Atividades e Eventos

Nesse SÁBADO(26) O Jongo do Rio de Janeiro invade a Marina da Glória nas comemorações dos 80 anos do IPHAN.

publicado por: Fernando Nascimento em

80 anos do IPHAN

Jongo do Rio de Janeiro

A BR Marinas e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, com o apoio do Ministério da Cultura, da Prefeitura do Rio e da RioTur, convidam para uma celebração da cultura brasileira e seu patrimônio imaterial na nova Esplanada Verde da Marina da Glória, reformulada nos seus 36 mil metros quadrados, com ciclovias, mirante e grande quantidade de árvores nativas; e, como parte dos eventos comemorativos dos 80 anos do IPHAN, o lançamento do CD “O Jongo do Rio de Janeiro”, que reúne a produção musical de onze grupos jongueiros do estado do Rio.

O Jongo no Sudeste é uma forma de expressão afro-brasileira que integra percussão de tambores, dança coletiva e práticas de magia. É praticado nos quintais das periferias urbanas e em algumas comunidades rurais do sudeste brasileiro. Foi inscrito no Livro das Formas de Expressão em 2005. Nessa região, é praticado nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Os atuais jongueiros são, geralmente, descendentes de jongueiros.

No Brasil, o jongo consolidou-se entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana-de-açúcar, no sudeste brasileiro, principalmente no vale do Rio Paraíba. Trata-se de uma forma de comunicação desenvolvida no contexto da escravidão e que serviu também como estratégia de sobrevivência e de circulação de informações codificadas sobre fatos acontecidos entre os antigos escravos por meio de pontos que os capatazes e senhores não conseguiam compreender. O Jongo sempre esteve, assim, em uma dimensão marginal onde os negros falam de si, de sua comunidade, através da crônica e da linguagem cifrada. É também conhecido pelos nomes de tambu, batuque, tambor e caxambu, dependendo da comunidade que o pratica.

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AVISO DE REGATA na Marina da Glória: CAMPEONATO ESTADUAL CLASSE STAR, nos dias 12, 13, 14 e 15 de novembro.

publicado por: Fernando Nascimento em

AVISO DE REGATA

CAMPEONATO ESTADUAL CLASSE STAR


A Regata que é aberta a todos os barcos elegíveis da Classe Star, com competidores em dia com a Classe e a Federação Estadual, se governa pelas Regras de Regata a Vela 2013-2016 e pelas determinações da CBVela, FEVERJ e Log da ISCYRA. As provas da regata que vale pelo Campeonato Estadual da Classe Star serão realizadas nos dias 12, 13, 14 e 15 de novembro, nas águas da Baia de Guanabara.

A concentração será no promenade, em frente a parte inferior do pavilhão da Marina da Glória. O evento é uma realização da BR Marinas com apoio da FEVERJ.

PROGRAMAÇÃO

♦ Registro: Sábado, dia 12, das 09:00 às 12:00h
♦ Confirmação de Inscrição e Pesagem: Sábado, dia 12, das 09:00 às 18:00h
♦ Dias de Competição: 12, 13, 14 e 15 a partir das 13:00h
♦ Número de provas programadas: 7 (sete), com o máximo 3 (três) por dia.

O horário programado para o sinal de atenção da primeira regata de cada dia será às 13:00h.
Não será dada nenhuma partida após as 16:00h do dia 15.

Venha torcer e se encantar com a beleza da competição!

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Parque do Flamengo

Inaugurada a Nova Marina da Glória.

publicado por: Claudio Machado em

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“Marinas são “a janela da cidade”, local para onde as pessoas se dirigem a fim de descontrair, contemplar, observar o mar, a atividade náutica e as pessoas. Não necessariamente para andar de barco. É fato notório que grande parte dos visitantes em marinas chegam ali por terra, e a maioria não possui barco. Não se limitam a ser meras garagens de barcos, são espaços multifuncionais que oferecem além de infraestrutura náutica, atrações culturais que as tornam parte vibrante de suas cidades. Estabelecem uma noção de identidade com a população local, melhoram a qualidade de vida e incrementam a cadeia de turismo, trazendo prosperidade econômica”.

Iniciadas em dezembro de 2014, as obras de revitalização da Marina da Glória e do seu entorno ainda não terminaram, mas o espaço foi oficialmente inaugurado na última quinta-feira, 07 de abril. Após dezesseis meses de obras o carioca recebe de volta uma área a qual não tinha pleno acesso desde 1984, época em que a marina foi gradeada e separada do Parque do Flamengo.

Onde antes havia um equipamento obsoleto e degradado, surge uma nova e moderna área dedicada não só ao esporte e infraestrutura náuticas. Utilizando os conceitos atualmente aplicados nas mais modernas marinas do mundo, a nova Marina da Glória oferece espaços multifuncionais onde você encontra lojas de produtos náuticos, cursos de vela, mergulho e de aptidão náutica; além de passeios turísticos, bares, restaurantes (inclusive um de comida a quilo) e área dedicada à realização de eventos culturais. Por estar inserida dentro do Parque do Flamengo, essa esplêndida área pública de lazer à beira mar, a nova marina ainda será um ponto de apoio aos frequentadores do parque, oferecendo estrutura de banheiros e bicicletários. Um território antes restrito aos donos de barcos, agora pode ser frequentado por todos, cariocas e turistas.

A partir de 13 de julho até 20 de setembro de 2016 o local será entregue à operação exclusiva do Comitê Organizador da Rio-2016. A marina sediará os eventos Olímpico e Paralímpico de Vela e, por essa razão, esse órgão passará a coordenar a circulação de pessoas dentro do espaço, seguindo as normas adotadas para todos os equipamentos olímpicos e sob o controle das forças de segurança locais.

Após o término das Olimpíadas e a devolução da área pelo Comitê Organizador, serão iniciadas as obras de urbanização da esplanada de 30 mil metros quadrados, antes usada para eventos. Um projeto do escritório Burle Marx dotará o espaço de ciclovia, mirante e árvores nativas, integrando-o novamente ao parque. De lá se poderá contemplar a Baía de Guanabara, Pão-de-Açúcar, Cristo Redentor e muito mais.

A pedido da BR Marinas, concessionária da marina, o arquiteto Haruyoshi Ono (Haru), sócio do escritório Burle Marx, desenvolveu um projeto para a revitalização da área do parque conhecida como “Bosque dos Piqueniques”, o qual foi doado à Prefeitura do Rio de Janeiro. Além disso, em acordo assinado entre o Ministério Público Federal (MPF) e a BR Marinas, esta se comprometeu a instalar a rampa pública para embarcações, em área próxima ao Aeroporto Santos Dumont, atualmente utilizada como estacionamento. Os dois espaços estão localizados fora dos limites de sua área de concessão.

Em discurso saudando a inauguração da marina, Washington Fajardo, Presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) e do Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural (CMPC), ressaltou a importância das mulheres envolvidas ao longo do tempo com o Parque do Flamengo. Citou Lotta de Macedo Soares, sem a qual o parque não existiria; as arquitetas  Laura Di Blasi e Aline Xavier,  do IRPH, envolvidas no processo de revitalização do Bosque de Piquenique; Jurema Machado e Mônica Costa, respectivamente, presidente e superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN); e  Gabriela Lobato Marins, presidente da BR Marinas, que em seu pronunciamento disse: “A cidade tem uma nova porta de entrada pelo mar, totalmente remodelada e inserida em um cartão postal da cidade. Estamos ao lado do Centro e da Zona Sul, dentro de um parque e vizinhos de equipamentos importantes para a cidade como o Aeroporto Santos Dumont e o MAM. Esperamos muitos visitantes, não apenas os amantes da náutica. A ideia do projeto é exatamente esta: trazer o carioca e os turistas para cá e fazer com que a cidade se reencontre com o mar”.  

Pegando carona nas palavras de Gabriela, o Movimento #OCUPAPARQUE, acredita que a Marina da Glória além de proporcionar o reencontro do carioca e dos turistas com o mar, promoverá o reencontro destes com o Parque do Flamengo.

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https://www.youtube.com/watch?v=Uhg6IXt-RPU

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Opinião

Manifesto do Movimento #OCUPAPARQUE sobre a Revitalização da Marina da Glória

publicado por: Fernando Nascimento em

Nova Marina

        Marinas são “a janela da cidade”, local para onde as pessoas se dirigem a fim de descontrair, contemplar, observar o mar, a atividade náutica e as pessoas. Não necessariamente para andar de barco. É fato notório que grande parte dos visitantes em marinas chegam ali por terra, e a maioria não possui barco.

        Em diversas cidades do mundo, as marinas são alavancas para revitalização de trechos degradados, e buscam criar atrativos tanto para seus moradores quanto para turistas. Não se limitam a ser meras garagens de barcos, são espaços multifuncionais que oferecem além de infraestrutura náutica, atrações culturais que as tornam parte vibrante de suas cidades. Estabelecem uma noção de identidade com a população local, melhoram a qualidade de vida e incrementam a cadeia de turismo, trazendo prosperidade econômica.

        Segundo especialistas no assunto, o Brasil com enormes faixas de área litorânea com ventos e ondas amenas, além dos atrativos naturais, como baías, penínsulas, barras de rios, ilhas, praias espetaculares é, reconhecidamente, o país com o maior potencial do planeta para desenvolver atividades náuticas. As cidades ao longo desse exuberante litoral deveriam colocar em prática a construção de marinas públicas, que fossem não somente um ponto de estacionamento de barcos, mas principalmente um dos atrativos turísticos mais relevantes de cada uma dessas comunidades, a exemplo do que vem ocorrendo no mundo inteiro.

        Conhecida mundialmente por sua belíssima paisagem e pela acolhida calorosa e hospitaleira que dá a todos que aqui chegam, seja por terra ou pelo ar, nossa cidade não pode dar tratamento diferente àqueles vindos por mar. O Rio de Janeiro foi a primeira e uma das únicas cidades do Brasil a ter o privilégio de contar com uma marina pública. Por isso merece ter um belo, moderno, seguro e bem aparelhado centro náutico.

        Um projeto de autoria do arquiteto Amaro Machado deu à cidade, em 1979, a Marina da Glória. Com o passar dos anos a edificação sofreu um processo contínuo de intervenções arquitetônicas que a desfigurou ao ponto de ela ser gradeada, o que afastava o público e lhe negava o papel para o qual fora pensada.

        Concessionários se sucederam no controle da gestão da área tentando, em vão, realizar modificações que adequassem a marina e o entorno às suas demandas operacionais. Esse processo transformou a área em uma colcha de retalhos de intervenções que não viam o todo, mas apenas suas necessidades imediatas. A marina parou no tempo, o que resultou na ausência de efetiva ocupação da área.

        Há anos o Rio de Janeiro está carente de um equipamento que receba adequadamente os frequentadores habituais e visitantes, usuários da marina ou não. A perda desse fluxo de pessoas e a pouca ocupação do local representam um ambiente propício ao caos urbano com assaltos, usuários de drogas e população de rua.

        Importante destacar que a sociedade carioca, principalmente aquela que vivencia o Parque do Flamengo, não tem interesse em, sob o jugo da preservação, ver seu patrimônio entregue ao abandono. Hoje temos notícias de alguns poucos, ao que parece, usuários da marina insatisfeitos com as mudanças. Entendemos que qualquer mudança traz inconvenientes, qualquer reforma de qualquer vizinho geralmente é um aborrecimento. Porém, o que precisa prevalecer é o interesse público de se prosperar vida urbana saudável a partir da revitalização da Marina da Glória, permitindo seu reflorescimento e saudável ocupação, irradiando uma nova frequência para os bairros que circundam o Parque do Flamengo.

        Alguma modificação era preciso que fosse feita para que uma área tão importante do Parque do Flamengo saísse da obsolescência e fosse trazida aos dias atuais, sem ferir os princípios paisagísticos e culturais do parque.

        Como eixo principal dessa mudança, em 2013, se iniciou um plano de revitalização que, além de abrir o complexo ao Parque do Flamengo e à população, tem a finalidade de dotar o local das condições necessárias para sediar as competições náuticas durante os Jogos Olímpicos de 2016. O projeto de autoria do arquiteto Eduardo Mondolfo, orçado em 60 milhões de reais e aprovado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), será totalmente custeado pelo atual concessionário.

        O plano aprovado, e já em execução, inclui conceitos de preservação da ambiência do parque, dinamização dos espaços públicos e organização dos equipamentos voltados ao lazer, esporte, turismo e cultura. Objetiva integrar a Marina ao Parque do Flamengo, desenvolver as atividades náuticas e adequar as áreas destinadas para eventos. Aguardamos ansiosos por essa revitalização, uma das poucas relevantes notícias de alento para o combalido noticiário dos jornais, que promove o Parque como zona de medo e insegurança.

        Os parâmetros estabelecidos no projeto determinam que a planta não ofusque a paisagem do entorno, onde se veem o Parque do Flamengo, o Pão de Açúcar e a Baía de Guanabara. Evitam o confronto com o Museu de Arte Moderna (MAM) e o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, construções históricas na vizinhança. Também estabelecem a supressão de qualquer tipo de grade que impeça o acesso à área. O paisagismo é de autoria de Haru Ono, do escritório Burle Marx. A obediência aos conceitos do projeto original do arquiteto Amaro Machado, de 1979, está presente em todo o planejamento.

“Um erro comum de iniciativas anteriores foi a proposta de mudanças radicais em uma paisagem naturalmente perfeita. Querer chamar mais atenção para uma obra arquitetônica, nesse caso, é brigar com Deus.”, diz o autor do projeto, Eduardo Mondolfo.

        Com a revitalização a marina se tornará um equipamento com enorme poder de atração, tanto por mar quanto por terra. O grande afluxo de pessoas impactará positivamente a área, ocupando-a e contribuindo sobremaneira para que a questão da segurança, até então precária, seja tratada de maneira mais presente e eficiente pelas autoridades responsáveis.

        A Marina da Glória para os cariocas é “a janela da cidade”, por meio da qual descortinam toda a beleza da Baía de Guanabara. Para os turistas em seus barcos, é “a nossa porta aberta para o mar”, dando as boas vindas a quem chega, desejando uma boa viagem a quem parte e convidando-os a um breve regresso.

        Nós, frequentadores, proprietários, concessionários e associações que trabalham no Parque do Flamengo, acreditamos na prevalência do interesse público com boa fé, e que o projeto parece bem resolvido e em sintonia com os interesses da cidade e dos seus cidadãos. Entendemos que o mais importante para aquela área é terminar o que já foi iniciado, sem embargos. Caso contrário, a interrupção ou atraso na conclusão das obras é a certeza de que o abandono e a degradação daquela região continuarão, sem perspectivas de melhoras no curto prazo.

        A Marina da Glória, mesmo sob gestão privada, continuará a ser um equipamento público, aberto a todos  os  usuários, residentes   ou visitantes. Acreditamos que a implementação do empreendimento cause os efeitos esperados, especialmente na redução da insegurança pública. Cariocas e turistas, com ou sem barco, desde já agradecem e torcem pela rápida finalização e sucesso do projeto.

Redação do Texto: Claudio Machado

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Movimento Recreativo 

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Opinião

CARTA ABERTA SOBRE A REVITALIZAÇÃO DA MARINA

publicado por: admin em


por Monica Stearns Morse
Presidente do Instituto Lotta de Cultura e Arte-Educação
filha de Maria Carlota Costallat de Macedo Soares

Queridos Amigos e Amigas,

O Instituto Lotta, tem acompanhado de perto as notícias sobre a reforma da Marina da Glória – estamos sempre atentos a tudo que tem relação com o Parque do Flamengo. Quando soubemos que uma nova empresa assumiria a gestão do espaço e a responsabilidade sobre as obras, veio-nos um misto de preocupação e esperança. Preocupação, pois já vimos uma série de projetos para a Marina, alguns com propostas interessantes, outros preocupantes, que não foram adiante principalmente pela ausência de uma visão geral que enxergasse o equipamento como parte importante a ser integrada ao Parque do Flamengo. Esperança, pois era a primeira vez que havia um balizamento por critérios urbanísticos chancelados por diferentes entidades com gabarito e competência para dar direção e parâmetro ao projeto. Uma chance de revitalização do Parque, tendo a obra da Marina da Glória como ponto de partida. Por conta disso, felizmente, constatamos que o projeto do Grupo BR Marinas estava no hall da esperança.

Fizemos contato com o novo concessionário e ficamos felizes ao saber que, além das premissas corretas para as intervenções, a proposta paisagística, a cargo do Escritório Burle Marx, estava em acordo com o projeto de ajardinamento feito originalmente para o Parque. Outra preocupação, a ambiental, também foi dirimida por conhecermos o trabalho da empresa de engenharia ambiental que está por trás da execução do projeto, a Biovert, com técnicos comprometidos com a introdução de espécimes locais na nova Marina.

Acreditamos que a Marina da Glória ficará muito bonita e bem mais integrada com o Parque do Flamengo, como era desejo de minha mãe Lotta Macedo Soares. Mas, ainda, nossa principal esperança de recuperação do Parque está no bom uso da compensação ambiental imposta à BR Marinas por parte do Poder Público concedente – por conta da obra e da retiradas de vegetação, a empresa terá que plantar mais de 3 mil árvores na cidade, em área determinada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Seria importantíssimo que toda compensação seja aplicada no próprio Parque.

Sabemos que o espaço não comporta todas as árvores que devem ser plantadas pela empresa – mesmo levando em consideração a necessidade de substituição de muitas plantas que não são do bioma local por espécimes da mata atlântica. Mas também sabemos que o plantio pode ser trocado por investimentos no Parque. Ou seja, esta seria a possibilidade de recuperar equipamentos como o Bosque dos Piqueniques, o Tanque de Modelismo Naval, os Trenzinhos, a Escolinha de Trânsito e tantos outros necessários a boa utilização do Parque do Flamengo.

Afinal, acreditamos que a recuperação da vocação inicial do Parque, conforme originalmente pensado pela especialista em recreação, professora Ethel Bauzer Medeiros, só virá através da ocupação do espaço pela população e a revitalização da área da Marina deve dar início a essa idéia. E é isso que desejamos: um Parque que as pessoas queiram frequentar, utilizando suas horas de lazer em recreação ativa.

Saiba mais sobre a nova Marina da Glória em http://www.parquedoflamengo.com.br/equipamentos/a-nova-marina-da-gloria/

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