Playground do Morro da Viúva

Localizado entre as avenidas Infante D. Henrique e Rui Barbosa, em frente ao Morro da Viúva, o segundo playground do Parque do Flamengo, também com 30.000 m² de área, tem uma grande arborização, com pequenas elevações gramadas e mesas de pingue pongue, escorrega, balanço, além de um pequeno labirinto e pequeno palco para apresentações. O projeto arquitetônico dos brinquedos confeccionados em concreto é de autoria do arquiteto Mario Sophia.

O playground tem um pavilhão central de formato circular e paredes sanfonadas, destinado a abrigar as mesmas atividades desenvolvidas no Pavilhão Japonês. Antes mesmo de inaugurado já foi apelidado pelo povo de “Queijo Catupiry”. Também nele estava prevista a construção de uma escolinha de trânsito para crianças, com pistas, curvas, rampas, cruzamentos, sinalização, posto de gasolina e árvores, tudo em escala proporcional ao tamanho delas, que ali trafegariam em carrinhos de pedal e também a motor. A finalidade principal seria ensinar o significado dos sinais para que as crianças andassem nas ruas com maior segurança, obedecendo às regras de trânsito. Contudo, essa parte do projeto não foi executada.

Obs: o Playground do Morro da Viúva é o  item n° 43 da relação anexa ao Processo n° 748-T-64, de Tombamento do Parque.

Saiba Mais

Pavilhão do Morro da Viúva

Projetado pelo arquiteto Affonso Eduardo Reidy, o Pavilhão do Morro da Viúva tem planta circular com 22 m de diâmetro, com jardim interno. Sua estrutura, em casca fina de concreto armado, em forma de sanfona, é constituída por uma parede-cortina perimetral que se prolonga horizontalmente convergindo para o pátio central, com balanços variáveis formando a cobertura. O acesso é feito por duas portas basculantes na parte central que, quando abertas, se transformam em marquises protegendo as entradas. O salão, em forma de anfiteatro, abre para o jardim interior, limitado por uma parede curva  que eventualmente servirá de fundo para representações ou projeções. Na parte posterior estão localizadas a sala das recreadoras, com instalações para pronto socorro, copa e vestiários, os depósitos e os sanitários para os diferentes grupos de idade e sexo.

Em 1969 o pavilhão, contrariando as normas de uso estabelecidas pelo tombamento, passou a ser utilizado como sede do Museu de Artes e Tradições Populares. Em fevereiro de 1976 o museu foi transferido para Niterói e a Fundação Estadual de Museus do Rio de Janeiro (Femurj), fez alterações radicais no prédio, desvirtuando o uso original, contrariando a proposta do Grupo de Trabalho e sem consultar o IPHAN. As obras, de autoria do arquiteto Ulisses Burlamaqui, que trabalhou com Reidy no projeto original, destinaram-se a adaptar o prédio para a instalação do Museu Carmem Miranda, criado em 1956, por Negrão de Lima, governador do Distrito Federal, mas desde então sem sede própria. O museu foi inaugurado no dia 5 de agosto de 1976, vinte e um anos após a morte de Carmem Miranda e vinte anos depois de sua criação.

Em 2016, o museu foi fechado ao público, temporariamente, pois aguarda sua transferência para as novas instalações no Museu da Imagem e do Som, em construção em Copacabana, onde passará a integrar a coleção dessa instituição.

Obs: o Pavilhão do Morro da Viúva é o item n° 44 da relação anexa ao Processo n° 748-T-64, de Tombamento do Parque.

Localização: entre a Av. Infante D. Henrique e a Av. Rui Barbosa, em frente ao Morro da Viúva.

Referências:

Museu Carmem Miranda. Secretaria de Cultura

www.cultural.rj.gov.br

Jornal O Globo – Acervo

http://oglobo.globo.com/

Hemeroteca da Biblioteca Nacional

Módulo Brasil Arquitetura 1955 a 1986

http://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital/

 

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