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Ninho de Livros: reproduzindo conhecimentos no Parque do Flamengo.

publicado por: Fernando Nascimento em

Ninho de Livros

ler faz bem


Agora o Parque do Flamengo também tem os seus Ninhos de Livros. Eles foram instalados no Recreio Infantil Lotta Macedo Soares (Parque das Crianças) e no Recreio Infantil do Morro da Viúva (Carmem Miranda).

O Ninho de Livro é um projeto de incentivo a leitura e ocupação de espaços de nossa cidade.

Para isso são instaladas casinhas, como as de passarinho, por postes, praças, parques e escolas. O objetivo desses espaços é que o público possa trocar livros de maneira simples e rápida. Funciona mais ou menos assim:

1. Você abre a casinha
2. Escolhe o livro
3. Coloca outro livro
4. Boa leitura.

Simples, rápido e colaborativo 🙂

O Ninho de livro é uma iniciativa da Satrápia, uma agência de benfeitorias para cidades.

Boa leitura!

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Saiba mais sobre o espaço
Recreio Infantil Lotta Macedo Soares

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Poste as fotos desse evento nas redes sociais usando a hashtag #OCUPAPARQUE
e no Facebook faça check-in em Parque do Flamengo

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Inaugurada a galeria de cintura da Marina da Glória

publicado por: Claudio Machado em

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Após sucessivos atrasos, finalmente, foi inaugurada a galeria de cintura da Marina da Glória. Projetada para captar os lançamentos clandestinos de esgoto nas quatro galerias de águas pluviais que deságuam na marina, a obra, inaugurada pela Cedae no dia 15/04, custou R$ 14 milhões e estava prometida desde 2011. A tecnologia aplicada na obra é de origem alemã. Um equipamento conhecido como “tatuzinho”, uma versão menor, porém, semelhante ao shield utilizado nas obras do metrô, perfurou o subsolo sem a necessidade de interrupções no trânsito. A partir de agora, o esgoto despejado em tempo seco na rede de águas pluviais da região, será captado e encaminhado para a elevatória da marina.

A galeria tem duas redes coletoras em uma extensão total de 630 metros e diâmetro de 300 e 600 milímetros. Com capacidade de bombear até 450 litros de efluentes por segundo, a elevatória envia o esgoto para o Interceptor Oceânico, de onde este segue para o Emissário Submarino de Ipanema. A conclusão da obra livrará a Baía de Guanabara, raia de competição esportiva e palco das provas de vela das Olimpíadas Rio 2016, de receber um considerável volume de esgoto não tratado, o que contribuirá sensivelmente para a queda do nível de poluição de suas águas.

Segundo matéria publicada na edição de 28/05 do jornal O Globo, o último boletim de balneabilidade divulgado pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), em medição realizada no dia 23/05, diz que a Praia do Flamengo está própria para o banho. A aferição foi realizada junto à foz do Rio Carioca e em frente à Rua Correa Dutra. Para o biólogo e ambientalista Mário Moscatelli, é possível que isso possa estar ocorrendo devido à inauguração da galeria de cintura da Marina da Glória. No ano passado a Praia do Flamengo ficou quase 100% do tempo imprópria para o banho.

Apesar dessa boa notícia, muitas das promessas de nossas autoridades em relação aos problemas causados pela poluição, não foram cumpridas. O tão alardeado legado que os jogos olímpicos deixariam para a despoluição da Baía de Guanabara, não vai ser entregue. A meta de tratamento de 80% do esgoto lançado em suas águas não saiu do papel. A praia de Botafogo continua a receber esgoto não tratado, proveniente do rio Berquó, que desagua em sua enseada. A mesma situação vivida pela praia da Urca, vítima de esgoto proveniente de ligações clandestinas na rede de águas pluviais. As lagoas da Barra da Tijuca morrem lentamente, asfixiadas pela poluição causada pelo esgoto e lixo provenientes dos rios da baixada de Jacarepaguá que nelas deságuam. Soma-se a tudo isso, a falta de saneamento e de coleta de lixo nos 15 Municípios que circundam a baía e nela despejam esses dejetos. Mais uma vez, as esperadas obras ambientais que solucionariam definitivamente esses problemas, ficaram pelo caminho. Eram somente, as tão conhecidas e tão normalmente descumpridas, promessas políticas.

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Aniversário do Parque do Flamengo – 17 de outubro – Conheça a História.

publicado por: Claudio Machado em

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Polêmico desde sua concepção, o Parque do Flamengo completa 50 anos em outubro de 2015, ainda, sendo objeto de disputas e cobiças, como antevisto por sua visionária idealizadora Lotta de Macedo Soares.

Oficialmente, o parque não foi inaugurado por não estar concluído. Até os dias atuais, alguns equipamentos que constam de seu projeto original, continuam apenas no papel. O que aconteceu, como noticiado em jornais da época, é que em comemoração ao encerramento da Semana da Criança, a Secretaria de Turismo do Estado da Guanabara, promoveu uma série de eventos no parque, que culminaram com a inauguração da Cidade em Miniatura e do Teatro de Fantoches e Marionetes, às 15 horas do dia 17 de outubro de 1965.

Os jornais Última Hora e Jornal do Brasil, de 18 de outubro de 1965, segunda-feira, noticiaram que milhares de crianças ocuparam o parque durante todo o dia de domingo, para uma das maiores festas infantis já realizadas na Guanabara, transformando o Parque do Flamengo num imenso playground.

O programa completo ofereceu show do Carequinha e seu grupo circense. No Teatro de Fantoches e Marionetes foram encenadas quatro peças. Nas pistas de rolamento, interditadas, bonecos de Walt Disney saíram em passeata e diversos campeonatos como os infanto-juvenil de futebol, de corrida de bicicleta, de patinete, de velocípede e de carrinho de pedal para meninos e meninas de até 10 anos, e campeonato de pipa para menores de 15 anos, foram disputados ao longo do dia.

Na pista de aeromodelismo, um show aéreo e no tanque de nautimodelismo, uma regata de pequenas embarcações. Houve o lançamento de mais de duas mil bolas coloridas, a realização de um espetáculo pirotécnico de fumaça colorida e a distribuição gratuita de sanduíches, algodão doce, pipoca e refrigerantes à criançada.

Em suma, uma festa completa em um parque vivo, tudo aquilo que Lotta imaginou e lutou para que acontecesse. Por isso que, extraoficialmente, o aniversário do Parque do Flamengo é comemorado no dia 17 de outubro.

Foi um domingo para ficar na história e que o Movimento #OCUPAPARQUE almeja replicar, num breve futuro, não apenas aos domingos, mas durante toda a semana, ocupando o parque com diversas atividades.

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Saiba mais sobre o

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 Parque do Flamengo 

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Velejar não é só para rico

publicado por: Claudio Machado em

A origem do barco a vela para competições remonta ao século 17, quando surgiu, na Holanda, um tipo de embarcação chamado “jaghtstchip”. Por ser uma embarcação prática e de fácil condução, o jaghtstchip atraiu a atenção do rei Carlos II, da Inglaterra, que, à época, encontrava-se exilado na Holanda. Quando finalmente pôde retornar a seu reino, Carlos II, após realizar melhorias no jaghtstchip, ajudou a elaborar outros tipos de barcos, tendo sido um dos grandes incentivadores do iatismo na Inglaterra, além de promover as primeiras regatas em águas britânicas.

O primeiro clube de vela conhecido, porém, não é inglês. O Royal Cork Yatch Club nasceu em 1720, na Irlanda. Somente 50 anos depois é que nasceu, em Londres, o Royal Thames Yatch Club. A primeira regata internacional foi disputada em 1851, próximo à Ilha de Wight, e recebeu o nome de Hundred Guineas Cup.

A chegada da vela aos Estados Unidos e a fundação, em 1844, do New York Yatch Club impulsionaram o desenvolvimento da modalidade ao redor do mundo. Em 1907, nasceu a União Internacional de Corridas de Iates (IYUR), depois rebatizada de Federação Internacional de Vela (ISAF), que hoje administra o esporte em nível mundial.

No Brasil, a vela desembarcou no fim do século 19, trazida por descendentes de europeus. Em 1906, foi fundado o Iate Clube Brasileiro, primeiro clube dedicado ao esporte, no Rio de Janeiro. A primeira prova nacional foi disputada em 1935 e recebeu o nome de Troféu Marcílio Dias. Em 1941, foi fundada a Federação Brasileira de Vela e Motor (CBVM), que controlou o esporte em nível nacional até 2007, quando, devido ao acúmulo de dívidas, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) interveio na entidade. Em 2013, foi criada a Confederação Brasileira de Vela (CBVela), nova administradora  da modalidade no país.

Veleiros são as embarcações de recreio com maior autonomia e por isso são escolhidos para grandes percursos, onde uma embarcação a motor teria de reabastecer seu combustível. Os barcos a vela podem ser divididos em barcos de cruzeiro e de competição. A diferença está basicamente no conforto, manobrabilidade melhor com menos tripulação e menor calado nos veleiros de cruzeiro, contra o arranjo interno mais espartano, na quilha mais competitiva possível e no velame de alto desempenho dos barcos de competição.

Na vela de competição existem diversas classes como Finn, 470, 49er, Yngling Tornado, RS:X, Star, Laser, Nacra 17 e outras. Nas regatas ao longo da competição os atletas podem descartar os piores resultados. Quanto melhor a colocação na regata, menos pontos são acumulados. Vence o velejador que, ao fim do campeonato, tiver menos pontos.

Dentre as várias regras que regulam as regatas as ultrapassagens devem obedecer os seguintes quesitos: se os barcos estiverem recebendo o vento por lados diferentes, que está à esquerda deve dar passagem ao que está à direita; se os barcos estiverem recebendo o vento do mesmo lado, um ao lado do outro, o que recebe o vento primeiro deve liberar a passagem para o que recebe depois; se os barcos estiverem recebendo o vento do mesmo lado, mas sem estar lado-a-lado, o que está mais atrás deverá dar passagem ao que está à frente.

A linguagem também é bem específica: bombordo (lado esquerdo da embarcação), quando se olha em direção à proa; estibordo (lado direito da embarcação quando se olha em direção à Proa; Popa (parte de trás da embarcação); Proa (parte da frente da embarcação); Barlavento (posição onde o vento chega primeiro) e Sotavento (posição onde o vento chega depois).

A cidade do Rio de Janeiro, com sua costa exuberante e, mas precisamente, a Baía de Guanabara, oferece uma grande oportunidade para velejar. O importante é facilitar o acesso ao mar e, informar aos interessados, que para velejar não tem que ser milionário. Já é possível lançar-se ao mar, mesmo sem possuir um barco.

Diversos clubes náuticos oferecem cursos, mas você tem que ser associado e os títulos não são nada baratos. Mas, na Marina da Glória, único píer público do Rio, a CL Velas forma velejadores desde 1990. Lá você encontra cursos de Optimist para crianças; Laser, Dingue e Oceano para adolescentes e adultos, além dos cursos de Arrais, Mestre e Capitão Amador, habilitações importantes para quem quer ter seu próprio barco, ou alugar um para navegar.

Para os interessados em praticar a vela, a CL Velas dispõe de barcos da classe Laser, Dingue e Oceano para aluguel, por hora ou dia. Na Loja da escolinha, localizada na Marina, você encontra diversos produtos náuticos à venda. O que está esperando para lançar-se ao mar e desfrutar inesquecíveis momentos de aventura e lazer?

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Talipot “A Palmeira do Amor” – Conheça a Corypha Umbraculifera.

publicado por: Claudio Machado em

Com o nome científico de Corypha umbraculifera, a Talipot é uma espécie rara de palmeira, nativa do sul da Índia e do Sri Lanka. É uma das maiores palmeiras do mundo, podendo alcançar até 30 metros. Suas folhas, em forma de leque, atingem até 5 metros de diâmetro. É uma planta de crescimento lento, cujo tronco começa a se formar depois de alguns anos, chegando a medir cerca de 70 cm de diâmetro. É bastante espesso e recoberto por uma base volumosa de folhas secas penduradas. A palmeira não tolera o frio e prefere solo rico em matéria orgânica, mas não encharcado.

A Talipot possui a maior florada do reino vegetal. É uma espécie monocárpica, isto é, produz flores e frutos apenas uma vez em sua vida e logo após morre, o que ocorre entre 40 a 80 anos. A variação do tempo para florada se deve ao local e ao clima onde está plantada. Se estiver em área aberta, com grande exposição à luz do sol, o processo é acelerado, mas se estiver no meio de florestas densas, demora mais tempo para encontrar a luz necessária à floração. 

A inflorescência é composta de aproximadamente 1 milhão de microflores de coloração creme, que se formam por uma haste bastante ramificada, de mais de 5 metros de altura, na parte superior do tronco. Seus frutos, de coloração verde-acastanhada, em forma de globo, têm de 3 a 4 cm de diâmetro e demoram cerca de 1 ano para amadurecerem. As sementes devem ser plantadas logo que comecem a cair, pois com o passar do tempo a taxa de germinação diminui.

De efeito ornamental espetacular, a Talipot chama a atenção devido ao tamanho de suas folhas e por isso é indicada para plantio em grandes áreas. Mais uma acertada escolha de Burle Marx para o Parque do Flamengo. É chamada, popularmente de “Palmeira do Amor”, porque dá a vida para que novas palmeiras nasçam.

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