Atividades e Eventos

Terça(19) a Festa Sambar & Love recebe o show de Mart’nália, na varanda do Vivo Rio.

publicado por: Fernando Nascimento em

Mart’nália

Festa Sambar & Love


No dia 19 de janeiro às 22h o Vivo Rio recebe mais uma edição da festa Sambar & Love. Desta vez o evento vai contar com a apresentação da cantora Mart’nália com seu novo show “Misturado”, além do grupo Horto Samba, já residente na festa. Os DJs Cyro e Bahruth tocam nos intervalos.

A ideia da festa veio do intuito de reunir as diferentes famílias do samba em um único lugar. Grandes nomes da música já fizeram parte dessa história com apresentações inesquecíveis: Almir Guineto, Nelson Sargento, Leandro Sapucahy, Rogê, Fica Comigo, Samba de Santa Clara, Rodrigo Lampreia, Vem no Pai, Galocantô, Moyseis Marques, Margarida Maria e Roberta Espinosa, são alguns deles. Em sua última edição, a festa comemorou 5 anos. A comemoração contou com shows do Fogo e Paixão, o grupo Horto Samba e DJs.

O show “Misturado” surgiu após muitos anos de carreira por causa de sua trajetória dentro da música brasileira. Mart’nália, que nasceu no samba, nunca se apegou só a esse estilo musical, canta pop, rock, xote e por ai vai. Cresceu ouvindo de tudo um pouco, misturando ritmos e batidas, o que resultou em sua identidade musical única, misturada.

Mart’nália é filha do grande cantor brasileiro Martinho da Vila. Desde criança já frequentava as rodas de samba da Vila Isabel com pai e daí começou sua história de amor com a música. Nesse reduto musical ela aprendeu a cantar, sambar e tocar violão e pandeiro. Atualmente ela já tem 10 álbuns lançados e 4 DVDs. Sua música já passou por todo Brasil, alguns países da África e também pela Alemanha.

  • Meia entrada para estudantes, menores de 21 anos e maiores de 60 anos.
  • Desconto Solidário (Desconto de 50% sobre o valor da inteira) mediante a entrega de 1 Kg de alimento não-perecível no dia do evento, mesmo que o ingresso tenha sido comprado antecipadamente. Os alimentos arrecadados serão doados para a Sociedade Viva Cazuza.
  • Classificação: 18 anos

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Quinta(24) na Sessão Plano, Os Deuses e os Mortos de Ruy Guerra. Brasil, 1970. Na Cinemateca do MAM.

publicado por: Fernando Nascimento em

Sessão Plano

Os Deuses e os Mortos – RUY GUERRA

Com Norma Bengell, Ohon Bastos, Ìtala Nandi. 97’. O filme é uma batalha entre um Homem (Othon Bastos) e um império e o império é o grande vencedor. Passado no Sul da Bahia, nos anos 1930, é a história de um aventureiro sem nome, sete vezes baleado, que se intromete na luta entre dois clãs de grandes coronéis pela posse da terra do cacau. O Homem vem disposto a acirrar a luta e a tomar conta de tudo. É uma luta sem vencedores, um banho de sangue que também lhe custa a vida. 

Classificação indicativa – 16 anos.

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Terça(22) a Cinemateca do MAM traz para você dois filmes que retratam o Rio de Janeiro no inicio do século XX.

publicado por: Fernando Nascimento em

Rio de Janeiro

A alvorada do CINEMA

Cidade do Rio de Janeiro de Alberto e Paulino Botelho. Brasil, 1925. Intertítulos em italiano. 30’. Voyage de nos souverais au Brésil do Service de l’ Armée da Bélgica. Bélgica, 1920, 50’.

O primeiro filme traz imagens preciosas da cidade em 1925. O segundo retrata a viagem dos reis belgas ao Brasil, em 1920, com uma grande passagem pelo Rio de Janeiro.

Classificação indicativa – livre.

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Sexta(18) a mostra Karim Aïnouz enaltece o cinema nacional nessa semana, sempre às 17 h, na Cinemateca do MAM.

publicado por: Fernando Nascimento em

Praia do Futuro

Na mostra KARIM AINOUZ

Nessa semana, sempre às 17 h, a Cinemateca do MAM enaltece a arte do cinema nacional com a exibição dos filmes de Karin Aïnouz:

– Terça(15) Madame Satã – 2002. Com Lázaro Ramos e Marcélia Cartaxo, o fime desvenda todo o mito da Lapa antes da fama.
– Quarta(16) O Céu de Suely – 2006. Com Hermila Guedes e Maria Meneses, o filme mostra a história de uma jovem nordestina que resolve rifar seu corpo para conseguir dinheiro.
– Quinta(17) O Abismo Prateado – 2011. Com Camila Amado e Luiza Arraes, o filme é baseado na música “Olhos nos olhos” de Chico Buarque de Hollanda.
– Sexta(18) Praia do Futuro – 2014. Com Wagner Moura, Clemens Schick e Jesuita Barbosa, o filme retrata que logo após resgatar um homem que estava se afogando, Donato encontra Konrad, um amigo da vítima, e iniciam um romance.

Hoje o último filme da mostra é marcado por personagens inquietos, dispostos a romper fronteiras físicas e emocionais para reinventar suas vidas, o cinema de Karim Aïnouz explora novos territórios em Praia do Futuro, quinto longa-metragem do diretor. Depois de Madame Satã (2002), O céu de Suely (2006), Viajo porque preciso, volto porque te amo (2008) e O abismo prateado (2011), Aïnouz pousa a câmera pela primeira vez em terras estrangeiras para acompanhar as jornadas afetivas e existenciais de três homens movidos pelo desejo de viver a vida em seu limite. São eles Donato, salva-vidas da praia que dá nome ao filme; Ayrton, seu irmão mais novo, menino doce e rebelde e Konrad, motoqueiro alemão de olhos azuis como o oceano com quem Donato vive uma grande história de amor.

“Todos os homens, em algum momento da vida,
uma hora ou outra, desejam desaparecer no mar”
Moby Dick, Herman Melville

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Quinta(17) a mostra Karim Aïnouz enaltece o cinema nacional nessa semana, sempre às 17 h, na Cinemateca do MAM.

publicado por: Fernando Nascimento em

O Abismo Prateado

Na mostra KARIM AINOUZ

Nessa semana, sempre às 17 h, a Cinemateca do MAM enaltece a arte do cinema nacional com a exibição dos filmes de Karin Aïnouz:

– Terça(15) Madame Satã – 2002. Com Lázaro Ramos e Marcélia Cartaxo, o fime desvenda todo o mito da Lapa antes da fama.
– Quarta(16) O Céu de Suely – 2006. Com Hermila Guedes e Maria Meneses, o filme mostra a história de uma jovem nordestina que resolve rifar seu corpo para conseguir dinheiro.
– Quinta(17) O Abismo Prateado – 2011. Com Camila Amado e Luiza Arraes, o filme é baseado na música “Olhos nos olhos” de Chico Buarque de Hollanda.
– Sexta(18) Praia do Futuro – 2014. Com Wagner Moura, Clemens Schick e Jesuita Barbosa, o filme retrata que logo após resgatar um homem que estava se afogando, Donato encontra Konrad, um amigo da vítima, e iniciam um romance.

O filme de hoje retrata a canção “Olhos nos Olhos”, composta por Chico Buarque, que é ao mesmo tempo dura e esperançosa. Dura pela situação apresentada, a do abandono repentino e a inevitável dor decorrente dele; esperançosa por mostrar que tamanha aflição será superada. Trata-se de um retrato da vida, no difícil período entre o término de um relacionamento e a superação dos traumas deixados por ele. Por ser um tema universal, “Olhos nos Olhos” é daquelas músicas que tocam por mexer com questões profundas. O Abismo Prateado, o filme baseado na canção, não apenas reconhece a essência deste conteúdo como busca reproduzi-lo em cena. De uma forma bem minimalista, com muita câmera no rosto, para acompanhar a trajetória da dentista Violeta, que um belo dia recebe, sem mais nem menos, o aviso do marido de que irá embora para sempre. Detalhe extra: deixado na secretária eletrônica do celular dela, forma mais impessoal impossível.

A partir de então tem início o desatino de Violeta. Após ver seu mundo ruir e sem saber o que fazer, ela simplesmente perambula pelo Rio de Janeiro em busca de uma solução, qualquer que seja. O que Violeta faz, na verdade, não importa. Importa o que ela sente, e é neste ponto que entra em cena a proposta do diretor Karim Aïnouz. Repleto de silêncios e closes, com algumas sequências tendendo para o lado sensorial, O Abismo Prateado é na verdade um olhar íntimo sobre aquele momento tão difícil da vida de Violeta. Assim como na canção, ela foi deixada. Da mesma forma, enlouqueceu. Diante de um turbilhão de emoções, precisa encontrar um meio de seguir em frente e se recompor.

Quando você me deixou, meu bem,
Me disse para ser feliz e passar bem.
Quis morrer de ciúme, quase enlouqueci,
Mas depois, como era de costume, obedeci.

Quando você me quiser rever
Já vai me encontrar refeita, pode crer.
Olhos nos olhos
Quero ver o que você faz
Ao sentir que sem você eu passo bem demais

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Quarta(16) a mostra Karim Aïnouz enaltece o cinema nacional nessa semana, sempre às 17 h, na Cinemateca do MAM.

publicado por: Fernando Nascimento em

O Céu de Suely

Na mostra KARIM AINOUZ

Nessa semana, sempre às 17 h, a Cinemateca do MAM enaltece a arte do cinema nacional com a exibição dos filmes de Karin Aïnouz:

– Terça(15) Madame Satã – 2002. Com Lázaro Ramos e Marcélia Cartaxo, o fime desvenda todo o mito da Lapa antes da fama.
– Quarta(16) O Céu de Suely – 2006. Com Hermila Guedes e Maria Meneses, o filme mostra a história de uma jovem nordestina que resolve rifar seu corpo para conseguir dinheiro.
– Quinta(17) O Abismo Prateado – 2011. Com Camila Amado e Luiza Arraes, o filme é baseado na música “Olhos nos olhos” de Chico Buarque de Hollanda.
– Sexta(18) Praia do Futuro – 2014. Com Wagner Moura, Clemens Schick e Jesuita Barbosa, o filme retrata que logo após resgatar um homem que estava se afogando, Donato encontra Konrad, um amigo da vítima, e iniciam um romance.

O filme de hoje, “O Céu de Suely”, segundo longa-metragem de Karim Aïnouz, chega quatro anos após Madame Satã. Quatro anos que alimentaram a natural ansiedade em relação ao novo trabalho de um diretor tão talentoso, que facilmente assumiu posição de destaque no cinema brasileiro. Mas por maior que fosse a expectativa, ela nada atrapalha, dissolvendo-se na força e no lirismo com que somos interpelados logo que o filme começa: uma imagem em super-8 mostra a jovem Hermila sorridente, expansiva, desgovernada, tendo o céu azul como cúmplice de uma busca por desejos maiores que qualquer definição. A entrada da voz dela em off aumenta a sensação de um tempo em suspenso, remetido ao passado pela narração, porém atirado ao presente puro. Hermila é a personagem que acompanharemos de perto durante o filme. Ela retorna à cidade natal depois de viver dois anos em São Paulo ao lado de Mateus, com quem teve um filho. Terminada a cena em super-8, seu olhar lasso é mostrado em detalhe, ocupando a tela inteira, servindo de espelho para um espaço imaginário que complementa o lugar de inscrição da personagem. Após Hermila saltar do ônibus, com seu bebê no colo, ela e Iguatu, a cidade em que o filme se passa, começam a ser apresentadas em simultâneo.

Enquanto espera a chegada de Mateus, pai de seu filho, se instala na casa da avó. Os dias passam e Mateus não volta. Hermila não pode continuar em Iguatu. Adota o nome de Suely, e bola um plano inusitado para levantar dinheiro: rifar o próprio corpo. A decisão a distancia da avó e provoca a rejeição da cidade, mas que, ao mesmo tempo, sinalizam o começo de uma nova jornada, uma nova busca pela liberdade.

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Terça(15) a mostra Karim Aïnouz, enaltece a arte do cinema nacional, nessa semana, sempre às 17 h, na Cinemateca do MAM.

publicado por: Fernando Nascimento em

Madame Satã

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Nessa semana, sempre às 17 h, a Cinemateca do MAM enaltece a arte do cinema nacional com a exibição dos filmes de Karin Aïnouz:

– Terça(15) Madame Satã – 2002. Com Lázaro Ramos e Marcélia Cartaxo, o fime desvenda todo o mito da Lapa antes da fama.
– Quarta(16) O Céu de Suely – 2006. Com Hermila Guedes e Maria Meneses, o filme mostra a história de uma jovem nordestina que resolve rifar seu corpo para conseguir dinheiro.
– Quinta(17) O Abismo Prateado – 2011. Com Camila Amado e Luiza Arraes, o filme é baseado na música “Olhos nos olhos” de Chico Buarque de Hollanda.
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No filme de hoje, ao desistir de fazer uma cinebiografia a seco de Madame Satã, o mais famoso dos boêmios da mitológica Lapa dos anos 30 e 40, o diretor Karim Aïnouz agregou à sua pesquisa “cartorial” várias caminhadas por becos e botecos e algum bate-papo com antigos habitantes e circulantes do bairro carioca. O objetivo, segundo ele, era chegar à intimidade do homem, antes do surgimento do mito, num baile de carnaval de 1942, justamente o momento em que se encerra seu filme.

Na abertura do filme, Aïnouz, também roteirista, foca sua câmera no rosto machucado de João Francisco (Lázaro Ramos), preso após cometer um crime. Em off, escuta-se um policial descrever o “meliante”: um pederasta dado a golpes e outros vícios. O texto foi encontrado pelo diretor em uma de suas incursões nos arquivos da polícia.

— Ele é descrito quase como um objeto de estudo etnográfico. Foi bom justamente para trabalhar por oposição. — conta Aïnouz. — Isto me forçou a buscar o homem apaixonante atrás do abominável ali descrito.

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Terça(4) na mostra Rio no Cinema, a Cinemateca do MAM apresenta Copacabana, de Carla Camurati.

publicado por: Fernando Nascimento em

COPACABANA

Rio no Cinema


“Copacabana”, terceiro filme de Carla Camurati, é atração desta terça-feira, no “Rio no Cinema”, da Cinemateca do MAM. Marco Nanini, Laura Cardoso, Walderez de Barros, Myriam Pires e Ida Gomes, compõem o elenco do filme de 2001.

Às vésperas de completar 90 anos, Alberto (Marco Nanini) vive uma crise pessoal, em que recorda dos fatos mais marcantes de sua vida, todos eles de alguma forma ligados ao bairro de Copacabana. Enquanto isso, seus principais amigos preparam uma festa-surpresa, dispostos a comemorar mais um aniversário de Alberto. O filme ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante (Laura Cardoso) no Grande Prêmio BR de Cinema, além de ter sido indicado em outras 3 categorigas: Melhor Ator (Marco Nanini), Melhor Direção de Arte e Melhor Som. Os demais filmes dirigidos por Carla Camurati foram Carlota Joaquina, Princesa do Brasil e La Serva Padrona.

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Sábado(1) você está convidado para a sessão inaugural do RISCO CINEMA, com filmes de Carlos Adriano.

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RISCO CINEMA

Sessão Inaugural

RISCO CINEMA é um núcleo aberto de exibição, reflexão e disseminação de cinema experimental, organizado pela Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Nesse sábado, 1º de agosto, às 18 horas, você está convidado para a sessão inaugural do RISCO CINEMA, com filmes do cineasta Carlos Adriano. 

O longa “Santos Dumont: pré-cineasta?”, ensaio documentário sobre a história e a poética do cinema dos primeiros tempos e do cinema de reapropriação de arquivo, e os curtas “Santoscópio = Dumontagem” e “Sem Título #1:Dance of leitfossil”.

Após a sessão, gratuita, haverá um debate entre o realizador e o pesquisador João Luiz Vieira (UFF).


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Museu de Arte Moderna


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Carlos Adriano

Carlos Adriano, diretor do filme, durante apresentação. Foto: André Maceira

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