turístico em uma cidade já repleta deles. Essas contestações deixaram de existir tão logo a roda-gigante foi inaugurada. Seu enorme sucesso rapidamente a tornou um dos mais procurados pontos turísticos de Londres. Os imóveis do entorno tiveram uma grande e veloz valorização e o distrito passou a ser um dos pontos de referência da cidade.

Londres, novamente, saiu-se vitoriosa. Apesar de seus mais de dois mil anos de existência, e da tradição de valorizar e preservar seu passado, a cidade entende que nem por isso pode descartar o novo, pelo contrário, deve dialogar com ele. É uma cidade que usa a sabedoria que só os anos trazem para continuar atrativa e conservar seu charme.  Que compreende que o segredo para isso é se reinventar, não rejeitar a modernidade. Por tudo isso e muito mais, Londres é considerada uma das cidades mais modernas do planeta e continua a lançar tendências copiadas mundo afora.

Quando Lotta, nos anos 60, concebeu o parque, também suscitou variadas discussões. O projeto era diferente de tudo o que já havia sido proposto para a área. Apresentava uma modernidade ímpar para a época. Uma modernidade que muitos não entenderam e por isso a rejeitaram.  Lotta, uma mulher à frente de seu tempo, não só não desistiu como insistiu, persistiu e o tempo mostrou que estava certa. Dá para imaginar a cidade hoje sem o Parque do Flamengo?

A Rio View, assim como as de Londres, Singapura, Nanchang e Las Vegas, é uma roda-gigante de observação panorâmica, diferente das convencionais. Ao invés de gôndolas, suas grandes cabines dotadas de amplas janelas de vidro se movimentam de acordo com a rotação, sempre deixando o visitante numa posição ereta. Permitem, ainda, uma visão espetacular da cidade, com um alcance de até 40km.

O empreendimento, de capital inteiramente privado, da empresa inglesa Marks Barfield, segue o modelo já consagrado da London Eye e foi desenvolvido com base em uma série de estudos e pesquisas envolvendo os principais equipamentos turísticos do Rio de Janeiro. Números e fatos sobre o turismo carioca foram reunidos e analisados, confirmando uma demanda interminável e o incrível potencial de expansão. E potencial é o que não falta ao Parque do Flamengo, Patrimônio Mundial da Humanidade na categoria “Paisagem Cultural Urbana” e maior parque urbano do mundo à beira mar. Uma área de extrema beleza, com variada flora e fauna e que, apesar de tudo isso, é simplesmente ignorado pelo trade turístico da cidade. A construção e operação da roda-gigante vai gerar empregos, proporcionar ao parque a visibilidade merecida e a oportunidade de mostrar toda a sua potencialidade como equipamento de recreação, lazer e turismo, aumentando o fluxo de visitantes da cidade. Além disso, através de Outorga Onerosa do Direito de Construir (OODC), o parque receberá recursos que serão aplicados em manutenção, revitalização e segurança.

Novidades causam dúvidas, estranheza e temeridade, e não vai ser diferente com a roda-gigante proposta para o Parque do Flamengo. O Instituto Lotta valida todos esses sentimentos. Acredita que o melhor instrumento para sanar essa apreensão é o acesso à informação clara e precisa. Norteado por essa crença, conclama a todos os agentes envolvidos na análise do projeto Rio View que “a priori” não o rejeitem. Que o conheçam, o estudem e o discutam, pois essa é a maneira correta de se chegar a uma conclusão livre de pré-conceitos, uma conclusão que nos leve a escolher o melhor para o parque, para a cidade e para todos nós. Viena tem a Riesenrad; Londres, a London Eye; Singapura, a Singapore Flyer; Nanchang, a Star of Nanchang; e Las Vegas, a High Roller; por que não o Rio de Janeiro ter a sua Rio View?

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Local do Grande Brinquedo ao Ar Livre

Processo IPHAN n° 748-T-64 – Tombamento do Parque
Item nº 36, Grande Brinquedo ao Ar Livre
Item nº 37, Pequeno Pavilhão para o Livro Eterno

 

Novo modelo de policiamento no Parque do Flamengo

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O Parque do Flamengo vai ganhar, a partir de dezembro, um novo modelo de policiamento em parceria com a iniciativa privada. Através de um convênio com o governo do estado, o sistema Fecomércio (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro e o Serviço Social do Comércio), vai financiar por dois anos, um projeto para reforçar o policiamento dessa e de outras regiões da cidade. Durante a semana, de segunda a sábado, das 6h às 22h; e nos domingos e feriados, das 7h às 18, o parque contará com policiamento de proximidade.

O modelo inspirado no programa Lapa Presente, contará com um efetivo de 140 policiais militares da reserva e agentes civis. Estes civis serão jovens que acabaram de deixar as Forças Armadas. Ambos patrulharão o parque a pé, de carro, bicicleta ou moto, desde o Aeroporto Santos Dumont até o Monumento a Estácio de Sá. Os policiais, ao invés de usarem o uniforme tradicional, trabalharão com coletes do projeto e uma tarja para identificá-los. Portarão, preferencialmente, armas de baixa letalidade (spray de pimenta e pistola de choque), e as abordagens dos suspeitos serão filmadas.

As equipes serão distribuídas levando-se em conta não apenas os locais de maior concentração de pedestres, mas também aqueles onde é maior a ocorrência de pequenos delitos. Seis equipes farão o policiamento a pé, e contarão com 02 PMs da reserva e 01 civil; nove equipes de bicicleta formadas por 02 PMs da reserva e 01 civil; três viaturas cada uma com 01 PM da reserva e 01 civil; e quatro motos com 01 agente civil levando uma câmera no capacete. Trabalharão em turnos de oito horas e todos os agentes serão monitorados por GPS. A ideia é que o novo modelo atue em conjunto com os policiais militares da ativa, uniformizados.

O governo do estado fornecerá as armas e os veículos e a Fecomércio arcará com os salários e os uniformes das equipes. O investimento total será de R$ 44 milhões ao longo do projeto (R$ 22 milhões por ano). A prefeitura colaborará através da participação da Guarda Municipal, da Secretaria de Desenvolvimento Social e da Comlurb. Agentes desses três órgãos vão circular pela área, atuando na abordagem de ambulantes sem licença, menores em situação de risco ou retirando lixo acumulado.

Segundo Orlando Diniz, presidente da Fecomércio, o objetivo é colaborar para aumentar a sensação de segurança do cidadão. Para ele as entidades e os empresários devem fazer parte das soluções e não apenas apontarem os problemas.

Maria Thereza Sombra, presidente da Associação de Condomínios do Morro da Viúva, elogiou o plano de segurança da Fecomércio. Segundo ela a insegurança não combina com uma área tão importante da cidade que acaba de completar 50 anos. Todos aqueles que amam o parque e estão preocupados com sua preservação partilham da mesma opinião.

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Entrega da Medalha Chiquinha Gonzaga

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Em cerimônia realizada na Cinemateca do MAM, no dia 17 de outubro de 2015, parte dos eventos em comemoração aos 50 anos do Parque do Flamengo, a presidente do Instituto Lotta, Monica Stearns Morse, filha adotiva de Mary Morse, Elizabeth Bishop e de Carlota de Macedo Soares, recebeu a Medalha Chiquinha Gonzaga, in memoriam, a Lotta de Macedo Soares, das mãos da Vereadora Leila do Flamengo, autora do requerimento à Câmara Municipal.

A Medalha de reconhecimento Chiquinha Gonzaga foi criada pelo Projeto de Resolução 14/1999, da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, e é conferida à personalidades femininas que, reconhecidamente, tenham se destacado em prol das causas democráticas, humanitárias, artísticas e culturais, no âmbito da União, Estados e Municípios.

Prestigiaram à cerimônia Ethel Bauzer Medeiros, responsável pelo projeto de recreação do parque e integrante do Grupo de Trabalho comandado por Lotta, o engenheiro Walter Pinto Costa, superintendente da SURSAN e construtor da Praia de Botafogo e Fernando Murta, presidente da Associação de Amigos do Parque do Flamengo, além do público de amantes e frequentadores do parque.

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Aniversário do Parque – Bastidores

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O Movimento #OCUPAPARQUE promoveu nessa quarta-feira (23/09), no Núcleo de Educação e Arte do Museu de Arte Moderna – MAM, reunião para discussão da agenda de atividades culturais e esportivas a serem realizadas no dia 17 de outubro de 2015, parte dos festejos de comemoração dos 50 anos do Parque do Flamengo.

Na ocasião foram acertados os detalhes para a recepção às crianças e adolescentes vindas das UPPs Santa Marta e Cerro-Corá, trazidas pelo 2º Batalhão da Polícia Militar, localizado em Botafogo, e as crianças, adolescentes, adultos e idosos atendidos pelo Projeto Circulando, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Estiveram presentes à reunião Luiz Pizzaro, coordenador do Núcleo de Educação e Arte do MAM; o Ten. Cel. Carlos Henrique e as Soldados Suelen e Priscila Crespo, representantes do 2º Batalhão da Polícia Militar; Márcia Barros, Raíssa Rocha e Ana Gavinho, representantes da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social; Claudio Machado, da Associação Caminhos do Rio; e Fernando Nascimento,  Polyana Albergaria e Naira Motta, do Instituto Lotta.  

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Aniversário do Parque do Flamengo – 17 de outubro – Conheça a História.

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Polêmico desde sua concepção, o Parque do Flamengo completa 50 anos em outubro de 2015, ainda, sendo objeto de disputas e cobiças, como antevisto por sua visionária idealizadora Lotta de Macedo Soares.

Oficialmente, o parque não foi inaugurado por não estar concluído. Até os dias atuais, alguns equipamentos que constam de seu projeto original, continuam apenas no papel. O que aconteceu, como noticiado em jornais da época, é que em comemoração ao encerramento da Semana da Criança, a Secretaria de Turismo do Estado da Guanabara, promoveu uma série de eventos no parque, que culminaram com a inauguração da Cidade em Miniatura e do Teatro de Fantoches e Marionetes, às 15 horas do dia 17 de outubro de 1965.

Os jornais Última Hora e Jornal do Brasil, de 18 de outubro de 1965, segunda-feira, noticiaram que milhares de crianças ocuparam o parque durante todo o dia de domingo, para uma das maiores festas infantis já realizadas na Guanabara, transformando o Parque do Flamengo num imenso playground.

O programa completo ofereceu show do Carequinha e seu grupo circense. No Teatro de Fantoches e Marionetes foram encenadas quatro peças. Nas pistas de rolamento, interditadas, bonecos de Walt Disney saíram em passeata e diversos campeonatos como os infanto-juvenil de futebol, de corrida de bicicleta, de patinete, de velocípede e de carrinho de pedal para meninos e meninas de até 10 anos, e campeonato de pipa para menores de 15 anos, foram disputados ao longo do dia.

Na pista de aeromodelismo, um show aéreo e no tanque de nautimodelismo, uma regata de pequenas embarcações. Houve o lançamento de mais de duas mil bolas coloridas, a realização de um espetáculo pirotécnico de fumaça colorida e a distribuição gratuita de sanduíches, algodão doce, pipoca e refrigerantes à criançada.

Em suma, uma festa completa em um parque vivo, tudo aquilo que Lotta imaginou e lutou para que acontecesse. Por isso que, extraoficialmente, o aniversário do Parque do Flamengo é comemorado no dia 17 de outubro.

Foi um domingo para ficar na história e que o Movimento #OCUPAPARQUE almeja replicar, num breve futuro, não apenas aos domingos, mas durante toda a semana, ocupando o parque com diversas atividades.

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