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Alimentação

Novos restaurantes no Parque do Flamengo

publicado por: Claudio Machado em

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A área antes ocupada pelo Porção Rio’s já tem novo concessionário. Quem venceu a licitação para a exploração do local foi o empresário gaúcho Jair Coser, fundador junto com seu irmão Arri Coser, da rede de churrascarias Fogo de Chão, vendida em 2011 por 300 milhões de dólares, ao fundo americano de private equity GP Investiments, um tipo de fundo que compra participações em empresas. A concessão é válida pelo prazo de 20 (vinte) anos, improrrogável.

Conforme o estabelecido no Edital de Licitação, é expressamente vedada a terceiros a utilização da área concedida, assim como sua subconcessão. O concessionário fica obrigado a recompor o calçamento, em pedra portuguesa, de parte da área de estacionamento; demolir a área acrescida à edificação; restituir as varandas suprimidas e refazer jardineira, com o plantio das espécies indicadas; tudo isso de acordo com o projeto original “Jardins do Restaurante do Parque do Flamengo”, de autoria de Burle Marx, no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias, com a prévia apresentação e aprovação de projeto de recuperação integral da área alterada no IPHAN, que acompanhará sua execução.

Jair Coser, que atualmente é o sócio majoritário da rede de restaurantes especializada em carnes Corrientes 348, pretende transformar o local em um minipolo gastronômico, com três estabelecimentos de diferentes especialidades. O investimento previsto para a reforma é de cerca de R$ 15 milhões. Com isso o empresário terá quatro estabelecimentos funcionando no Parque do Flamengo, já que no mês passado inaugurou na Marina da Glória, uma filial do Corrientes 348.

Finalizadas as obras na área, o Parque do Flamengo voltará a ter em suas extremidades equipamentos revitalizados (Rio’s e Marina), que certamente atrairão enorme contingente de pessoas, tornando o local mais movimentado e, consequentemente, mais seguro para todos os frequentadores e visitantes. É tudo isso e muito mais que queremos para o nosso parque.

 

Alimentação Evento-Teste Jogos Olímpicos Rio 2016 Parque do Flamengo

Estrangeiros conquistam a Baía – Regata Internacional de Vela 2015

publicado por: Claudio Machado em

A tão citada vantagem dos brasileiros, alegada pelos velejadores estrangeiros, na disputa nas águas da Baía de Guanabara não se concretizou. Os brasileiros só têm chances de conquistar medalhas apenas em duas das dez classes disputadas na Regata Internacional do evento-teste para as Olimpíadas de 2016. Martine Grael e Kahena Kunze, 2º lugar na 49erFX, e Robert Scheidt, 5º na Laser, são os únicos com chances de chegar ao pódio na disputa final de hoje.

Os estrangeiros ficaram à vontade na Baía. Líderes em quase todas as classes, investiram em tecnologia de ponta para a coleta de dados meteorológicos e treinos constantes nas raias, apesar de viverem em outros países. Os holandeses, líderes na Classe Finn, têm boias meteorológicas flutuantes e captam dados à distância. O Comitê Olímpico Brasileiro, em parceria com a Marinha, também coleta dados que são transmitidos para os atletas e seus treinadores. Para os brasileiros o fato de os estrangeiros não terem disputado os Jogos Pan-Americanos de Toronto também foi uma vantagem, pois estavam descansados.

Surpresa mesmo, até para os estrangeiros, foi a vitória do chinês Aichen Vang, no RS:X masculino, que teve o grego Byron Kokkalanis em segundo, e o francês Pierre Le Cock em terceiro. No feminino a francesa Charline Picon levou a medalha de ouro, tendo a polonesa Malgorzata Bialecka e a espanhola Blanca Manchon, conquistado a prata e o bronze, respectivamente.

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Mais uma vez a qualidade da água da Baía de Guanabara foi motivo de polêmica. O fato de o sul-coreano Wonwoo Cho e a britânica Bryony Shaw terem passado mal após as provas, suscitou a especulação de que a causa seria a poluição da água. O Gerente de Serviços médicos do Comitê Rio 2016, Marcelo Patrício descartou a hipótese de a água ter feito mal aos atletas, pois se assim o fosse, muitos outros teriam sido afetados. Segundo a análise da equipe médica da Federação Internacional de Vela, o número de pessoas afetadas, duas entre 326 atletas, é pequeno para uma regata desse porte.  O treinador do sul-coreano admitiu que atletas em treinamento costumam ter o sistema imunológico mais fraco devido ao estresse e a treinos intensos.

O Instituto Estadual do Ambiente informou que os pontos onde ocorrem as regatas de vela apresentam indicadores próprios para banho, dentro dos parâmetros das legislações brasileira, europeia e americana. Polêmicas à parte, o fato é que a Baía de Guanabara carece de mais atenção das autoridades públicas e da população carioca. O governo tem a obrigação de despoluir a baía e a população deve cobrar isso, mas também colaborar. É só dar uma olhada na situação da areia das praias, ao fim de tarde de um final de semana de sol, para constatar que isso ainda não acontece.

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