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Jogos Olímpicos Rio 2016 Parque do Flamengo

Secretário de Esportes e Lazer visita o Parque do Flamengo

publicado por: Claudio Machado em

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Em uma iniciativa do Movimento #OCUPAPARQUE, o Secretário Municipal de Esportes e Lazer, Marcos Braz, visitou o Parque do Flamengo no último sábado, 28 de novembro de 2015.

Ciceroneado por Fernando Nascimento, do Instituto Lotta, Marcos Braz percorreu todo o parque. A intenção era mostrar ao secretário todos os equipamentos disponíveis, e incitá-lo a promover na área algumas das diversas atividades de esporte e lazer desenvolvidas por sua secretaria nos espaços públicos da cidade.

Marcos Braz se mostrou surpreso com o número de equipamentos para a prática de esportes que o parque possui, e lamentou não ter conhecido anteriormente a área que, segundo ele, pode ser amplamente utilizada por sua secretaria.

Aproveitando a oportunidade foram apresentados ao secretário os projetos de criação de uma Pista de Automodelismo, no playground do Morro da Viúva e de uma Escolinha de Remo, em área ainda a ser definida. Marcos Braz pediu que os projetos fossem encaminhados à sua secretaria para análise e prometeu empenhar-se na aprovação de ambos.

Fernando Nascimento chamou a atenção do Secretário para os diversos eventos esportivos que acontecem no parque, principalmente as corridas, organizadas por grandes empresas, mas que não deixam nenhuma contrapartida para o parque. O Secretário se comprometeu a conversar com essas empresas a fim de encontrar uma forma de o Parque do Flamengo ser beneficiado pela realização de tais eventos.

Marcos Braz e Bernardo Monteiro, seu assessor, ainda saborearam um caprichado prato feito no quiosque Zeronove, o famoso quiosque do Uthan, localizado entre as Quadras Poliesportivas, próximo ao Tanque de Nautimodelismo.

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Evento-Teste Jogos Olímpicos Rio 2016 Parque do Flamengo

Baía de Guanabara – um belo cenário que preocupa

publicado por: Claudio Machado em

Após oito dias de competição, terminou no sábado a Regata Internacional de Vela, evento-teste da modalidade para os Jogos de 2016, na Baía de Guanabara. Os velejadores estrangeiros dominaram nove das dez regatas disputadas. Os brasileiros Robert Scheidt, 4º na classe Laser e Jorge Zarif, 9º na classe Finn, não subiram ao pódio. O Brasil só conquistou medalha na Classe 49erFX Women, com o ouro de Martine Grael e Kahena Kunze na sexta-feira.

Apesar de os velejadores do país só terem subido ao pódio em uma categoria, a Confederação Brasileira de Vela (CBVela) fez um balanço positivo dos resultados: esta medalha é um resultado representativo. Fazer cinco regatas da medalha em dez classes é um bom resultado e fica dentro do que almejamos. Queremos chegar aos Jogos Olímpicos com o maior número de classes em condição de disputar medalha, afirmou o coordenador-técnico da confederação, Torben Grael. 

Segundo declarou o presidente da CBVela, Marco Aurélio de Sá Ribeiro, o evento-teste foi um sucesso. Todos os Chefes de delegação foram unânimes em parabenizar o Brasil, apesar das diversas críticas de alguns competidores estrangeiros em relação à poluição da raia olímpica.

Um episódio ocorrido na última quinta-feira, mas só divulgado no sábado, chamou a atenção: um saco plástico teria atrapalhado a dupla brasileira Samuel Albrecht e Isabel Swan, competidores da classe Nacra. O leme deles desarmou, o barco saiu do rumo e capotou. Apesar de ter ocorrido em mar aberto, o incidente, que não pode se repetir durante a olimpíada, renovou a polêmica sobre a sujeira na Baía de Guanabara um ano antes da realização dos jogos. Por conta do ocorrido a dupla terminou a competição em 15º lugar.

Sobre a qualidade da água, suspeitas de infecção ainda não foram comprovadas, já que sintomas ainda podem ocorrer entre os cerca de 600 atletas e oficiais que tiveram contato com o mar. A Federação Internacional de Vela (ISAF) computou até agora 16 casos de pessoas que passaram mal, sendo que seis tiveram problemas com a comida do Maracanã. Número considerado baixo pela entidade. O caso do sul-coreano que passou mal foi visto como exagerado pela entidade.

A meta de sanear a Baía de Guanabara não será cumprida. O novo planejamento para as olimpíadas prevê um mutirão de limpeza para remover a maior parte do lixo flutuante, o que será feito por dez ecobarcos, e a instalação de ecobarreiras na boca dos rios para captar os resíduos antes que sejam lançados ao mar. Uma grande contribuição será oferecida pela natureza. No horário das provas, depois das 13h, o vento passa a soprar do mar para o continente, um efeito da subida da temperatura. Isso desvia a sujeira para o fundo da baía, distante das áreas de competição. Além disso, quando a maré está alta, situação esperada durante parte das provas, movimenta um volume maior de água e isso expulsa o lixo. As três raias da baía, por estarem na rota de trocas massivas de água, são menos poluídas e se encontram dentro do padrão exigido pelo Comitê Olímpico Internacional. É a natureza agindo em favor da Olimpíada.

Quanto à Marina da Glória, alguns atletas reclamaram da distância entre algumas instalações, mas cabe a ressalva de que o lugar está em obras, justamente para sediar as competições de vela durante os Jogos Olímpicos. Um forte cheiro de esgoto foi sentido na área durante o evento. Proveniente de uma ligação clandestina, o problema será sanado com a construção da galeria de cintura, obra em andamento a cargo da Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae).

A segurança funcionou. Vários carros e integrantes da Polícia Militar, da Guarda Municipal e do Batalhão de Choque circulavam na área da Marina da Glória e nas passarelas de acesso. Com tamanho aparato, grande parte dos velejadores se sentiu segura para ir a pé de seus hotéis até a Marina.

No todo, o evento passou no teste. O belo cenário da Baía de Guanabara, com o Pão de Açúcar, o Cristo Redentor, as montanhas e a Ponte Rio-Niterói, será um elemento difícil de ser batido nas próximas edições dos Jogos Olímpicos.

Nacra 17

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Nacra 17

Jason Waterhouse e Lisa Darmanin – Ouro – Austrália

Billy Besson e Marie Riou– Prata – França

Mandy Mulder e Coen de Koning – Bronze – Holanda

Finn

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Classe Finn Men

Giles Scott – Ouro – Grã Bretanha

Tapio Nirkko – Prata – Finlândia

Pieter-Jan Postma – Bronze – Holanda

470

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470 Women

Women

Anne Raeger e Briana Provancha – Ouro – Estados Unidos

Hannah Mills e Saskia Clarck – Prata – Grã Bretanha

Jo Aleh e Polly Powrie – Bronze – Nova Zelândia

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Men

Peter Burling e Blair Tuke – Nova Zelândia

Nico Delle-Kart e Nicolaus Resche – Austria

Erik Reil e Thomas Ploessel – Alemanha

 

 

 

 

Alimentação Evento-Teste Jogos Olímpicos Rio 2016 Parque do Flamengo

Estrangeiros conquistam a Baía – Regata Internacional de Vela 2015

publicado por: Claudio Machado em

A tão citada vantagem dos brasileiros, alegada pelos velejadores estrangeiros, na disputa nas águas da Baía de Guanabara não se concretizou. Os brasileiros só têm chances de conquistar medalhas apenas em duas das dez classes disputadas na Regata Internacional do evento-teste para as Olimpíadas de 2016. Martine Grael e Kahena Kunze, 2º lugar na 49erFX, e Robert Scheidt, 5º na Laser, são os únicos com chances de chegar ao pódio na disputa final de hoje.

Os estrangeiros ficaram à vontade na Baía. Líderes em quase todas as classes, investiram em tecnologia de ponta para a coleta de dados meteorológicos e treinos constantes nas raias, apesar de viverem em outros países. Os holandeses, líderes na Classe Finn, têm boias meteorológicas flutuantes e captam dados à distância. O Comitê Olímpico Brasileiro, em parceria com a Marinha, também coleta dados que são transmitidos para os atletas e seus treinadores. Para os brasileiros o fato de os estrangeiros não terem disputado os Jogos Pan-Americanos de Toronto também foi uma vantagem, pois estavam descansados.

Surpresa mesmo, até para os estrangeiros, foi a vitória do chinês Aichen Vang, no RS:X masculino, que teve o grego Byron Kokkalanis em segundo, e o francês Pierre Le Cock em terceiro. No feminino a francesa Charline Picon levou a medalha de ouro, tendo a polonesa Malgorzata Bialecka e a espanhola Blanca Manchon, conquistado a prata e o bronze, respectivamente.

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Mais uma vez a qualidade da água da Baía de Guanabara foi motivo de polêmica. O fato de o sul-coreano Wonwoo Cho e a britânica Bryony Shaw terem passado mal após as provas, suscitou a especulação de que a causa seria a poluição da água. O Gerente de Serviços médicos do Comitê Rio 2016, Marcelo Patrício descartou a hipótese de a água ter feito mal aos atletas, pois se assim o fosse, muitos outros teriam sido afetados. Segundo a análise da equipe médica da Federação Internacional de Vela, o número de pessoas afetadas, duas entre 326 atletas, é pequeno para uma regata desse porte.  O treinador do sul-coreano admitiu que atletas em treinamento costumam ter o sistema imunológico mais fraco devido ao estresse e a treinos intensos.

O Instituto Estadual do Ambiente informou que os pontos onde ocorrem as regatas de vela apresentam indicadores próprios para banho, dentro dos parâmetros das legislações brasileira, europeia e americana. Polêmicas à parte, o fato é que a Baía de Guanabara carece de mais atenção das autoridades públicas e da população carioca. O governo tem a obrigação de despoluir a baía e a população deve cobrar isso, mas também colaborar. É só dar uma olhada na situação da areia das praias, ao fim de tarde de um final de semana de sol, para constatar que isso ainda não acontece.

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Evento-Teste Jogos Olímpicos Rio 2016 Parque do Flamengo

Regata Internacional Rio2016 – O Teste do Grande Evento.

publicado por: Claudio Machado em

Regata Internacional Rio2016

O primeiro dia da Regata Internacional começou cheirando mal. A área da Marina da Glória exalava o cheiro característico do esgoto que ali é lançado. Um problema que a galeria de cintura em construção, promete resolver até o início dos Jogos Olímpicos, em agosto de 2016. Apesar disso, a maioria dos estrangeiros aprovou as águas da Baía de Guanabara. Alguns velejadores acharam que estava mais limpa do que esperavam e que o mais importante é evitar que o lixo flutuante atrapalhe o desempenho dos barcos. Problema que não aconteceu até agora.

Das dez categorias que fazem parte do programa olímpico, quatro disputaram as primeiras regatas no sábado e os velejadores brasileiros começaram bem, mantendo-se entre os dez primeiros. Robert Scheidt, o mais vitorioso atleta olímpico brasileiro, teve um bom dia na classe Laser. Ficou em sexto na primeira regata e em terceiro na segunda, conquistando a segunda posição na classificação geral entre os 38 competidores.

A brasileira Fernanda Decnop ficou em nono e na oitava posições nas duas regatas da classe Laser Radial. Está em sexto na classificação geral entre 28 velejadores. No windsurfe, classe RS:X, masculino e feminino foram realizadas três regatas e a brasileira Patrícia Freitas ficou em nono na primeira, venceu a segunda e terminou em 16º lugar entre 20 competidores. Ricardo Winick, o Bimba, ficou em oitavo entre os 28 windsurfistas, após ter ficado em nono, quarto e décimo nas três regatas. Resultado por ele atribuído a uma estratégia errada aplicada na terceira regata.

No domingo, segundo dia da competição, a briga ficou mais acirrada, pois está em jogo para muitos velejadores a chance de garantir vaga nos Jogos do Rio, no ano que vem. As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze, líderes do ranking mundial da classe 49er feminina, acabaram desclassificadas logo na primeira regata. Foram denunciadas pela dupla francesa que alegou ter sido atrapalhada pelas brasileiras. O mesmo ocorrido com Patrícia Freitas, que foi acusada pela chinesa Manjia Zengh de não haver respeitado sua preferência em um trecho, mesmo sem ter havido choque das embarcações. Qualquer oportunidade para tirar vantagem sobre os outros está sendo aproveitada. Apesar desses contratempos o dia foi considerado muito bom para as brasileiras.

Robert Scheidt não apresentou um bom desempenho nesse segundo dia. Fez duas regatas ruins e caiu para o 9º lugar na classificação geral. Em contrapartida sua mulher, a lituana Gintare Scheidt, lidera na classe Laser Radial, onde a brasileira Fernanda Decnop está o 8º no geral. Mesmo lugar ocupado por Bimba, na classe RS:X masculina e por Patrícia Freitas, na feminina.

Na classe 470, os brasileiros Henrique Haddad e Bruno Amorim terminaram o dia em 10º no geral. Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan ocupam a 6ª posição no geral. Na 49er masculino, Marco Grael e Gabriel Borges estão em 7º no geral. Na classe Finn, Jorge Zarif ocupa a 14ª posição no geral. Na classe Nacra, em 15º no geral, estão Samuel Albrecht e Isabel Swan.

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Evento-Teste Jogos Olímpicos Rio 2016 Parque do Flamengo

Saiba por aqui tudo sobre o Evento-Teste que acontece no Parque do Flamengo até o dia 22.

publicado por: Fernando Nascimento em

JOGOS OLÍMPICOS RIO 2016

Cobertura do Aquece Rio International Sailing Regatta 2015

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O Rio 2016 e o Parque do Flamengo receberão 239 barcos e 338 velejadores de 51 países para a “Aquece Rio Regata Internacional de Vela 2015”, a ser realizada na Marina da Glória e na Praia do Flamengo, de 15 a 22 de agosto de 2015.

O Portal Parque do Flamengo não poderia ficar de fora. Nosso editor, Claudio Machadocredenciado no evento,  nos manterá informados de tudo o que acontecer por lá, sempre com a ótica de um defensor do nosso Parque.

Aquece Rio é o programa de eventos-teste dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016. Serão 45 disputas esportivas que ocorrerão nas mesmas instalações dos Jogos, com o objetivo de testar todas as operações que envolvem as competições.

Todos os eventos Aquece Rio envolvem o Comitê Rio 2016, que terá a oportunidade de testar operações específicas, mesmo nas competições organizadas pelas federações internacionais ou nacionais do esporte. A prioridade será testar as arenas de competição e os sistemas de resultado dos Jogos.

A Regata Internacional de Vela 2015 é uma chance para os atletas conhecerem e/ou se familiarizarem com a Marina da Glória e as águas da Baia de Guanabara, local da competição.

Dentro da revitalização da Marina da Glória, com 52% das obras completadas, o Evento-Teste se utilizará do Hangar 2, já totalmente concluído.

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