Blog do Parque

Embiriçu Vermelho

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O Embiriçu Vermelho (Pseudobombax ellipticum), é uma espécie da famíia Malvaceae originária das áreas úmidas subtropicais e que floresce bem em regiões litorâneas. Atinge até 12 m de altura e, quando novas, suas folhas são arroxeadas.

Sua floração exuberante apresenta flores localizadas no ápice dos ramos, e que sempre surgem no inverno quando a árvore está sem as folhas. Seu odor é fortemente adocicado e desagradável, indicando uma síndrome de polinização por morcegos.

Os frutos, capsulares e alongados, possuem paina em seu interior, o que ajuda a levar as sementes extremamente leves para longe. Quando caem sobre a água podem boiar por um longo trecho, para que as corredeiras e o vento as dispersem. Os frutos são bastante atacados por psitacídeos, como periquitos e tirivas.

Também conhecida como Pincel de Barba, Coquito, Cabellos-de-ángel, Cocuche, Mocoque, Guietiqui e Itatayata, essa espécie originária da América Central e México apresenta rápido crescimento e é adequada para a recuperação de áreas degradadas. Sua  madeira serve para a fabricação de celulose e pode ser usada como lenha.

Essa árvore de belíssima floração pode ser encontrada no parque em frente ao Museu de Arte Moderna, e próximo à Marina da Glória. 

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Um Domingo Mágico no replantio das palmeiras Talipot.

Os setenta anos da UNESCO foram comemorados domingo (30/08), no Parque do Flamengo, dentro do evento “Talipot como Mensagem de Amor”, parte integrante da Marcha Mundial dos Bonecos pela Paz, coordenada pela UNIMA, com uma apresentação exuberante da Companhia Folclórica do Rio (UFRJ), no Teatro de Fantoches e Marionetes Carlos Werneck. O grupo apresentou um espetáculo divertido e colorido, explorando a riqueza e a diversidade do folclore brasileiro.

Do imenso público que lotou o Teatro, faziam parte dois grupos de crianças das UPPs do Cerro-Corá e Santa Marta, trazidas pelo Cel. Marcio Rocha, comandante do 2º Batalhão da Polícia Militar, e sua equipe. Ao fim do espetáculo o público, em um cortejo capitaneado pela Companhia Folclórica do Rio, caminhou pelo Parque até o local estabelecido para o plantio de mudas da palmeira Corypha umbraculifera (Talipot). Um total de oito mudas foram plantadas pelas crianças que ficaram com a expectativa de poder vê-las florescer, o que acontece uma única vez, daqui a mais ou menos cinquenta anos, período de vida dessa espécie de palmeira, nativa do sul da Índia e do Sri Lanka.

Estiveram presentes à solenidade, além do Cel. Rocha e equipe; a Vereadora Leila do Flamengo e equipe; o Administrador da IV Região Administrativa, Marcelo Maywald e equipe; e o Presidente da FLAMA – Associação de Moradores e Amigos do Flamengo, Leandro Alecrim.

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Velejar não é só para rico

A origem do barco a vela para competições remonta ao século 17, quando surgiu, na Holanda, um tipo de embarcação chamado “jaghtstchip”. Por ser uma embarcação prática e de fácil condução, o jaghtstchip atraiu a atenção do rei Carlos II, da Inglaterra, que, à época, encontrava-se exilado na Holanda. Quando finalmente pôde retornar a seu reino, Carlos II, após realizar melhorias no jaghtstchip, ajudou a elaborar outros tipos de barcos, tendo sido um dos grandes incentivadores do iatismo na Inglaterra, além de promover as primeiras regatas em águas britânicas.

O primeiro clube de vela conhecido, porém, não é inglês. O Royal Cork Yatch Club nasceu em 1720, na Irlanda. Somente 50 anos depois é que nasceu, em Londres, o Royal Thames Yatch Club. A primeira regata internacional foi disputada em 1851, próximo à Ilha de Wight, e recebeu o nome de Hundred Guineas Cup.

A chegada da vela aos Estados Unidos e a fundação, em 1844, do New York Yatch Club impulsionaram o desenvolvimento da modalidade ao redor do mundo. Em 1907, nasceu a União Internacional de Corridas de Iates (IYUR), depois rebatizada de Federação Internacional de Vela (ISAF), que hoje administra o esporte em nível mundial.

No Brasil, a vela desembarcou no fim do século 19, trazida por descendentes de europeus. Em 1906, foi fundado o Iate Clube Brasileiro, primeiro clube dedicado ao esporte, no Rio de Janeiro. A primeira prova nacional foi disputada em 1935 e recebeu o nome de Troféu Marcílio Dias. Em 1941, foi fundada a Federação Brasileira de Vela e Motor (CBVM), que controlou o esporte em nível nacional até 2007, quando, devido ao acúmulo de dívidas, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) interveio na entidade. Em 2013, foi criada a Confederação Brasileira de Vela (CBVela), nova administradora  da modalidade no país.

Veleiros são as embarcações de recreio com maior autonomia e por isso são escolhidos para grandes percursos, onde uma embarcação a motor teria de reabastecer seu combustível. Os barcos a vela podem ser divididos em barcos de cruzeiro e de competição. A diferença está basicamente no conforto, manobrabilidade melhor com menos tripulação e menor calado nos veleiros de cruzeiro, contra o arranjo interno mais espartano, na quilha mais competitiva possível e no velame de alto desempenho dos barcos de competição.

Na vela de competição existem diversas classes como Finn, 470, 49er, Yngling Tornado, RS:X, Star, Laser, Nacra 17 e outras. Nas regatas ao longo da competição os atletas podem descartar os piores resultados. Quanto melhor a colocação na regata, menos pontos são acumulados. Vence o velejador que, ao fim do campeonato, tiver menos pontos.

Dentre as várias regras que regulam as regatas as ultrapassagens devem obedecer os seguintes quesitos: se os barcos estiverem recebendo o vento por lados diferentes, que está à esquerda deve dar passagem ao que está à direita; se os barcos estiverem recebendo o vento do mesmo lado, um ao lado do outro, o que recebe o vento primeiro deve liberar a passagem para o que recebe depois; se os barcos estiverem recebendo o vento do mesmo lado, mas sem estar lado-a-lado, o que está mais atrás deverá dar passagem ao que está à frente.

A linguagem também é bem específica: bombordo (lado esquerdo da embarcação), quando se olha em direção à proa; estibordo (lado direito da embarcação quando se olha em direção à Proa; Popa (parte de trás da embarcação); Proa (parte da frente da embarcação); Barlavento (posição onde o vento chega primeiro) e Sotavento (posição onde o vento chega depois).

A cidade do Rio de Janeiro, com sua costa exuberante e, mas precisamente, a Baía de Guanabara, oferece uma grande oportunidade para velejar. O importante é facilitar o acesso ao mar e, informar aos interessados, que para velejar não tem que ser milionário. Já é possível lançar-se ao mar, mesmo sem possuir um barco.

Diversos clubes náuticos oferecem cursos, mas você tem que ser associado e os títulos não são nada baratos. Mas, na Marina da Glória, único píer público do Rio, a CL Velas forma velejadores desde 1990. Lá você encontra cursos de Optimist para crianças; Laser, Dingue e Oceano para adolescentes e adultos, além dos cursos de Arrais, Mestre e Capitão Amador, habilitações importantes para quem quer ter seu próprio barco, ou alugar um para navegar.

Para os interessados em praticar a vela, a CL Velas dispõe de barcos da classe Laser, Dingue e Oceano para aluguel, por hora ou dia. Na Loja da escolinha, localizada na Marina, você encontra diversos produtos náuticos à venda. O que está esperando para lançar-se ao mar e desfrutar inesquecíveis momentos de aventura e lazer?

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Baía de Guanabara – um belo cenário que preocupa

Após oito dias de competição, terminou no sábado a Regata Internacional de Vela, evento-teste da modalidade para os Jogos de 2016, na Baía de Guanabara. Os velejadores estrangeiros dominaram nove das dez regatas disputadas. Os brasileiros Robert Scheidt, 4º na classe Laser e Jorge Zarif, 9º na classe Finn, não subiram ao pódio. O Brasil só conquistou medalha na Classe 49erFX Women, com o ouro de Martine Grael e Kahena Kunze na sexta-feira.

Apesar de os velejadores do país só terem subido ao pódio em uma categoria, a Confederação Brasileira de Vela (CBVela) fez um balanço positivo dos resultados: esta medalha é um resultado representativo. Fazer cinco regatas da medalha em dez classes é um bom resultado e fica dentro do que almejamos. Queremos chegar aos Jogos Olímpicos com o maior número de classes em condição de disputar medalha, afirmou o coordenador-técnico da confederação, Torben Grael. 

Segundo declarou o presidente da CBVela, Marco Aurélio de Sá Ribeiro, o evento-teste foi um sucesso. Todos os Chefes de delegação foram unânimes em parabenizar o Brasil, apesar das diversas críticas de alguns competidores estrangeiros em relação à poluição da raia olímpica.

Um episódio ocorrido na última quinta-feira, mas só divulgado no sábado, chamou a atenção: um saco plástico teria atrapalhado a dupla brasileira Samuel Albrecht e Isabel Swan, competidores da classe Nacra. O leme deles desarmou, o barco saiu do rumo e capotou. Apesar de ter ocorrido em mar aberto, o incidente, que não pode se repetir durante a olimpíada, renovou a polêmica sobre a sujeira na Baía de Guanabara um ano antes da realização dos jogos. Por conta do ocorrido a dupla terminou a competição em 15º lugar.

Sobre a qualidade da água, suspeitas de infecção ainda não foram comprovadas, já que sintomas ainda podem ocorrer entre os cerca de 600 atletas e oficiais que tiveram contato com o mar. A Federação Internacional de Vela (ISAF) computou até agora 16 casos de pessoas que passaram mal, sendo que seis tiveram problemas com a comida do Maracanã. Número considerado baixo pela entidade. O caso do sul-coreano que passou mal foi visto como exagerado pela entidade.

A meta de sanear a Baía de Guanabara não será cumprida. O novo planejamento para as olimpíadas prevê um mutirão de limpeza para remover a maior parte do lixo flutuante, o que será feito por dez ecobarcos, e a instalação de ecobarreiras na boca dos rios para captar os resíduos antes que sejam lançados ao mar. Uma grande contribuição será oferecida pela natureza. No horário das provas, depois das 13h, o vento passa a soprar do mar para o continente, um efeito da subida da temperatura. Isso desvia a sujeira para o fundo da baía, distante das áreas de competição. Além disso, quando a maré está alta, situação esperada durante parte das provas, movimenta um volume maior de água e isso expulsa o lixo. As três raias da baía, por estarem na rota de trocas massivas de água, são menos poluídas e se encontram dentro do padrão exigido pelo Comitê Olímpico Internacional. É a natureza agindo em favor da Olimpíada.

Quanto à Marina da Glória, alguns atletas reclamaram da distância entre algumas instalações, mas cabe a ressalva de que o lugar está em obras, justamente para sediar as competições de vela durante os Jogos Olímpicos. Um forte cheiro de esgoto foi sentido na área durante o evento. Proveniente de uma ligação clandestina, o problema será sanado com a construção da galeria de cintura, obra em andamento a cargo da Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae).

A segurança funcionou. Vários carros e integrantes da Polícia Militar, da Guarda Municipal e do Batalhão de Choque circulavam na área da Marina da Glória e nas passarelas de acesso. Com tamanho aparato, grande parte dos velejadores se sentiu segura para ir a pé de seus hotéis até a Marina.

No todo, o evento passou no teste. O belo cenário da Baía de Guanabara, com o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, as montanhas e a Ponte Rio-Niterói, será um elemento difícil de ser batido nas próximas edições dos Jogos Olímpicos.

Nacra 17

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Nacra 17

Jason Waterhouse e Lisa Darmanin – Ouro – Austrália

Billy Besson e Marie Riou– Prata – França

Mandy Mulder e Coen de Koning – Bronze – Holanda

Finn

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Classe Finn Men

Giles Scott – Ouro – Grã Bretanha

Tapio Nirkko – Prata – Finlândia

Pieter-Jan Postma – Bronze – Holanda

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Women

Anne Raeger e Briana Provancha – Ouro – Estados Unidos

Hannah Mills e Saskia Clarck – Prata – Grã Bretanha

Jo Aleh e Polly Powrie – Bronze – Nova Zelândia

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Men

Peter Burling e Blair Tuke – Nova Zelândia

Nico Delle-Kart e Nicolaus Resche – Austria

Erik Reil e Thomas Ploessel – Alemanha

 

 

 

 

Talipot “A Palmeira do Amor” – Conheça a Corypha Umbraculifera.

Com o nome científico de Corypha umbraculifera, a Talipot é uma espécie rara de palmeira, nativa do sul da Índia e do Sri Lanka. É uma das maiores palmeiras do mundo, podendo alcançar até 30 metros. Suas folhas, em forma de leque, atingem até 5 metros de diâmetro. É uma planta de crescimento lento, cujo tronco começa a se formar depois de alguns anos, chegando a medir cerca de 70 cm de diâmetro. É bastante espesso e recoberto por uma base volumosa de folhas secas penduradas. A palmeira não tolera o frio e prefere solo rico em matéria orgânica, mas não encharcado.

A Talipot possui a maior florada do reino vegetal. É uma espécie monocárpica, isto é, produz flores e frutos apenas uma vez em sua vida e logo após morre, o que ocorre entre 40 a 80 anos. A variação do tempo para florada se deve ao local e ao clima onde está plantada. Se estiver em área aberta, com grande exposição à luz do sol, o processo é acelerado, mas se estiver no meio de florestas densas, demora mais tempo para encontrar a luz necessária à floração. 

A inflorescência é composta de aproximadamente 1 milhão de microflores de coloração creme, que se formam por uma haste bastante ramificada, de mais de 5 metros de altura, na parte superior do tronco. Seus frutos, de coloração verde-acastanhada, em forma de globo, têm de 3 a 4 cm de diâmetro e demoram cerca de 1 ano para amadurecerem. As sementes devem ser plantadas logo que comecem a cair, pois com o passar do tempo a taxa de germinação diminui.

De efeito ornamental espetacular, a Talipot chama a atenção devido ao tamanho de suas folhas e por isso é indicada para plantio em grandes áreas. Mais uma acertada escolha de Burle Marx para o Parque do Flamengo. É chamada, popularmente de “Palmeira do Amor”, porque dá a vida para que novas palmeiras nasçam.

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Estrangeiros conquistam a Baía – Regata Internacional de Vela 2015

A tão citada vantagem dos brasileiros, alegada pelos velejadores estrangeiros, na disputa nas águas da Baía de Guanabara não se concretizou. Os brasileiros só têm chances de conquistar medalhas apenas em duas das dez classes disputadas na Regata Internacional do evento-teste para as Olimpíadas de 2016. Martine Grael e Kahena Kunze, 2º lugar na 49erFX, e Robert Scheidt, 5º na Laser, são os únicos com chances de chegar ao pódio na disputa final de hoje.

Os estrangeiros ficaram à vontade na Baía. Líderes em quase todas as classes, investiram em tecnologia de ponta para a coleta de dados meteorológicos e treinos constantes nas raias, apesar de viverem em outros países. Os holandeses, líderes na Classe Finn, têm boias meteorológicas flutuantes e captam dados à distância. O Comitê Olímpico Brasileiro, em parceria com a Marinha, também coleta dados que são transmitidos para os atletas e seus treinadores. Para os brasileiros o fato de os estrangeiros não terem disputado os Jogos Pan-Americanos de Toronto também foi uma vantagem, pois estavam descansados.

Surpresa mesmo, até para os estrangeiros, foi a vitória do chinês Aichen Vang, no RS:X masculino, que teve o grego Byron Kokkalanis em segundo, e o francês Pierre Le Cock em terceiro. No feminino a francesa Charline Picon levou a medalha de ouro, tendo a polonesa Malgorzata Bialecka e a espanhola Blanca Manchon, conquistado a prata e o bronze, respectivamente.

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Mais uma vez a qualidade da água da Baía de Guanabara foi motivo de polêmica. O fato de o sul-coreano Wonwoo Cho e a britânica Bryony Shaw terem passado mal após as provas, suscitou a especulação de que a causa seria a poluição da água. O Gerente de Serviços médicos do Comitê Rio 2016, Marcelo Patrício descartou a hipótese de a água ter feito mal aos atletas, pois se assim o fosse, muitos outros teriam sido afetados. Segundo a análise da equipe médica da Federação Internacional de Vela, o número de pessoas afetadas, duas entre 326 atletas, é pequeno para uma regata desse porte.  O treinador do sul-coreano admitiu que atletas em treinamento costumam ter o sistema imunológico mais fraco devido ao estresse e a treinos intensos.

O Instituto Estadual do Ambiente informou que os pontos onde ocorrem as regatas de vela apresentam indicadores próprios para banho, dentro dos parâmetros das legislações brasileira, europeia e americana. Polêmicas à parte, o fato é que a Baía de Guanabara carece de mais atenção das autoridades públicas e da população carioca. O governo tem a obrigação de despoluir a baía e a população deve cobrar isso, mas também colaborar. É só dar uma olhada na situação da areia das praias, ao fim de tarde de um final de semana de sol, para constatar que isso ainda não acontece.

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Regata Internacional Rio2016 – O Teste do Grande Evento.

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O primeiro dia da Regata Internacional começou cheirando mal. A área da Marina da Glória exalava o cheiro característico do esgoto que ali é lançado. Um problema que a galeria de cintura em construção, promete resolver até o início dos Jogos Olímpicos, em agosto de 2016. Apesar disso, a maioria dos estrangeiros aprovou as águas da Baía de Guanabara. Alguns velejadores acharam que estava mais limpa do que esperavam e que o mais importante é evitar que o lixo flutuante atrapalhe o desempenho dos barcos. Problema que não aconteceu até agora.

Das dez categorias que fazem parte do programa olímpico, quatro disputaram as primeiras regatas no sábado e os velejadores brasileiros começaram bem, mantendo-se entre os dez primeiros. Robert Scheidt, o mais vitorioso atleta olímpico brasileiro, teve um bom dia na classe Laser. Ficou em sexto na primeira regata e em terceiro na segunda, conquistando a segunda posição na classificação geral entre os 38 competidores.

A brasileira Fernanda Decnop ficou em nono e na oitava posições nas duas regatas da classe Laser Radial. Está em sexto na classificação geral entre 28 velejadores. No windsurfe, classe RS:X, masculino e feminino foram realizadas três regatas e a brasileira Patrícia Freitas ficou em nono na primeira, venceu a segunda e terminou em 16º lugar entre 20 competidores. Ricardo Winick, o Bimba, ficou em oitavo entre os 28 windsurfistas, após ter ficado em nono, quarto e décimo nas três regatas. Resultado por ele atribuído a uma estratégia errada aplicada na terceira regata.

No domingo, segundo dia da competição, a briga ficou mais acirrada, pois está em jogo para muitos velejadores a chance de garantir vaga nos Jogos do Rio, no ano que vem. As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze, líderes do ranking mundial da classe 49er feminina, acabaram desclassificadas logo na primeira regata. Foram denunciadas pela dupla francesa que alegou ter sido atrapalhada pelas brasileiras. O mesmo ocorrido com Patrícia Freitas, que foi acusada pela chinesa Manjia Zengh de não haver respeitado sua preferência em um trecho, mesmo sem ter havido choque das embarcações. Qualquer oportunidade para tirar vantagem sobre os outros está sendo aproveitada. Apesar desses contratempos o dia foi considerado muito bom para as brasileiras.

Robert Scheidt não apresentou um bom desempenho nesse segundo dia. Fez duas regatas ruins e caiu para o 9º lugar na classificação geral. Em contrapartida sua mulher, a lituana Gintare Scheidt, lidera na classe Laser Radial, onde a brasileira Fernanda Decnop está o 8º no geral. Mesmo lugar ocupado por Bimba, na classe RS:X masculina e por Patrícia Freitas, na feminina.

Na classe 470, os brasileiros Henrique Haddad e Bruno Amorim terminaram o dia em 10º no geral. Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan ocupam a 6ª posição no geral. Na 49er masculino, Marco Grael e Gabriel Borges estão em 7º no geral. Na classe Finn, Jorge Zarif ocupa a 14ª posição no geral. Na classe Nacra, em 15º no geral, estão Samuel Albrecht e Isabel Swan.

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Saiba por aqui tudo sobre o Evento-Teste que acontece no Parque do Flamengo até o dia 22.

JOGOS OLÍMPICOS RIO 2016

Cobertura do Aquece Rio International Sailing Regatta 2015

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O Rio 2016 e o Parque do Flamengo receberão 239 barcos e 338 velejadores de 51 países para a “Aquece Rio Regata Internacional de Vela 2015”, a ser realizada na Marina da Glória e na Praia do Flamengo, de 15 a 22 de agosto de 2015.

O Portal Parque do Flamengo não poderia ficar de fora. Nosso editor, Claudio Machadocredenciado no evento,  nos manterá informados de tudo o que acontecer por lá, sempre com a ótica de um defensor do nosso Parque.

Aquece Rio é o programa de eventos-teste dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Serão 45 disputas esportivas que ocorrerão nas mesmas instalações dos Jogos, com o objetivo de testar todas as operações que envolvem as competições.

Todos os eventos Aquece Rio envolvem o Comitê Rio 2016, que terá a oportunidade de testar operações específicas, mesmo nas competições organizadas pelas federações internacionais ou nacionais do esporte. A prioridade será testar as arenas de competição e os sistemas de resultado dos Jogos.

A Regata Internacional de Vela 2015 é uma chance para os atletas conhecerem e/ou se familiarizarem com a Marina da Glória e as águas da Baia de Guanabara, local da competição.

Dentro da revitalização da Marina da Glória, com 52% das obras completadas, o Evento-Teste se utilizará do Hangar 2, já totalmente concluído.

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Grades de volta ao Parque do Flamengo

Em 02 de outubro de 2009 o Rio de Janeiro comemorou com festa a sua escolha como cidade sede dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016. Como vencedora assumiu uma série de compromissos obrigatórios estabelecidos pelo Comitê Olímpico Internacional-COI.

De 15 a 22 de agosto de 2015, um desses compromissos acontecerá na Marina da Glória, palco da “Aquece Rio Regata Internacional de Vela 2015. Para a realização desse evento teste, além da Marina, parte do Parque do Flamengo foi cercada com grades que isolaram, inclusive, um trecho da areia e do mar. No espaço isolado ficarão a estrutura de lançamento dos barcos e a área destinada a árbitros e fiscais.

Entendemos que por questões de segurança a área seja cercada. Tal medida faz parte dos compromissos assumidos pela cidade, mas não aceitamos que a população e os usuários do Parque não sejam comunicados do que está ocorrendo. De um dia para o outro, parte da área aparece gradeada e não há sequer uma placa ou faixa informando o responsável, o motivo e por quanto tempo perdurará tal situação. Ainda não esquecemos dos tapumes que isolaram e muito contribuíram para a degradação do Parque durante anos. Por isso a Empresa Olímpica Municipal, responsável pela realização do evento, deve essas explicações ao público. Esperamos que isso ocorra o mais rapidamente possível.

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