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Palmeira Jerivá

publicado por: Claudio Machado em

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Nativa da América do Sul, o Jerivá (Syagrus romanzoffiana), é uma palmeira elegante que alcança de 8 a 15 metros de altura, podendo chegar a 60 cm de diâmetro. As folhas são longas, com 2 a 4 metros de comprimento, arqueadas, pendentes, pinadas e com numerosos folíolos.

As inflorescências surgem o ano todo, em cacho pendente, grande, ramificado, com pequenas flores de cor amarelo creme. O fruto é do tipo drupa, de cor amarela ou alaranjada, de formato globoso a ovóide, com polpa fibrosa, suculenta e doce. Cada fruto contém uma única semente, como um minúsculo coco, de sabor amendoado. Tanto os frutos, como as sementes dos jerivás são comestíveis.

No paisagismo podem ser utilizados isolados, em grupos ou renques. Seu ar imponente e majestoso ajuda a criar projetos de jardins sofisticados a um custo não tão elevado, se comparado a outras palmeiras. Da mesma forma, seu jeitão tropical é perfeito para jardins descontraídos à beira-mar ou em sítios. O jerivá também é muito atrativo para a fauna silvestre. As inflorescências são visitadas por abelhas diversas e os frutos são avidamente devorados por maritacas, papagaios, caturritas e esquilos. No seu ambiente natural, atrai também cachorros-do-mato e raposas.

Deve ser cultivado sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Quando jovem, esta palmeira aprecia o sombreamento parcial. Tolera bem o frio e o calor, adaptando-se a uma ampla variedade climática, no entanto, aprecia a umidade tropical. Resiste muito bem ao transplante, mesmo os indivíduos adultos. Multiplica-se por sementes postas a germinar em recipientes com substrato arenoso, mantido úmido. Semear na primavera e verão, logo após a colheita e despolpa dos frutos quase maduros. A germinação ocorre após 2 a 5 meses.

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Fonte: http://www.jardineiro.net/plantas/jeriva-syagrus-romanzoffiana.html

Flora

Lótus: Uma flor no Parque

publicado por: Claudio Machado em

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Lótus (Nelumbo nucifera), também chamada de Flor-de-lótus, Lótus-da-índia, Lótus-sagrado é uma planta nativa da Ásia e Oceania, habitante de cursos de água lentos ou lagoas de água doce, vivendo a pouca profundidade. É enraizada no fundo lodoso por um rizoma vigoroso, do qual partem grandes folhas arredondadas, sustentadas acima do espelho d’água por longos pecíolos. Multiplica-se pela divisão da planta e por suas sementes, famosas por sua longevidade, pois podem germinar após vários séculos.

Suas flores, formadas no verão, são muito belas, e podem ser brancas ou róseas. Produz frutos com sementes comestíveis e sua folhagem e flores desaparecem no inverno. Na Ásia, suas pétalas são empregadas como enfeites, enquanto suas largas folhas são utilizadas para embrulhar comida.

No oriente, a flor de lótus significa pureza espiritual. A água lodosa que acolhe a planta é associada ao apego e aos desejos carnais, e a flor imaculada que desabrocha sobre a água em busca de luz é a promessa de pureza e elevação espiritual.

No simbolismo budista representa a pureza do corpo e da mente e, por isso, são flores sagradas para os povos do oriente. Diz a lenda que quando o menino Buda deu os primeiros passos, em todos os lugares que pisou, flores de lótus desabrocharam. Por esse motivo a maior parte das divindades costuma surgir sentada sobre uma flor de lótus durante o ato de meditação.

Na literatura clássica de muitas culturas asiáticas, ela simboliza elegância, beleza, perfeição, pureza e graça, sendo frequentemente associada aos atributos femininos ideais.

Também é muito usada em tatuagens com diferentes significados associados a cada cor da flor. A de cor branca está relacionada com a perfeição do espírito e da mente, estado de pureza total e natureza imaculada. Normalmente é representada com oito pétalas. A cor de rosa é a mais importante e especial por estar associada a personagens divinos, como é o caso do Grande Buda.

No Japão ela é muitas vezes tatuada em conjunto com o peixe koi, significando individualidade e força. Na Yoga, a posição de Lótus (Padmásana) é a postura tradicional de meditação, em que a pessoa sentada entrelaça as pernas e pousa as mãos sobre os joelhos.

A flor de Lótus fechada ou em botão é um simbolismo das infinitas possibilidades do homem. Quando aberta representa a criação do Universo.

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Árvore e/ou Escultura

publicado por: Claudio Machado em

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Tataré, Jacaré, Angico-branco, Piteco, Jurema, Vinhático-de-espinho esses são os nomes populares do Pithecolobium tortum, árvore nativa da costa atlântica do Brasil. Seu tronco e galhos retorcidos e descamados conferem a esta árvore um aspecto diferente, que pode ser definido como uma escultura natural moldada pela relação do clima com a terra. Essa interação revela o processo extremamente rico e inventivo de criação da própria natureza.

Essa árvore espinhenta pode atingir de 7 a 12 metros. Sua casca é lisa, esbranquiçada e descamada, expondo uma madeira branca e de aparência marmorizada, visualmente semelhante ao Pau-ferro. Suas folhas compostas, de cor verde claro, possuem cerca de três pares de espinhos e se fecham à noite ou quando sofrem uma grande perda hídrica.

Suas flores, que nascem no verão, são brancas com tons amarelados, globosas (em forma de pompom), com muitos estames e de forte perfume. O fruto é um legume em formato helicoidal, popularmente conhecido como “orelha de macaco”. A maturação ocorre entre o final do inverno e início da primavera. As sementes são amareladas com cerca de 5mm e, embora numerosas, têm baixa capacidade de germinação.

O Tataré é uma árvore útil para a recomposição de áreas degradadas, pois suporta bem a insolação direta e não é particularmente exigente quanto às condições do solo. É, também, muito popular como bonsai, dada sua resistência e aparência distinta. Ela é muito adaptável e fácil de modelar, pois seu crescimento rápido e galhos estratificados na horizontal, permitem o treinamento mesmo sem aramação, utilizando apenas a poda.

O Pithecolobium tortum foi uma das muitas árvores nativas introduzidas pelo paisagista Roberto Burle Marx e o botânico Luiz Emygdio de Mello Filho no projeto paisagístico do Parque do Flamengo.

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Embiriçu Vermelho

publicado por: Claudio Machado em

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O Embiriçu Vermelho (Pseudobombax ellipticum), é uma espécie da famíia Malvaceae originária das áreas úmidas subtropicais e que floresce bem em regiões litorâneas. Atinge até 12 m de altura e, quando novas, suas folhas são arroxeadas.

Sua floração exuberante apresenta flores localizadas no ápice dos ramos, e que sempre surgem no inverno quando a árvore está sem as folhas. Seu odor é fortemente adocicado e desagradável, indicando uma síndrome de polinização por morcegos.

Os frutos, capsulares e alongados, possuem paina em seu interior, o que ajuda a levar as sementes extremamente leves para longe. Quando caem sobre a água podem boiar por um longo trecho, para que as corredeiras e o vento as dispersem. Os frutos são bastante atacados por psitacídeos, como periquitos e tirivas.

Também conhecida como Pincel de Barba, Coquito, Cabellos-de-ángel, Cocuche, Mocoque, Guietiqui e Itatayata, essa espécie originária da América Central e México apresenta rápido crescimento e é adequada para a recuperação de áreas degradadas. Sua  madeira serve para a fabricação de celulose e pode ser usada como lenha.

Essa árvore de belíssima floração pode ser encontrada no parque em frente ao Museu de Arte Moderna, e próximo à Marina da Glória. 

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